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Conhecer a Morte

Conhecer a Morte

Conhecer a Morte

Confesso que, durante anos, evitei olhar para a morte como quem evita um espelho rachado. Mas a filosofia — essa senhora implacável — ensinou-me que fugir da morte é fugir da própria vida. Em Busca de Sentido, sugerem que viver é encontrar um propósito que transcenda o próprio eu.

Conhecer a morte não significa convidá-la para a sala de jantar antes da hora, mas sim deixar de tratá-la como uma intrusa. Ao contrário do que supõe o senso comum, a morte não é um fracasso do organismo; é a condição de possibilidade de tudo o que chamo de humano.

Sem ela, as minhas escolhas seriam irrelevantes, o meu amor seria eterno e, por isso mesmo, banal. Este é o segundo artigo de uma trilogia que se propõe a explorar três questões fundamentais da existência: viver a vida , conhecer a morte e como poderemos diante do altíssimo.

A pesquisa aqui apresentada examina o que significa conhecer a morte à luz dos grandes pensadores e das tradições sagradas.

Sócrates, no Fédon, definiu a filosofia como "preparação para a morte";

Epicuro ensinou que "a morte nada é para nós", pois quando ela chega, já não estamos;

Sêneca, nas Cartas a Lucílio, recordou que "não é que tenhamos pouco tempo, mas que perdemos muito".

Heidegger, em Ser e Tempo, descreveu o ser humano como um "ser-para-a-morte", onde a consciência da finitude é o que nos desperta da existência inautêntica.

Doutrinadores como Santo Agostinho, nas Confissões, e Tomás de Aquino, na Suma Teológica, viram na morte a porta para a vida eterna. Novas interpretações, como as de Elisabeth Kübler-Ross, em Sobre a Morte e o Morrer, e de Viktor Frankl, sugerem que a aceitação da finitude é o caminho para uma vida mais plena e significativa.

Neste artigo, quero caminhar com os grandes pensadores e tradições sagradas para responder: o que é conhecer a morte, e por que esse conhecimento liberta? Convidando o leitor a caminharem conosco por esta reflexão, para que a compreensão da morte ilumine a prática da vida.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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