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Imperador Ashoka (304 a.C. – 232 a.C.): O Monarca Sanguinário que se Tornou Apóstolo da Paz

Imperador Ashoka (304 a C – 232 a C ) O Monarca Sanguinário que se Tornou Apóstolo da Paz

Imperador Ashoka (304 a.C. – 232 a.C.): O Monarca Sanguinário que se Tornou Apóstolo da Paz

Introdução 

Quando me propus a investigar a figura do Imperador Ashoka, confesso que esperava encontrar apenas mais um nome entre os tantos soberanos da antiguidade indiana — relevante, sem dúvida, mas talvez menos fascinante do que Alexandre ou Ciro.

Ledo engano. Ao longo desta pesquisa, deparei-me com uma das trajetórias mais surpreendentes e paradoxais de toda a história da realeza: um príncipe que matou seus próprios irmãos para ascender ao trono, um conquistador que banhou o subcontinente em sangue, um tirano tão temido que recebeu o apelido de “Ashoka, o Cruel” — e que, no auge de seu poder, tendo diante de si um campo de batalha repleto de cadáveres, sofreu uma transformação tão radical quanto genuína.

De guerreiro implacável, converteu-se ao budismo, renunciou à violência e dedicou o resto de seus dias a pregar a tolerância, a compaixão e a justiça social. Sua história, que une o horror da guerra à sublime esperança da redenção, é, a meu ver, uma das mais emocionantes que a história nos legou — um testemunho de que mesmo o coração mais endurecido pode ser tocado pela dor alheia.

Neste artigo, convido o leitor a conhecer a jornada desse homem extraordinário, cujo nome, por séculos esquecido, foi redescoberto no século XIX e hoje adorna a bandeira da Índia moderna. Afinal, como escreveu o célebre romancista H.G. Wells, em meio à multidão de nomes de monarcas que se acumulam nas colunas da história, “o nome de Ashoka brilha e brilha quase sozinho, como uma estrela”.

Biografia

Origens e Nascimento: O Príncipe da Dinastia Máuria

Ashoka Vardhana — mais conhecido como Ashoka (ou Açoca, na grafia portuguesa) — nasceu em 304 a.C. em Pataliputra (atual Patna, no estado indiano de Bihar), capital do Império Máuria. Era neto de Chandragupta Máuria, o lendário fundador do império que unificou o norte da Índia no final do século IV a.C., e filho do imperador Bindusara e de sua rainha, Subhadrangi (também chamada Dharma em algumas tradições).

Curiosamente, a tradição budista envolve seu nascimento em uma atmosfera lendária. Conta-se que sua mãe, Subhadrangi, era filha de um brâmane e, afastada do leito do rei por intrigas palacianas, quando finalmente teve acesso ao esposo e lhe deu um filho, deu-lhe o nome de Ashoka, que significa “aquele que não tem pena” ou “isento de sofrimento”, pois sua chegada teria posto fim às angústias maternas.

O jovem Ashoka cresceu em uma corte imersa na tradição do Arthashastra, o tratado de ciência política e arte de governar atribuído ao Primeiro-Ministro Chanakya (Kautilya), que enfatizava a realpolitik, a espionagem, a guerra e o poder centralizado — uma educação que, por si só, já o preparava para os métodos implacáveis que caracterizariam seus primeiros anos de governo.

Juventude e Ascensão ao Poder

Ashoka não era o filho mais velho, e, portanto, não era o herdeiro natural do trono. Seu meio-irmão Susima era o príncipe herdeiro, e Ashoka, para sobreviver e prosperar, precisou demonstrar suas capacidades militares e administrativas. Ainda jovem, foi enviado por seu pai para reprimir uma revolta na província de Taxila (no atual Paquistão). A tradição budista narra que Bindusara lhe deu um exército desarmado — circunstância contornada por uma intervenção sobrenatural. Depois do sucesso nessa missão, o rei o nomeou governador de Ujjain, importante centro comercial do império.

Foi nessa época que Ashoka conheceu sua primeira grande paixão: Devi (também conhecida como Vidisha-mahadevi), filha de um mercador da cidade. Dessa união, teria nascido seu filho mais velho, Mahendra (ou Mahinda), e uma filha, Sanghamitra — ambos mais tarde fundamentais na difusão do budismo para o Ceilão (atual Sri Lanka).

