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A Filosofia da Escassez de Recursos: Fome, Guerra e Dissolução dos Laços

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A Filosofia da Escassez de Recursos: Fome, Guerra e Dissolução dos Laços

Caro leitor, ao longo de minhas pesquisas sobre a dissolução de grupos sociais, sempre me deparei com um fator que, embora pareça óbvio, raramente é examinado em sua profundidade filosófica: a escassez de recursos.

Não se trata apenas de falta de dinheiro ou comida, mas da experiência humana fundamental de não ter o suficiente — e do que isso faz conosco. Convido você a refletir: quantas famílias se despedaçaram por disputas de herança? Quantas nações entraram em guerra por territórios?

Quantas amizades naufragaram na competição por uma vaga de emprego?

A importância deste tema é imensa, pois a escassez não é um fenômeno natural ou inevitável — ela é, muitas vezes, produzida e distribuída de forma desigual.

Compreender filosoficamente a escassez é o primeiro passo para transformarmos nossa relação com os bens materiais e, quem sabe, construirmos sociedades mais justas e relações mais duradouras. Vamos juntos percorrer o pensamento dos grandes filósofos sobre essa força que, desde os primórdios, molda destinos e despedaça laços.

A escassez de recursos é uma das experiências humanas mais primordiais e, ao mesmo tempo, mais determinantes para a configuração das relações sociais. Desde a disputa por alimentos nas sociedades primitivas até a competição por água, energia e territórios no mundo contemporâneo, a falta do necessário para a sobrevivência e o bem-estar tem sido um motor implacável de conflitos, rupturas e dissolução de grupos.

Mas o que a filosofia tem a dizer sobre esse fenômeno? Longe de ser um mero problema econômico ou logístico, a escassez é tratada por muitos pensadores como um princípio estruturante da política, da ética e da própria condição humana. Este artigo percorre as principais correntes da filosofia clássica e moderna sobre a escassez de recursos, avaliando seus aspectos positivos e negativos à luz dos grandes doutrinadores.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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