Militar, professor, positivista e maçom, ele foi o arquiteto silencioso de uma revolução que transformou para sempre os destinos do país . A sua trajetória, entrecortada por fatores políticos cruciais — o abolicionismo, a Guerra do Paraguai, a Questão Militar e o positivismo —, culminou na Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.
A importância deste estudo reside na forma como Benjamin Constant, através do ensino e da difusão das ideias positivistas entre a jovem oficialidade, preparou o terreno para a queda do Império . Como observou o historiador Gustavo Barroso, “tudo se preparou em segredo, puramente em círculos militares, assistidos por poucos civis” .
A Maçonaria, à qual pertencia, foi o ponto de encontro onde Iluminismo, Liberalismo e Positivismo se fundiram para moldar uma nova identidade nacional .
Novas interpretações, como as de Alexandre Barata, demonstram que a Ordem maçónica, longe de ser inexpressiva, foi uma das principais instituições na luta pela estruturação de um Estado laico e de uma educação pública e obrigatória.
Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem a vida e o legado deste “fundador da República”, cuja influência se estende da bandeira nacional ao Instituto Benjamin Constant, perpetuando a sua memória e o seu ideal de uma nação livre e esclarecida
Para celebrar o 07 dia do passamento do benemérito Patriarca Fundador da RepúblicaBrasileira, Dr. Benjamin Constant, propomos se indique ao governo Provisório, como justa homenagem ao patriota general cidadão, que seja perpetuamente conservado no Almanaque Militar, no lugar que lhe competia entre os generais-de-brigada, o seu nome imortal, de sorte a, moralmente, não ser preenchida a sua vaga.
Congresso Nacional, Sala das Sessões, 28 Janeiro. 3o da República.
Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1) , um dos heróis do panteão republicano, nasceu a 18 de outubro de 1836, em Niterói (Rio de Janeiro), no bairro de São Lourenço, tendo a sua passagem para o oriente eterno ocorrido em 22 de janeiro de 1891.
O nascimento de Benjamin Constant deu-se quando a vida política brasileira iniciava uma nova fase, com a institucionalização dos partidos Liberal e Conservador no âmbito de umsistema parlamentar que, conforme Lemos (1997, p.2), balizou por meio século o jogo de poder nacional, sob a égide do Poder Moderador.
Esse entrecruzar-se tem início quando, reduzida à pobreza – após a morte do seu pai em 1849 (2) –, a família Botelho de Magalhães se transferiu para o Rio de Janeiro, em 1850, posto que na capital do Império consumava-se o processo de supressão do tráfico internacional de escravos, iniciado em 1831.
Em 1852, Benjamin Constant ingressou na Escola Militar do Rio de Janeiro, quando a filosofia positivista começava a ser conhecida na instituição, onde, entre 1850 e 1854, foram defendidas várias teses inspiradas na doutrina de AugustoComte. Atraído pelo estudo da matemática, Benjamin logo se envolveria com o ambiente cientificista, fazendo com que o positivismo se tornasse o elemento unificador da sua vida emocional e intelectual.
De outra parte, a vida de Benjamin cruzou com linhas de força significativas do processo históricoquando da sua participação – que durou apenas um ano – na guerra do Paraguai (1865-1870) (3), fato que foi decisivo na sua formação intelectual e política (LEMOS, 1997, p. 6).
Na primeira metade da década de 1880, marcada pela ebulição entre os militares, por conta da intensificação do movimentoabolicionista e de problemas disciplinares, Benjamin envolveu-se nos conflitos – conhecidos como Questão Militar – que opuseram as forças armadas, principalmente o Exército, ao governo imperial (LEMOS, 1997, p. 11). Por essa ocasião, anota Castellani (2003, p. 21), ele se colocaria no centro dos acontecimentos decisivos da nação. Por influência dele, o Clube Militar, fundado em junho de 1887, adotaria as bandeiras da abolição da escravatura e da República.
Nesse contexto, insta observar que foi a partir do início da década de 1880 que o movimentoabolicionista ganhou força e repercussão nacional, mas já em 4 de abril de 1870 foi aprovado um projeto da autoria do maçom Rui Barbosa, apresentado na loja maçônicaAmérica, do Oriente de São Paulo, em que constava a obrigatoriedade de todas as lojasmaçônicas brasileiras reservarem um quinto de sua receita para alforriamento de crianças escravas e o compromisso de todos maçons de que declarariam livres, daí em diante, todas as crianças do sexo feminino que fossem filhas de escravas suas (COLUSSI, 2002, p. 36).