A morte de Bindusara em 273 a.C. desencadeou uma feroz guerra de sucessão. Diferentemente das versões higienizadas de algumas tradições, as fontes históricas são claras: Ashoka matou todos os seus rivais ao trono. Os relatos variam — segundo uma fonte, ele teria assassinado seis irmãos; outras falam em noventa e nove. O que se sabe é que, após quatro anos de sangrenta guerra civil, Ashoka finalmente se assentou no trono de Pataliputra por volta de 269 ou 268 a.C.

O Reinado Cruel: “Chanda Ashoka”

Os primeiros anos do reinado de Ashoka foram marcados por um despotismo tão brutal que lhe valeram o apelido de “Chanda Ashoka” — “Ashoka, o Cruel”. As crônicas recolhem episódios chocantes, ainda que em parte lendários. Conta-se, por exemplo, que certa vez, quando as mulheres de seu harém o desprezaram por sua fealdade, ele ordenou que quinhentas fossem queimadas vivas. O peregrino budista chinês Fa Xian registrou a tradição de que Ashoka teria construído um “inferno terrestre” — um jardim murado onde atraía curiosos para submetê-los a torturas horríveis. A lenda narra que um monge budista, ao suportar os suplícios com serenidade, teria logrado converter o soberano.

Seja como for, não há dúvida de que Ashoka governava com mão de ferro. Ampliou o já vasto Império Máuria, que se estendia do atual Afeganistão e partes do Irã, a oeste, até Bengala, a leste, e ao sul até a região de Mysore — abrangendo quase toda a massa territorial do subcontinente indiano.

O Ponto de Virada: A Guerra de Kalinga

O marco decisivo em sua vida ocorreu por volta de 260 a.C., oito anos após sua coroação. Restava ainda um reino independente na costa leste da Índia, rico e orgulhoso: Kalinga (no atual estado de Orissa). Os reis de Kalinga haviam resistido por gerações à hegemonia máuria, e Ashoka decidiu eliminá-los de uma vez por todas.

A campanha militar, embora bem-sucedida, foi um dos conflitos mais sanguinários da história antiga. Segundo as próprias estimativas de Ashoka, registradas em seus éditos, 150.000 pessoas foram deportadas e 100.000 mortas no campo de batalha — além de inúmeras outras que sucumbiriam posteriormente a seus ferimentos. O total de vítimas, segundo algumas fontes, teria chegado a 300.000 almas.

Foi depois dessa carnificina que Ashoka visitou o campo de batalha. Deparou-se com montanhas de cadáveres apiloados, o chão encharcado de sangue, crianças órfãs, mulheres desesperadas, o cheiro da morte impregnado no ar. E compreendeu, pela primeira vez, o significado real de suas conquistas. Como ele mesmo escreveu em um dos seus éditos de pedra (Édito Principal nº 13):

“O Amado dos Deuses sentiu remorsos pela conquista de Kalinga, porque quando um país é conquistado pela primeira vez, as matanças, a morte e a deportação de pessoas são muito tristes para o Amado dos Deuses e pesam gravemente sobre sua alma.”

A Conversão ao Budismo e a Nova Vida

Nos anos seguintes, Ashoka mergulhou em profunda crise existencial. Convidou sábios de todo o império para debates filosóficos, buscando a paz interior que sua vida de violência lhe negara. Foi então que se voltou para o budismo, a religião contemplativa fundada por Siddhartha Gautama (Buda) no século VI a.C.

No décimo ano de seu reinado (por volta de 258 a.C.), Ashoka empreendeu uma peregrinação de 256 dias a pé pelas margens do Ganges até Sarnath, o local onde Buda havia proferido seu primeiro sermão. Prossiguiu até Bodh Gaya, onde se erguia a sagrada árvore bodhi sob a qual Siddhartha alcançara a iluminação. Diante da árvore, Ashoka sentiu ter alcançado ele mesmo uma ilustrada serenidade. Erigiu ali um templo e, a partir de então, fez-se chamar Dharma Ashoka — “Ashoka, o Piedoso” ou “o Justo”.

