Frederico II, o Grande (Berlim, 24/01/1712 – Potsdam, 17/08/1786), filho de FredericoGuilherme I, rei da Prússia, subiu ao trono em 1740 e foi hábil administrador e guerreiro. Organizou todas as atividades de seu reino, desde as tarefas agrícolas ao adestramento de tropas, nisto seguindo a política de seu pai. Político cético e sem escrúpulos, dizia que, “toda a gente sabe em que conta deve ser tido o rei da Prússia e os seus juramentos. Nenhum soberano pode furtar-se às suas perfídias”.
Déspota esclarecido, aceitou muitas das idéias dos enciclopedistas franceses, sem renunciar às prerrogativas do absolutismo. “Tudo para o povo, mas sem o povo“, eraum de seus lemas. Atraiu para a sua bela residência de Sanssouci muitos sábios e filósofos, entre os quais Voltaire.
Gostava mesmo de ser chamado de “rei filósofo” e deixou uma volumosa correspondência, caracterizando e criticando os homens de seu tempo. Aos 18 anos tentou fugir para a Inglaterra, para escapar a severidade de seu pai. Capturado, juntamente com um amigo , viu-o ser decapitado à sua frente. Passou por vários cargos subalternos na administração e no exército, o que lhe deu o conhecimento das necessidades da Prússia.
Quando subiu ao trono mostrou-se tolerante em matéria religiosa. Protegeu as finanças, criando o Banco de Berlim, cuja estruturatécnicaera a mesma do Banco da Inglaterra. Frederico II, porém, controlava todo o sistema creditício da Prússia e o capital de seu Banco era fornecido pelo tesouro real. Este por sua vez, era abastecido por umbem organizado sistema de impostos. A contenção das despesas da corte permitiu-lhe economizar possíveis gastos dos fundos reais. Se, por umlado reconhecia a ascensão da burguesia, jamais perdeu a prerrogativa do controle estatal sobre a economia, não aceitando o lema da livre iniciativa. Desenvolveu o comércio marítimo e, no interior, mandou construir canais de irrigação.
No setor agrícola instituiu uma política de colonização, importando 300.000 colonos estrangeiros, que, supervisionados por agrônomos, recebiam terras, financiamentos, sementes e utensílios. A batata teve sua cultura ampliada e tornou-se aceita na dieta prussiana. Animou a indústria na Vestifália e na Prússia.
Frederico II deixou clara a sua preocupação de manter o exército perfeitamente organizado e abastecido. Incentivou a produção de tecidos de lã, seda, linho, algodão etc., e a indústria metalúrgica. Não aceitando termos da Pragmática Sanção, lançou os olhos sobre a rica Silésia , e entrou em choque com a Áustria . Apoderou-se da região pela batalha de Molwitz (1741) , durante a guerra de Sucessão da Áustria. Em 1744 atacou a Boêmia, ocupando Praga. Na guerra dos SeteAnos (1756-1763) , apoiado pela Inglaterra, lutou contra a coligação Áustria-França-Rússia-Suécia. Terminada a guerra, manteve a posse da Silésia e da Pomerânia. Reorganizou, então, os Estados enfraquecidos pelas guerras. Para aumentar os seus domínios, aliou-se a Áustria e Rússia na primeira partilha da Polônia (1772). Ao morrer, em 1786, deixou a Prússia com grande projeção entre os povos Alemães, lançando as bases para a sua unificação no século seguinte.
Em nossos rituais encontramos algumas referências a Frederico II, rei da Prússia, afirmando que ele teve participação não só ativa, mas que foi o responsável pela organização do Rito Escocês Antigo e Aceito como é hoje.
No ritual do grau 31 encontramos à página 23 a seguinte referência:
1º Franco-Juiz – Ireis Ter agora , meu irmão, mais algumas informaçõessobre a antiga Santa Feme e conhecer a organização do novo Soberano Tribunal.
A Santa Feme impôs-se no período do Século XII ao Século XIV, mas seu período áureo foi representado pelos Séculos XIV e XV. O Imperador Ruperto o Breve, concedeu-lhe estatutos em 1404.