De notar-se que o movimento republicano brasileiro organizou-se a partir de 1870 e consolidou-se quando da fundação do Partido Republicano, uma dissidência do Partido Liberal. Em 1872, com a finalidade de reestruturar o Partido Republicano, reuniram-se os principais dirigentes, escolhendo para sua diretoria exclusivamente maçons que haviam se comprometido dentro das Lojas a lutar em prol da República. Sob o controle direto da Maçonaria, tendo a sua frente maçons da estirpe de Aristides Lobo, Quintino Bocaiúva, Saldanha Marinho, Silveira Lobo e outros, foi assinado o termo dos grandes líderes, se destacando entre os mesmos Benjamin Constant (BISPO, 1895, p. 59).
Gustavo Barros (apud BISPO, 1985, p. 59) em seu livroHistóriaSecreta do Brasil, v. III, p. 337, escreveu:
Este fato é relatado, com detalhes, por Castellani (2001, p. 105-106):
Preparado em segredo, nos meios militares e nas rodas republicanas, onde era expressivo o número de Maçons, o levante deveria acontecer no dia 20 de novembro de 1889. Já no dia 10, havia sido decidida a queda do Império, durante uma reunião na casa de Benjamin Constant, à qual estiveram presentes Francisco Glycerio e Campos Salles. Nos dias 13 e 14, porém, temendo as hesitações e dificuldades de última hora e considerando o boato – entre os muitos da época – de que o governo mandara prender Deodoro, decidiram, os líderes do movimento, antecipar o golpe, começando, na madrugada do dia 15, a movimentação das tropas, à frente das quais iam Deodoro, Benjamin e Quintino (este, o único civil). Deposto o Conselho de Ministros e afastado o imperador, foi proclamada a República e Deodoro assumiu o poder, como chefe do Governo Provisório, com um ministério, que, por feliz coincidência, era totalmente composto de Maçons: Benjamin Constant (Guerra), Quintino Bocayuva (Transportes), Aristides Lobo (Interior), Campos Salles (Justiça), Eduardo Wandenkolk (Marinha), Demétrio Ribeiro (Agricultura) e Ruy Barbosa (Fazenda). Esse ministério executou a reforma institucional, inclusive com a separação entre a Igreja e o Estado.
Impende salientar que a campanha republicana era incrementada pela Questão Militar, que foi constituída de uma série de atritos ocorridos no período de 1883 a 1889, entre os políticos e os militares causados pelo brio destes últimos e pela inabilidade daqueles. Esses atritos iriam criar a atmosfera favorável ao referido levante militar de 1889, propiciando, como vimos, a implantação do regime republicano, sob a liderança de militares (5) maçons, como o tenente-coronelBenjamin Constant e o marechal Deodoro da Fonseca (CASTELLANI, 2001, p. 98).
Castellani (2001, p. 101) adverte que, apesar da intensa movimentação do Exército, os velhos militares acatavam o Imperador. Entretanto, os postos inferiores estavam preenchidos por jovens das escolas militares que estavam influenciados por Benjamin Constant, o professor de maior prestígio da Escola Militar e que viria, por sua atuação, a ser cognominado o “fundador da República”. Maçom e positivista, Benjamin fazia aberta apologia do regime republicano e eraum dos mais categorizados críticos do governo imperial.
Em resumo, podemos deixar assentado que Benjamin Constant foi militar, professor, estadista, formado em engenharia pela Escola Militar, participante da Guerra do Paraguai como engenheiro civil e militar, adepto da doutrina positivista, um dos principais articuladores do levante republicano de 1889, ministro da Guerra e da Instrução Pública no Governo Provisório, tendo as disposições transitórias da ConstituiçãoBrasileira de 1891 consagrado a ele como “fundador da República”.
