José Castellani foi um médico oftalmologista, escritor, jornalista e historiador brasileiro, conhecido por seu papel significativo na maçonaria brasileira.
Nacido em Araraquara, 29 de maio de 1937 — 21 de novembro de 2004, foi um médico oftalmologista, escritor, jornalista e historiador brasileiro. Foi Secretário-Geral de Educação e Cultura e Presidente do Conselho Federal de Cultura.
Pelo décimo aniversário de sua passagem para o Oriente Eterno, a loja homônima teve aprovada pelo Grande Oriente do Brasil a Comenda do Mérito Literário MaçônicoJosé Castellani, a qual será outorgada a personalidades maçônicas destacadas no meio literário. Marca também essa passagem a elaboração de Peça de Arquitetura com seu legado, José Castellani: uma coletânea da Rede Mundial
Para Benijohnson Silva, sua obra Os Maçons e a Abolição da Escravatura (1998) “foi de extrema importância, pois atentou-se na questão de imaginar onde esses personagens negros, como é caso de Luís Gama e Joaquim Nabuco, conseguiram ganhar destaque tanto dentro do âmbito dos movimentos abolicionistas, quanto dentro do cenário maçônico”. Foi o responsável pela recuperação da contribuição de Antônio Bento ao movimentoabolicionista. Também de grande importância neste tópico é a obra A Maçonaria Brasileira na Década da Abolição (2000).
Na opinião de Ricardo Mário Gonçalves, Castellani é um dos poucos historiadores que “possuem suficiente bagagem cultural e espírito crítico para apresentarem contribuições de peso para o avanço da historiografia maçônica”,[11] mas alguns autores como Thiago Gonçalves e Marcos Silva criticam sua tendência a fazer uma apologia à maçonaria e supervalorizar a participação da organização na história nacional.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).