A Santa Feme preencheu o vácuo então existente na distribuição da justiça, pela ausência ou impotência os Tribunais Regulares.
Enfraqueceu-se depois de Carlos V, ante uma organizaçãooficial da Justiça. O último Tribunal encerrou suas atividades em 1568.
O Estado Alemão, em que mais força e prestígio teve a Santa Feme, foi o de Vestifália. Não admira que, em 1786, Frederico II, Rei da Prússia, ao passar para 33 graus o Rito Escocês (que era de 25) criasse entre os novos graus, o relativo ao Tribunal Maçônico (grau 31) e o fizesses em moldes análogos ao Tribunal Fêmico. Efetivamente é o que vemos ainda hoje. Etc.
Ainda neste ritual encontramos à página 25 a seguinte referência:
No ritual do grau 32, à página 25 encontramos a seguinte referência:
1º Tem.’.Com.’. – O Campo dos Pprinc.’., que se vê no meio do avental dos Ssubl.’. Pprinc.’. do Real Segredo, é um dos símbolos mais expressivos do grau 32.
Conta uma tradiçãoMaçônica o seguinte: Frederico II, Rei da Prússia, quando à frente da Maçonaria na Europa, pensou em convocar todos os Irmãos para reconquistar a Palestina e o Santo Sepulcro, então em poder dos turcos. Teria feito, sem dúvida, uma nova Cruzada, se não morresse. Era seu desejo reunir em Nápoles, Rodes, Malta e Jope, os maçons de todos os países e partirem, a vela, às 5 horas depois do sol posto. O sinal de partida seria umprimeirotiro de canhão, seguido de quatro tiros sucessivos. Frederico II planejou a maneira pela qual a expedição maçônica acamparia nas proximidades de Jerusalém.
Frederico II foi uma das mais originais e complexas figuras de soberano que a história registra, pelo fascínio poderoso exercido sobre os seus contemporâneos, amigos ou inimigos, que conheceram a grandeza que emanava de sua poderosa personalidade.
Neto de Barba-Roxa, era rico na virtude e nos vícios. Encontra-se entre duas épocas, enfrentando as influências do poder dos Papas e dos seus vassalos, bem como dos povos que tenta conquistar.
Muito precoce, tanto na desenvoltura física, a ponto de casar-se com 14 anos de idade, como espiritualmente, pois mostra-se profundo admirador da natureza, apaixonado pela caça, como crédulo das profecias dos astrólogos; admirador da Harmônica construção da lógica de Aristóteles; com facilidade para o aprendizado de línguas, domina um punhado delas, para entender-se com os povos.
Em política, é astuto e violento, raposa e leão, vencedor de obstáculos, dissimulador habilidoso para atingir os fins a que se propõe.
Se antecipa a César Bórgia combatendo pelo ideal da supremacia imperial sobre a Igreja Papal.
Três civilizações predominam na sua personalidade: a latino-germânica, a normanda e a árabe; da primeira, herdou o idealismo da política imperial; dos normandos, os princípios da centralização do governo e dos árabes o amor à cultura, os hábitos orientais de uma vida dissoluta e de prazer.
Busca reformar a própria Igreja, cuja tendência não o satisfaz. Assim, ora dedicava-se a profunda meditação religiosa, perseguindo os hereges, ora lutava contra o poder do papado; contudo, as características de religiosidade medievais, não são encontradas em Frederico II. É despido de misticismo, preferindo a realidade da especulação científica.
O contato com diversos povos, especialmente através das Cruzadas de que participou lhe deram essa amplitude de conceitos religiosos, de certa forma colocando-os na posição de um precursor.
Frederico foi um vencido, caiu porque seu programa estava além de suas forças, que não podiam enfrentar os problemas de umImpério já decadente.
Se não tivesse dispersado as suas energias e tivesse restrito as suas ações, teria formado no centro da Itália uma poderosa dinastia.
Porém, não podia resistir as tendências herdadas dos seus antepassados que consistia em lutar contra a teocracia, as comunidades, os feudos, os papados e a política oriental.