1. Os pais de Benjamin lhe deram esse nome em homenagem a Benjamin Constant de Rebecque (1767-1830), escritor francês e membro influente do Partido Liberal, na época da Restauração. [Voltar]
2. O pai de Benjamin Constant, Leopoldo Henrique Botelho de Magalhães, era português de nascimento, tendo optado por viver no Brasil, após a Independência, onde veio a casar-se com uma moça gaúcha, Bernardina Joaquina. A morte do marido em 1849 perturbou-a de tal maneira que ela jamais recuperou o equilíbrio emocional. [Voltar]
3. Benjamin Constant tomou parte ativa na Guerra do Paraguai, mas contraiu febre intermitente que quase o aniquila, não fora retirado de lá por ordem direta do Imperador e, ainda assim, para obrigá-lo a embarcar de volta para o Rio de Janeiro, onde chegou em 04.10.1867, foi necessária uma ordem peremptória do Duque de Caxias (Cf. Schramm, 1999, p. 40). [Voltar]
O manifesto foi publicado nas páginas do jornal “A República”, do Rio de Janeiro e, no dizer de Manoel Diegues Júnior (in “Notícia Histórica Sobre a Idéia Republicana no Brasil”, Revista do Brasil, 3a fase, Ano II, no 17 – Rio de Janeiro, 1939 – pág. 14), é “a primeira página verdadeiramente política do movimento republicano”, com o que concorda o Maçom Manoel Ferraz de Campos Salles (in “Da Propaganda à Presidência”, pág. 1), ao afirmar que foi “o Manifesto de 3 de dezembro de 1870, atirado ao país, para servir de ponto de partida ao movimento republicano, que deveria triunfar, a 15 de novembro de 1889”. Reynaldo Carneiro Pessoa (in “O Primeiro Centenário do Manifesto Republicano de 1870”, separada da Revista de História no 84, pág. 409), diz que o manifesto “é umdocumento em cujo conteúdo pode ser encontrada uma cautelosa mensagem revolucionária, que requer, como necessárias, reformas em todas as estruturas do país, fundamentadas ideologicamente nos princípios da liberal-democracia” e chega à conclusão de que o seu texto é da lavra de Quintino Bocaiúva, Salvador Mendonça e Saldanha Marinho, todos Maçons, assim como a maioria dos signatários.” (Cf. Castellani, A Maçonaria na Década da Abolição e da República, p. 38-39).
5. Esclarece Castelanni (2001, p. 99) que a maçonaria brasileira, já a partir do último quartel do século XIX, era formada, em sua maioria, por homens oriundos da classe média. Assim, não é de se estranhar o fato de haver umgrande contingente de militares que pertenceram à maçonaria, podendo-se citar os nomes de Caxias, Osório, Deodoro, Benjamin Constant, Floriano Peixoto, Lauro Sodré, Hermes da Fonseca e Gomes Carneiro.
6. A bandeira da República seria idealizada por Miguel Lemos e Teixeira Mendes, com seu dístico positivista Ordem e Progresso. Positivismo foi a escola filosófica fundada por AugustoComte, a qual partia do princípio de que o espíritohumano passa por trêsfases distintas: a teológica, a metafísica e a positiva, que representam três métodos de busca do conhecimento; a primeira fase representa a infância da humanidade, a segunda, de transição, tem como característica o espírito crítico, e a terceira, utilizando métodos científicos, representa a maturidade, instalando uma etapa definitiva. É a “lei dos três estados”, criada pro Comte e que é o cerne do positivismo, considerando como verdadeira apenas a filosofia aplicada aos fenômenos naturais, que são regidos por leis imutáveis. Trata-se da total negação do valor das pesquisas das causas primárias e finais, tentando, assim, extirpar a teologia e a metafísica. A fim de completar o seu sistema, Comte também criou um nova ciência, a Sociologia, que, tratando das relações humanas, rejeita qualquer influência de caráter sobrenatural. No Brasil, o positivismo surgiu na segunda metade do século XIX, pela primeira vez, com a publicação, na Bahia, em 1858, dos “Elementos de Matemática”, em cuja introdução o autor, Antônio Ferrão Moniz de Aragão, declara-se adepto da doutrina de Comte . (Cf. Castellani, 2001, p.106).
Tradicionalmente, a Maçonaria surgiu com as civilizações, e esteve presente na formação de quase todas elas, para instruir os homens nos princípios da construção social, construindo mentes sábias e personalidades…
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade(Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A bem da verdade histórica, os maçons tiveram participação residual na Proclamação da República. Tenho 80 anos;
servi no STM em 1954, com um ministro militar, tido como positivista,filho de um militar positivista, com participação histórica nos primórdios da República.
Fiquei surpreso ao vê-los apresentados na Internet como maçons. Na “Independência” os maçons tiveram participação.
Mas continuou a escravidão, o tráfico de escravos, não havia cidadania: todos eram súditos e escravos. Não se deve fraudar a história. História é coisa séria.
Deodoro nunca foi maçom, maçom foi o general Golbery do Couto e Silva.
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Respeitável Antonio Santos Aquino, respeito sua manifestação, mas discordo.
A bem da verdade o artigo é baseado em fatos que estão nos anais da Maçonaria. Se houve ou não a participação efetiva da “maçonaria em si”, tal desiderato, não retira a participação dos citados maçons nos momentos hisóricos. Manoel Deodoro da Fonseca, Cadeira 15 da Academia Paranaense de Letras Maçônicas.