Sua conversão, no entanto, não foi uma adesão sectária exclusiva. Ashoka nunca impôs o budismo a seus súditos. Pelo contrário, pregou a tolerância universal, afirmando em seus éditos que o budismo deveria coexistir ao lado do bramanismo, do jainismo e dos ajivikas — e que o respeito a todas as crenças era a verdadeira piedade.

Os Éditos de Ashoka: A Mensagem nas Rochas

Para propagar sua nova doutrina de retidão — chamada Dhamma (ou Dharma, em sânscrito) —, Ashoka mandou gravar inscrições em pilares de pedra, em rochas, nas paredes de cavernas e em estelas distribuídas por todo o vasto império. Conhecemos hoje cerca de 33 éditos, escritos em dialetos locais (não em sânscrito, a língua oficial da corte) para que fossem compreendidos pelo povo comum.

Os éditos abordavam temas surpreendentemente avançados para a época:

  • Tolerância religiosa: “Quem honra sua própria seita e difama as outras, por devoção à sua própria seita, está prejudicando gravemente sua própria seita.”

  • Proteção aos animais: Proibiu sacrifícios de animais e instituiu um dia sem abate de criaturas. Criou hospitais veterinários.

  • Justiça e bem-estar social: Ordenou a construção de hospitais para humanos, poços, estradas sombreadas com árvores e pousadas para viajantes.

  • Boa governança: Os éditos exortavam os súditos à generosidade, à piedade, à justiça e à misericórdia. Em um deles, o imperador declarou: “Todos os homens são meus filhos. Assim como desejo para meus filhos todo o bem-estar e felicidade deste mundo e do próximo, o mesmo desejo para todos os homens.”

A Morte e o Desaparecimento de sua Memória

Ashoka faleceu em 232 a.C., aos 72 anos. Conforme seu desejo expresso (seguindo o costume budista), seu corpo foi cremado em menos de 24 horas e suas cinzas lançadas ao sagrado rio Ganges, possivelmente na cidade de Varanasi (Benarés).

O império que ele governou com tanta sabedoria nos últimos anos desmoronou rapidamente após sua morte. Seu neto e sucessor, Dasharatha Máuria, não teve a mesma estatura política, e cerca de 50 anos depois a dinastia Máuria chegou ao fim, substituída pelo Império Sunga.

Mais surpreendente ainda: a própria memória de Ashoka foi apagada da história indiana por séculos. Os grandes épicos, as listas de reis, as crônicas — tudo silenciou sobre ele. Foi somente em 1837 que um erudito britânico chamado James Prinsep conseguiu decifrar a escrita brahmi das inscrições nos pilares e identificou o nome do imperador até então desconhecido. A grandeza de Ashoka — o monarca guerreiro que se tornara apóstolo da paz — foi revelada ao mundo. Desde então, ele é celebrado como um dos maiores imperadores da Índia.

Feitos e Conquistas

O legado de Ashoka é tão vasto quanto singular:

  1. Unificação do subcontinente indiano: Durante seu reinado, o Império Máuria alcançou sua máxima extensão geográfica, estendendo-se do atual Afeganistão e Irã, a oeste, até Bengala, a leste, e Mysore, ao sul — a primeira vez que quase toda a Índia esteve sob um único governo.

  2. Renúncia à guerra por convicção pessoal: Ashoka foi o primeiro soberano da história a renunciar publicamente às conquistas militares como instrumento de política de Estado, baseado em princípios éticos e religiosos.

  3. O conceito de Dhamma: Desenvolveu um código de conduta social virtuosa que não era estritamente religioso, mas sim um conjunto de valores éticos universais — piedade, tolerância, respeito pelos mais velhos, cuidado com os pobres e doentes, não violência.

  4. Os Pilares e Éditos de Ashoka: A primeira “propaganda estatal” da história em favor da paz e da ética, inscrita em pedra em dezenas de locais. Essas inscrições são também os primeiros exemplos de escrita na história da Índia.

  5. Tolerância religiosa pioneira: Enquanto muitos governantes antigos impunham sua pela espada, Ashoka promoveu o respeito por todas as crenças, incluindo bramanismo, jainismo, ajivikas e budismo.

  6. Expansão do budismo no mundo: Enviou emissários missionários para diversos países, incluindo Síria, Egito, Grécia e Sri Lanka. Seus próprios filhos, Mahendra e Sanghamitra, lideraram a missão que converteu o Ceilão (Sri Lanka) ao budismo — que permanece até hoje majoritariamente budista.

  7. Criação do serviço de saúde pública e hospitalar: Estabeleceu hospitais para seres humanos e também para animais — um feito notável em qualquer época.

  8. Obras de infraestrutura: Construiu uma vasta rede de estradas (incluindo a famosa “Grande Estrada do Norte”), com árvores plantadas para sombra, poços e pousadas para viajantes.

  9. Proteção animal: Foi um dos primeiros governantes a proibir a caça indiscriminada e os sacrifícios de animais.

  10. Legado simbólico na Índia moderna: A Roda de Ashoka (Ashoka Chakra) está no centro da bandeira nacional da Índia. O Capitel dos Leões de Ashoka — quatro leões imponentes de costas unidas — foi adotado como emblema nacional da República da Índia em 1950, aparecendo em moedas, cédulas e documentos oficiais.

Curiosidades

  1. O nome significativo: “Ashoka” em sânscrito significa “aquele que não tem sofrimento” ou “isento de dor”. Um nome profético, pois ele foi um homem que, após tanto causar sofrimento, dedicou-se a aliviá-lo.

  2. O apelido terrível: Seus primeiros anos como imperador foram tão sanguinários que ele foi chamado de “Chanda Ashoka” — Ashoka, o Cruel. Após sua conversão, o apelido mudou para “Dharma Ashoka” — Ashoka, o Piedoso.

  3. O “inferno terrestre”: A lenda do jardim murado onde Ashoka torturava curiosos, embora provavelmente apócrifa, mostra a imagem que os contemporâneos tinham de sua ferocidade inicial.

  4. O sonho do avô: Diz a tradição que seu avô, Chandragupta, ao retirar-se para uma vida jainista, jogou fora sua espada. Ashoca, ainda menino, encontrou-a e guardou-a, ignorando a advertência do velho sábio — e essa espada simbólica viria a banhar o subcontinente de sangue.

  5. Dois mil anos esquecido: Apesar de sua imensa fama no leste asiático (China, Tibete, Sri Lanka), o nome de Ashoka foi completamente apagado da memória indiana por mais de 1.500 anos. Sua redescoberta em 1837 por James Prinsep foi um dos momentos mais emocionantes da arqueologia histórica.

  6. Nem tudo foi paz: Embora tenha renunciado à guerra de conquista, Ashoka manteve o controle sobre Kalinga e continuou a usar a força moderada contra tribos rebeldes nas fronteiras. Ele não era um pacifista absoluto — mas um governante pragmático que, no entanto, colocou a ética acima da simples expansão territorial.

  7. Admirado no Ocidente: O historiador inglês H.G. Wells, em sua monumental Outline of History, escreveu que, entre todos os reis da história, o nome de Ashoka “brilha e brilha quase sozinho, como uma estrela”. Wells notou que mais homens vivos honram sua memória do que jamais ouviram os nomes de Constantino ou Carlos Magno.

  8. A medicina para animais: Em um feito notável para o século III a.C., Ashoka ordenou a construção de hospitais veterinários em todo o seu império.

  9. O grande missionário: Seu filho Mahendra, ainda adolescente, liderou a missão budista ao Ceilão, onde converteu o rei Devanampiya Tissa, fundando o budismo teravada que predomina no Sri Lanka até hoje.

  10. Influência sobre os gregos: Em uma região do atual Afeganistão que estivera sob domínio grego, Ashoka mandou gravar um édito em grego e aramaico — um dos primeiros exemplos de comunicação intercultural entre o mundo helenístico e o indiano.

Obras Inspiradas no Monarca

Embora Ashoka não tenha deixado textos literários de sua autoria — exceto os próprios éditos —, sua vida extraordinária inspirou inúmeras criações artísticas e literárias:

  • Ashoka: The Great Emperor (1973): Série de televisão indiana que retratou sua vida e conversão.

  • Éditos de Ashoka (c. 260–232 a.C.): Embora sejam inscrições, não livros, constituem a “obra” deixada pelo imperador: 33 textos em pedra e pilar que são a primeira expressão escrita da história indiana.

