Caro leitor, ao longo de minhas pesquisas sobreconflitos e dissolução de grupos sociais, sempre me impressionou como uma figura central — o líder— pode ser tanto o cimento que mantém a comunidade unida quanto o martelo que a despedaça.
Nas pesquisas que realizei sobre os mecanismos de coesão e dissolução dos grupos sociais, sempre me impressionou como a figura central do líder pode ser simultaneamente o cimento que une a comunidade e o martelo que a despedaça.
A liderança autoritária, em particular, carrega uma ambiguidade profunda: promete ordem e eficiência, mas frequentemente entrega silenciamento e opressão. Esta é uma questão que remonta aos albores da filosofia política.
Platão, na República, já advertia que a democracia, pelo seu próprio excesso de liberdade, cria as condições para o surgimento da tirania, uma ideia complementada por Aristóteles, que via na tirania uma das formas corruptas de governo, onde o governante busca o seu próprio interesse em detrimento do bem comum.
Ao longo da história do pensamento, o tema do poder absoluto e da sua relação com a liberdade foi explorado por diversos doutrinadores.
Maquiavel, em O Príncipe, analisou a necessidade de umlíder forte para fundar um Estado, mas suas reflexões foram frequentemente interpretadas como um manual para o governante autoritário.
Mais recentemente, pensadores como Hannah Arendt e Alexis de Tocqueville dedicaram-se a compreender as raízes do despotismo e do totalitarismo nas sociedades modernas, mostrando como o individualismo e a busca pelo igualitarismo podem, paradoxalmente, abrir caminho para o autoritarismo.
A importância deste tema é urgente, pois vivemos em um tempo de ascensão de lideranças fortes que, na ânsia de "colocar ordem na casa", muitas vezes destroem a casa por dentro.
Compreender os mecanismos da liderança autoritária, como desvendado pelos grandes filósofos, é fundamental para proteger o tecido social e a liberdade individual.
Este artigo, fruto de uma pesquisa que percorreu o pensamento de Platão, Aristóteles, Maquiavel, Hobbes, Rousseau, Tocqueville e Arendt, convida o autor e o leitor a refletirem sobre a tensão entre a segurança que o poder forte promete e a liberdade que ele frequentemente suprime.
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).