Aliás o Primeiro Presidente da República, de 1889 a 1891. Grão Mestre do Gr. Or. do Brasil de 24/03/1890 a 18/12/1891, renuncia o cargo.
Nasceu dia 05/08/1827. – Faleceu em 23/08/1892.
“O Ir.’. Deodoro da Fonseca era filho do Tenente-Coronel Manoel Mendes da Fonseca e de Dona Rosa Maria Paulina da Fonseca. Nasceu em ANADIA*, uma pequena Vila da então província de Alagoas, em 05-08-1827.
O casal teve 8 filhos, tendo sido o segundo dessa nobre estirpe de militares brasileiros.
Em nenhuma obra Maçônica jamais se mencionou esta abençoada mãe alagoana e os seus filhos, motivo pelo qual achamos justo e perfeito, citá-los aqui nominalmente, um por um:
1. Hermes Ernesto da Fonseca. Maçom e pai do 8º Presidente da República “Hermes Rodrigues da Fonseca”. Um dos fundadores do Gr.’.Or.’. e Supremo Conselho do Paraguai, em que ocupou o cargo de Gr.’.M.’. Lug.’. Tte. Com.’. em 1871 era coronel do Exército e já tinha sido ferido em duas batalhas na guerra do Paraguai. Depois foi governador de Mato Grosso, e atingiu o marechalato.
2. Manoel Deodoro da Fonseca, o nosso biografado Maçom.
3. Marechal Severino Martino da Fonseca, Barão de Alagoas, fez toda a campanha da Guerra do Paraguai, onde chegou a ser gravemente ferido.
fonte: http://www.museumaconicoparanaense.com
Quato á Golbery do Couto e Silva, não posso precisar a informação.
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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).
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A bem da verdade histórica, os maçons tiveram participação residual na Proclamação da República. Tenho 80 anos;
servi no STM em 1954, com um ministro militar, tido como positivista,filho de um militar positivista, com participação histórica nos primórdios da República.
Fiquei surpreso ao vê-los apresentados na Internet como maçons. Na “Independência” os maçons tiveram participação.
Mas continuou a escravidão, o tráfico de escravos, não havia cidadania: todos eram súditos e escravos. Não se deve fraudar a história. História é coisa séria.
Deodoro nunca foi maçom, maçom foi o general Golbery do Couto e Silva.
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Respeitável
Antonio Santos Aquino, respeito sua manifestação, mas discordo.
A bem da verdade o artigo é baseado em fatos que estão nos anais da Maçonaria.
Se houve ou não a participação efetiva da “maçonaria em si”, tal desiderato, não retira a participação dos citados maçons nos momentos hisóricos.
Manoel Deodoro da Fonseca, Cadeira 15 da Academia Paranaense de Letras Maçônicas.
Aliás o Primeiro Presidente da República, de 1889 a 1891.
Grão Mestre do Gr. Or. do Brasil de 24/03/1890 a 18/12/1891, renuncia o cargo.
Nasceu dia 05/08/1827. – Faleceu em 23/08/1892.
“O Ir.’. Deodoro da Fonseca era filho do Tenente-Coronel Manoel Mendes da Fonseca e de Dona Rosa Maria Paulina da Fonseca. Nasceu em ANADIA*, uma pequena Vila da então província de Alagoas, em 05-08-1827.
O casal teve 8 filhos, tendo sido o segundo dessa nobre estirpe de militares brasileiros.
Em nenhuma obra Maçônica jamais se mencionou esta abençoada mãe alagoana e os seus filhos, motivo pelo qual achamos justo e perfeito, citá-los aqui nominalmente, um por um:
1. Hermes Ernesto da Fonseca. Maçom e pai do 8º Presidente da República “Hermes Rodrigues da Fonseca”. Um dos fundadores do Gr.’.Or.’. e Supremo Conselho do Paraguai, em que ocupou o cargo de Gr.’.M.’. Lug.’. Tte. Com.’. em 1871 era coronel do Exército e já tinha sido ferido em duas batalhas na guerra do Paraguai. Depois foi governador de Mato Grosso, e atingiu o marechalato.
2. Manoel Deodoro da Fonseca, o nosso biografado Maçom.
3. Marechal Severino Martino da Fonseca, Barão de Alagoas, fez toda a campanha da Guerra do Paraguai, onde chegou a ser gravemente ferido.
fonte: http://www.museumaconicoparanaense.com
Quato á Golbery do Couto e Silva, não posso precisar a informação.
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acho que meu pai era marçon tenho vontade de ter convite