Frederico dispões-se contra todos, ao mesmo tempo, e isso desgastou as suas energias.
Foram trinta anos de lutas e devastações e ao morrer nada mais deixou, que ruínas.
Porém, o seu governo deixou o exemplo de uma organização estatal que era o prelúdio do estado laico moderno; a lembrança de um governo rico de obras altamente de caráter civil, esplendoroso no florescer das ciências das letras e das artes, mas, sobretudo, a fama de seu gênio profundo e potente onde já se vislumbrava os traços essenciais do homem novo do Renascimento.
FREDERICO II, O GRANDE (1712-1786) – Foi iniciado secretamente, pela oposição que seu Pai fazia à Maçonaria, em Brunswick, na noite de 14 para 15 de agosto de 1738, por uma comissão delegada pela “Loja da Corte” e, posteriormente, segundo se alega, em 26-6-1740, como Venerável, convocou uma Loja em Charlottenburgo, na qual teria iniciado seu próprio irmão, Guilherme da Prússia, o Margrave Carlos de Brandenburgo, e FredericoGuilherme, Duque de Holstein.
Este fato foi completamente desmentido pela “Grande Loja Mãe Nacional dos Três Globos Terrestres“, de Berlim, em carta datada de 17-8-1833 dirigida ao Ir.’. Marconnay, de Nova York, em resposta a solicitação que este Maçom lhe fizera, em sua correspondência de 25-5-1833, a respeito da atuação daquele monarca no Rito Escocês.
Naquela data, 1-5-1786, Frederico estava em seu castelo de Potsdam, atacado de gota e caduco e absolutamente cansado da vida, faleceu três meses e meio depois, em 17-8-1786.
Já foram alegadas razões de ordem política, por diversos autores, que atribuem essa criação aos jesuitas, que lideravam a corrente dos adeptos dos Stuarts; através desses graus, poderiam, os stuartistas, controlar, à distância, às Lojas comuns.
Também foram alegadas razões doutrinárias e espirituais, segundo as quais os Altos Graus encerrariam as mais diversas formas da tradição da Maçonaria.
Até razões puramente ligadas ao interesse pessoal já foram alegadas, pois os graus cavalheirescos chegavam numa época em que títulos eram privilégios de uma aristocracia enquistadas na nobreza e no alto clero.
Ramsay, não foi o criador dos Altos Graus, o seu famoso dircurso publicado em 1738, foi, como tendência para uma profunda reforma institucional na Maçonaria, o ponto de partida para uma adoção do sistema dos graus, que, posteriormente, viriam a ser chamados de filosóficos.
André Michel RAMSAY nasceu em Ayr, na Escócia, em 1686 e faleceu na França em 1743. Embora Paul Naudon afirme que ele era membro de nobre família escocesas – ele próprio afirmou que era filho de um Baronete escocês e reclamou o título, quando foi recebido em Oxford, em 1730, na realidade seu pai eraum padeiro. O que lhe enobreceu foi o título de Cavaleiro de São Lázaro, dado pelo regente da França.
Ramsay doi iniciado na Maçonaria em 10/03/1730, na Loja Horn, no Palácio Hord de Westminster. Sendo grande animador das idéias de Fenelon, ele trouxe o pensamento católico para a maçonaria escocesa stuartista. O serviço mais importante que ele prestou a maçonaria escocesa foi de lhe haver dado, com o seu “Discurso”, uma verdadeira carta e um código geral de pensamento, coisa que não concordam outrosautores, não vendo em seu discurso, mais de que um apelo a lendas uma paixão pelos títulos nobiliarquicos e uma pretensa ancestralidade dos cruzados em relação aos francos-maçons.
O Capítulo de Clermont foi criado em Paris, em 1754, pelo cavaleiro de Bonneville, com o nome do Colégio dos Jesuítas, onde ele foi instalado e local que já havia sido residência do prretendente ao trono inglês, CarlosEduardoStuart, filho de Jaime III.
Dizendo-se uma ObediênciaMaçônica, propunha-se a continuar a Ação da Loja Fundada em 1688, em Saint-Germain-en-Laye, praticar os altos graus – que já estavam se estendendo a partir daquele quartograu, e não manter vínculos com a Grande Loja, repudiando-a por suas atividades políticas.
Esse “Capítulo” teve existência efêmera, mas como o próprio discurso de Ramsay acabou rendendo frutos, através das idéias propagadas, para que fosse possível o advento definitivo dos Altos Graus. Isso propiciaria o surgimento do Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente, que G. Martin considera sucessor do Capítulo de Clermont – responsável pela implantação de uma escala de 25 graus.
O Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente, fundado em 1758, por Pirlet, em Paris ,foi a mais importante potência dita escocesa do século XVIII.
O título dessa Obediência basta para mostrar a influência aristocrática, a fixação nas Cruzadas, a fatuidade da época e o Grande poder de sedução exercido pelos Altos Graus.
Em 1758 mesmo, o Conselho criava umsistema de Altos Graus, impondo-lhe um limite de 25 graus, resolução que seria oficialmente inscrita nos seus estatutos de 1762. No início todos esses graus superiores eram chamados de “graus de perfeição”, termo que posteriormente seria aplicado aos graus compreendidos entre o 4º e 14º. Essa escala de 25 graus foi chamada de Rito de Perfeição, ou de Héredom.
Em 1761, um certo Etienne Morin, recebia do Conelho, uma patente, que o autorizava a fundar Lojas dos Altos Graus nas Américas. Lá chegando doisanos mais tarde, ele constatou que os outros o haviam precedido; em parte de sua correspondência, citada por Lantoine, é abordada “uma respeitável Loja escocesa” encontrada tão bem composta, da mesma maneira que a Loja Simbólica, que ele acreditou dever dar a eles as mesmas instruções. Isso significa que além desta Loja Simbólica, já existia uma oficina dos Altos GrausEscoceses, embora tenha sido através de Morin que essas Lojas progrediram e proliferaram.
E foi nos Estados Unidos que surgiu a maior empulhação, o maior logro da história do escocesismo : A invenção de que os Altos Graus foram criados pelo rei da Prússia, Frederico II.
A história “oficial” divulgada, inclusive, pelo Supremo Conselho francês, diz que CarlosStuart, filho de Jaime III, sendo chefe de toda a Maçonaria conferiu, a Frderico II, a dignidade de Grão-Mestre, nomeando-o, também, seu sucessor, qualidade na qual ele seria reconhecido como chefe dos Altos Graus. A 25 de outubro de 1782, com apenas ainda, os 25 graus de Héredon, eram confirmadas as Constituições e Regulamento de Bordeaux; quatroanos depois, segundo essa mesma versão “oficial”, Frederico transmitia os seus poderes e prerrogativas a um Conselho dos GrandesInspetores Gerais, ao mesmo tempo em que aumentava a escala para 33 graus e publicava, a 1º de maio de 1786, a “sua” Constituição.
Apesar da documentação, essa versão não tem a mínima credibilidade entre os bons autoresmaçônicos. Rebold por exemplo, afirma que Frederico II foi iniciado em 15 de agosto de 1738, em Brunswich e que, em 1744, A Loja “Três Globos”, de Berlim, fundada por artistas franceses, que haviam sido chamados à Prússia, foi por ele elevada a categoria de Grande Loja, da qual ele foi aclamado Grão-Mestre, exercendo o mandato até 1747. Desde essa época, ele não mais se ocupou de assuntos ativamente da Maçonaria e, quando o sistema dos altos graus foi introduzido pelo Marquês de Bernez, nas Lojas Alemãs, ele se mostrou inimigo da inovação, tratando-a com desdém, sendo duro em relação aos Altos Graus e prevendo que eles acabariam sendo motivo de constante discórdia entre as Lojas.
