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Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente: O Governo Secreto dos 25 Graus e a Matriz Esquecida do Rito Escocês

Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente O Governo Secreto dos 25 Graus e a Matriz Esquecida do Rito Escocês

Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente:

O Governo Secreto dos 25 Graus e a Matriz Esquecida do Rito Escocês

Quando me debrucei em pesquisas sobre a origem do Rito Escocês Antigo e Aceito, imaginei que encontraria uma história linear – uma sucessão natural de ritos que, como um rio, fluiria das primeiras experiências maçônicas continentais até sua consolidação nas Américas, isso lá, nos idos de quase 20 anos atrás.

Foi por isso que, ao deparar-me com a menção de um "Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente", minha primeira reação foi de desconfiança: o nome soava tão grandioso, tão hermético, que julguei tratar-se de mais uma das muitas sociedades efêmeras que pontilharam a Paris setecentista, sem maior relevância para a história que me propus a contar.

Percebi, então, que a história do Rito Escocês não podia ser contada sem se passar por Paris, por aquele conselho de nome imperial, e que o verdadeiro "berço" dos altos graus estava muito mais nas salas fechadas da aristocracia parisiense do que nos escritórios de Charleston.

Neste artigo, compartilho os frutos dessa minha imersão na história do Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente – uma pesquisa que me levou a confrontar fontes contraditórias, a desvendar as rivalidades e os escândalos que marcaram sua trajetória, e a compreender como uma organização de apenas duas décadas pôde deixar um legado tão duradouro.

Convido o leitor a acompanhar-me nessa jornada, não para repetir datas ou enumerar graus, mas para entender que a Maçonaria de altos graus não nasceu de um ato único, mas de uma longa cadeia de transmissão que teve, na Paris do século XVIII, seu elo mais decisivo – e, talvez, mais esquecido.

Afinal, revisitar o Conselho dos Imperadores é compreender que, por trás de cada rito que hoje celebramos, há sempre uma história de poder, de visão e de teimosia – e que os verdadeiros arquitetos do REAA foram, muitas vezes, aqueles que o tempo preferiu esconder.

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"A Maçonaria não é uma simples associação, mas uma grande família espiritual unida pelos laços do amor fraternal - A. Leterre"           

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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