Home / Livre / Ilustres / José Castellani

José Castellani

José Castellani

José Castellani

José Castellani foi um médico oftalmologista, escritor, jornalista e historiador brasileiro, conhecido por seu papel significativo na maçonaria brasileira. Ele foi iniciado na maçonaria em 1965 e alcançou o 33º Grau do Rito Escocês Antigo e Aceito. Castellani foi Secretário geral de Educação e Cultura e Presidente do Conselho Federal de Cultura. Ele fundou a Associação Brasileira de Imprensa Maçônica e a Academia Maçônica de Artes, Ciências e Letras. Castellani é homenageado por suas contribuições à cultura maçônica e por suas obras que têm influenciado a forma como entendemos a maçonaria no Brasil.

Nacido em Araraquara, 29 de maio de 1937 — 21 de novembro de 2004, foi um médico oftalmologista, escritor, jornalista e historiador brasileiro. Foi Secretário-Geral de Educação e Cultura e Presidente do Conselho Federal de Cultura.

Maçonaria

Foi iniciado na maçonaria em 9 de novembro de 1965 na Loja Comércio e Ciências em São Paulo, Grande Oriente de São Paulo, tendo atingindo o 33º Grau do Rito Escocês Antigo e Aceito. Nas várias atividades exercidas obteve inúmeros prêmios e destaques, tendo deixado um legado cultural e importantes realizações para a sociedade.[3] Foi Secretário de Cultura e Relações Públicas do Grande Oriente do Brasil. Fundou a Associação Brasileira de Imprensa Maçônica e a Academia Maçônica de Artes, Ciências e Letras.[2]

Homenagens

É homenageado pelas lojas maçônicas Augusta e Respeitável Loja Simbólica José Castellani, nº 3.883 e Augusta e Respeitável Loja Simbólica Fraternidade Acadêmica Dr. José Castellani, 3979, esta última em sua cidade natal, Araraquara,[4] federada ao Grande Oriente do Brasil e jurisdicionada ao Grande Oriente do Distrito Federal, fundada em 25 de outubro de 2007.

Pelo décimo aniversário de sua passagem para o Oriente Eterno, a loja homônima teve aprovada pelo Grande Oriente do Brasil a Comenda do Mérito Literário Maçônico José Castellani, a qual será outorgada a personalidades maçônicas destacadas no meio literário. Marca também essa passagem a elaboração de Peça de Arquitetura com seu legado, José Castellani: uma coletânea da Rede Mundial

Obra

Castellani é um dos principais historiadores da maçonaria no Brasil. De acordo com Michel Goulart da Silva, sua obra História do Grande Oriente do Brasil (1993) é um clássico e “um dos trabalhos mais completos publicados a respeito da maçonaria no Brasil. […] Pode-se afirmar que, enquanto síntese da história do GOB, localizando sua participação em alguns acontecimentos políticos ocorridos no Brasil, a obra de José Castellani […] é uma importante contribuição para que se possa conhecer a atuação da maçonaria na política brasileira e um primeiro passo fundamental para estudos posteriores”.

Para Benijohnson Silva, sua obra Os Maçons e a Abolição da Escravatura (1998) “foi de extrema importância, pois atentou-se na questão de imaginar onde esses personagens negros, como é caso de Luís Gama e Joaquim Nabuco, conseguiram ganhar destaque tanto dentro do âmbito dos movimentos abolicionistas, quanto dentro do cenário maçônico”. Foi o responsável pela recuperação da contribuição de Antônio Bento ao movimento abolicionista. Também de grande importância neste tópico é a obra A Maçonaria Brasileira na Década da Abolição (2000).

Na opinião de Ricardo Mário Gonçalves, Castellani é um dos poucos historiadores que “possuem suficiente bagagem cultural e espírito crítico para apresentarem contribuições de peso para o avanço da historiografia maçônica”,[11] mas alguns autores como Thiago Gonçalves e Marcos Silva criticam sua tendência a fazer uma apologia à maçonaria e supervalorizar a participação da organização na história nacional.

Publicações

Os Maçons que Fizeram a História do Brasil (1973);
A Ciência Maçônica e as Antigas Civilizações (1977);
Shemá Israel – A Civilização Hebraica e sua Influência no Mundo Atual (1977);
São Paulo na Década de 30 (1978);
A Maçonaria e sua Política Secreta (1981);
Liturgia e Ritualística do Grau de Aprendiz Maçom (1985);
A Maçonaria Moderna (1986);
Liturgia e Ritualística do Grau de Companheiro Maçom (1986);
Liturgia e Ritualística do Grau de Mestre Maçom (1987);
Consultório Maçônico – Volume I-V (1987 – 2000);
José Bonifácio: Um Homem Além do seu Tempo (1988);[13]
O Rito Escocês Antigo e Aceito – História, Doutrina e Prática (1988);
A Maçonaria e o Movimento Republicano Brasileiro (1989);[14]
O Mestre Instalado (1989);
Dicionário Etimológico Maçônico – Volume I-VI (1990-1994);
Curso Básico de Liturgia e Ritualística (1991);
Origens Históricas e Místicas do Templo Maçônico (1991);
Manual do Rito Moderno (1991);
O Mestre Secreto (1991);
Rito Moderno: A Liberdade Revelada (1991);
A Conjuração Mineira e a Maçonaria que não Houve (1992);
Cartilha do Aprendiz (1992);
História do Grande Oriente do Brasil (1993);
Os Maçons na Independência do Brasil (1993);[15]
A Cadeia Partida (1994);
A Maçonaria e sua Herança Hebraica (1994);
História do Grande Oriente de São Paulo (1994);
A Cisão de 1927 do Grande Oriente do Brasil (1995);
Análise da Constituição de Anderson (1995);
Manual Heráldico do Rito Escocês Antigo e Aceito – Volume I-II (1995-1997);
Do Pó dos Arquivos – Volume I-II (1995-1996);
Origens do Misticismo na Maçonaria (1995);
Amizade: A Primeira Loja Maçônica na História de São Paulo (1996);
Grande Oriente de São Paulo – 75 Anos (1996);
Os Maçons e a Questão Religiosa do Século XIX (1996);
Histórias Pitorescas de Maçons Célebres (1997);
O Cavaleiro Rosa-Cruz (1997);
Cartilha do Grau de Companheiro (1998);
Os Maçons e a Abolição da Escravatura (1998);
Fragmentos da Pedra Bruta (1999);
Manual do Mestre Instalado (1999);
Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito no Brasil (2000);
A Ação Secreta da Maçonaria na Política Mundial (2001);[16]
Maçonaria e Astrologia (2004);
A Maçonaria na Década da Abolição e da República
Piratininga: História da Loja Maçônica Tradição de São Paulo

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

Deixe uma resposta

A Maçonaria Regular

3
4
1
2

 

A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

MS Maçom


Nossas TAGs

Assine a Newsletter

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

Junte-se a 73 outros assinantes

Desclpa! Você não pode copiar conteúdo desta página.

Descubra mais sobre MS MAÇOM

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading