Quando me detenho diante do espelho da existência, uma questão me persegue desde os primeiros passos da minha juventude filosófica: o que significa, de fato, viver a vida? Não falo do simples metabolismo biológico, nem da sucessão cronológica de dias e noites.
Viver, para mim, sempre foi um enigma que exige coragem, lucidez e, por vezes, uma certa rebeldia contra o óbvio. Ao longo das décadas, percebi que a maioria das pessoas apenas atravessa a vida — respira, trabalha, consome, morre.
Mas poucas a vivem.
Viver a vida é um ato de presença radical, de escolha consciente, de enfrentamento do absurdo sem perder a ternura.
Este é o primeiro artigo de uma trilogia que se propõe a explorar três questões fundamentais da existência: tirar proveito e viver a vida, conhecer e identificar que haverá a morte e portanto deveremos chegar aos céus.
A pesquisa aqui apresentada examina o que significa viver autenticamente à luz dos grandes pensadores e das tradições teológicas que moldaram o Ocidente e o Oriente.
Sócrates, ao afirmar que "uma vida não examinada não merece ser vivida", lançou as bases da filosofia como exercício de lucidez; Epicuro ensinou que a felicidade reside na ausência de perturbação; Nietzsche exortou-nos a viver como se cada instante pudesse ser eterno; e Heidegger descreveu a existência autêntica como um "ser-para-a-morte", onde a consciência da finitude é o que nos desperta da banalidade.
Doutrinadores como Santo Agostinho, nas Confissões, e Tomás de Aquino, na Suma Teológica, viram em Deus a fonte da vida verdadeira.
Novas interpretações, como as de Viktor Frankl, em Em Busca de Sentido, sugerem que viver é encontrar um propósito que transcenda o próprio eu. De como se viver a vida e por que conhecer a morte, e como poderemos diante do altíssimo.
Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas desta questão, para que a compreensão da vida ilumine a prática da existência.
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).