Marconay, diz que, em resposta a uma consulta sua, a Loja dos “Três Globos” enviou-lhe carta dizendo que Frederico foi, em parte, o criador do sistema que a Loja adotou, mas que nunca se imiscuiu em seus assuntos, nem se ocupou em ditar leis aos maçons; diz mais, esse documento, que a Grande Loja dos Três Globos não reconhecia e nem praticava mais do que os graus azuis de São João, mas que tinha um comitê, chamado Supremo Oriente Interior, que dirigia os trabalhos dos graus superiores, que não passavam de sete; o documento acabava dizendo que carecia de fundamentotudo aquilo que se referisse a prescrições de Frederico.
Dessa maneira, tanto as Constituições, Estatutos e Regulamentos”, quanto os Novos Institutos Secretos e Fundamentais da Muito Antiga e VenerávelSociedade dos Antigos Maçons Livres Associados, ou Ordem Real e Militar da Franco-Maçonaria”, de 1º de maio de 1786 atribuídos a Frederico, devemser rrevistos como documentos históricos do escocesismo, mas de autoria dos criadores do primeiroSupremo Conselho do mundo e com data posterior à que consta nos documentos, pois , vale repetir, se uma inovação tão grande como essa já ficara totalmente organizada, na Europa, em 1786, por que ela permaneceria oculta e ignorada até 1802, sendo necessário que os norte-americanos revelassem aos europeus a sua existência ?
Muito me estranha, que fatos históricos comprovados, ou melhor erros histórico, apenas tenham sido estudados por autoresmaçônicos, e nenhuma ação prática das autoridades maçônica tenha ocorrida para corrigir distorções como esta, principalmente, porque, a meta número um do maçom e da maçonaria é a busca da verdade.
É de se admirar também que, sendo Frederido II, autoritário e despótico, tenha contribuído para a criação de frases encontradas no Ritual do Grau 33, como estas ditas pelo Gr.’.M.’.CC.’. durante a iniciação:
Prússia – O nome aparece na história para designar: (1) o território dos prussianos, a SE do mar Báltico, que passou para domínio polonês e germânico na Idade Média; (2) a partir do séc. XVIII, o reino dos Hohenzollern que, com capital em Berlim, sobre o Spree, unificou a Alemanha num império em 1871; (3) o Estado (Land) da repúblicaalemã (depois da queda dos Hohenzollern em 1918), sucessora do I Reich. Esse Estado prussiano, que incluía a maior parte do reino da Prússia, foi dissolvido formalmente com a reorganização da Alemanha no segundo pós-guerra (lei de 25-02-1947). Segundo os acordos de Potsdam, a URSS recebeu a partenorte da Prússia oriental, com Königsberg (hoje Kaliningrad); o sul foi dado à Polônia, como parte da compensação pela perda dos seus territórios orientais.
Os prussianos primitivos eram caçadores e criadores de tronco indo-europeu. Foram catequizados no séc. XIII pelos Cavaleiros Teutônicos e por volta do séc. XVII já se tinham misturado completamente aos imigrantes germânicos que a Ordem introduzira na região. A convivência de alemães e poloneses foi sempre difícil na Prússia; desde o séc. XV as terras para o E do Vistula (a Prússia dita real) haviam sido cedidas manu militari à coroa polonesa.
A partir de 1525 a Prússia Alemã, ocidental, foi ducado hereditário da Hohenzollern e, em 1618, passou para o controle direto dos eleitores do Brandemburgo. Militarizou-se, adotou a Reforma com extrema ortodoxia e tornou-se, ao tempo de FredericoGuilherme o Grande Eleitor, uma potência européia de primeira classe. Frederico II recuperou a Prússia oriental, mas tudo foi perdido para Napoleão. A Prússia teve por isso, grande papel na sua queda – inclusive na batalha de Waterloo, decidida pelos soldados de Von Blücher.
O congresso de Viena restaurou o reino e aumentou-lhe o território (1815) . O primeiro-ministro Prussiano Otto von Bismarck derrotou a Áustria na guerra dos seteanos, anexou o Schleswig-Holstein, Hanover, Hesse, Nassau e Frankfurt-am-Main, derrotou a França de Napoleão III na guerra de 1870 e fundou o II Reich – em Versalhes.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Umavental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).