  • Ashokavadana (c. século II d.C.): Texto budista em sânscrito que narra a lenda de Ashoka, incluindo episódios milagrosos e sua conversão. É uma das principais fontes não arqueológicas sobre sua vida.

  • Ashoka: A Rebel Princess (2007): Romance histórico da autora indiana Kavita Kane, que narra a história de Ashoka sob a perspectiva de sua esposa Devi.

  • Ashoka the Great (biografia de W. W. Hunter, 1895): Um dos primeiros estudos modernos sobre o imperador, escrito após a redescoberta dos éditos.

  • A History of the World in 100 Objects (BBC Radio 4, 2010): O programa dedicou um episódio ao “Pilar de Ashoka”, discutindo sua importância global.

  • Ashoka (2001): Filme épico de Bollywood dirigido e produzido por Santosh Sivan, estrelado por Shah Rukh Khan no papel do imperador e Kareena Kapoor como a princesa Kaurwaki de Kalinga. Embora largamente ficcional, popularizou a história de Ashoka no cinema mundial.

Considerações Finais

Ao final desta pesquisa, fica evidente que Ashoka foi uma figura de contrastes tão extremos que parece ter sido vivida por dois homens diferentes. O primeiro foi um príncipe cruel, fratricida, um conquistador movido pela ambição e disposto a tudo para expandir seu poder — o estereótipo do déspota oriental. O segundo foi um monarca contrito, quase um monge coroado, que renunciou à guerra, protegeu os animais, construiu hospitais para pobres e viajou a pé pelo império para pregar a paz e a tolerância.

Essa transição radical não foi uma farsa política ou uma jogada de propaganda, como alguns historiadores céticos sugeriram. Tudo indica que foi genuína — o produto de um choque moral tão profundo que alterou a personalidade de um homem no auge do poder. E, o que é mais notável, Ashoka não apenas mudou a si mesmo; tentou mudar o mundo ao seu redor. Sua visão de um governo baseado na ética, no bem-estar social e no respeito mútuo antecipa em mais de dois milênios ideias que o Ocidente apenas começaria a considerar seriamente a partir do Iluminismo.

Sua memória, perdida por séculos, foi resgatada e hoje brilha na roda central da bandeira indiana — um símbolo silencioso, mas eloquente, de que a justiça e a compaixão podem, sim, governar os negócios humanos. Como escreveu H.G. Wells: “No meio das dezenas de milhares de nomes de monarcas que se amontoam nas colunas da história, o nome de Ashoka brilha e brilha quase sozinho, como uma estrela.” E é assim que este pesquisador, ao final desta jornada, escolhe recordá-lo.

Pesquisa e Redação Ivair Ximenes Lopes

Fontes de Pesquisa

  • Wikipédia, a enciclopédia livre. “Açoca” [pt.wikipedia.org].

  • Wikipédia, a enciclopédia livre. “Ashoka” [en.wikipedia.org].

  • National Geographic España. “Ashoka, el emperador pacifista de la India” (28 de setembro de 2023).

  • World History Encyclopedia. “Ashoka il Grande” (em italiano).

  • World History Encyclopedia. “Ashoka, O Grande” (em português, 15 de novembro de 2025).

  • National Geographic (em inglês). “Who was Ashoka?” (Kristin Baird Rattini, 1º de abril de 2019).

  • Magazine Siempre! (México). “Ashoka, el Emperador iluminado” (14 de maio de 2016).

  • Folha de S.Paulo. “Ashoka teria decidido mudar de vida após visitar campo de batalha”.

  • Univision. “La descollante historia de Ashoka: el sanguinario emperador de la India que se convirtió en un pacífico unificador budista” (13 de janeiro de 2016).

  • Britannica. “Ashoka (emperor of India)”.

  • BBC Radio 4. “A History of the World in 100 Objects: Pillar of Ashoka” (18 de maio de 2010).

  • IMDb. “Ashoka (2001)” — filme de Santosh Sivan estrelado por Shah Rukh Khan.

  • IDN Times. “5 Fakta Ashoka the Great” (2 de novembro de 2020).

  • Original Buddhas. “Ashoka – The Great Emperor | Buddhism Preacher”.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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