Sob o fulgor das velas, uma investigação pessoal
Quando visualizei pela primeira vez um templo maçónico, fui capturado por um jogo de luzes que parecia escapar a uma mera funcionalidade.
O que me motivou foi compreender porque é que a Loja escolhera precisamente este objeto — um candelabro de três luzes — para iluminar os seus momentos mais solenes. A resposta conduziu-me através dos séculos: desde as lâmpadas de azeite dos egípcios, passando pelos candelabros assírios e pelo esplendor do Templo de Jerusalém, até chegar aos rituais das guildas operativas e às Lojas especulativas, onde os candelabros de três luzes nos seus tronos e no altar se tornaram o símbolo por excelência da autoridade tripartida que governa os trabalhos maçónicos.
No Oriente, no Ocidente e no Sul, três candelabros elevavam-se sobre o Altar, cada um sustentando três velas cujas chamas dançavam na penumbra.
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"Espalhar talento e boas vibrações é um dos grandes trunfos dos seres humanos! - William Preston"
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