Com uma obra que reflete sobre os rumos da Maçonaria contemporânea e propõe umretorno às suas essências mais profundas, ele se insere em uma tradição de pensadores críticos que, longe de repetir dogmas, ousam questionar e renovar a compreensãosobre a Arte Real.
Diferentemente de muitos autoresmaçônicos que buscam os holofotes e o reconhecimento institucional, ele parece ter optado por uma trajetória mais discreta, deixando que sua obra falasse por si mesma.
O que se sabe é que ele é o autor do livro“REGNVM — Uma Digressão Sintética Não Hipócrita e Não Demagógica SobreUmConceito de Maçonaria”, publicado em 2009 pela Editora “A Trolha” , de Londrina.
Na obra, ele utiliza o pseudônimo de Irmão “G” (ou IIr∴ G∴), uma prática comum entre autoresmaçônicos que preferem preservar sua identidade profana e deixar que suas ideias sejam julgadas por seu mérito, e não por sua posição ou notoriedade.
A escolha do pseudônimo e a própria natureza de sua obra sugerem umperfil de maçom estudioso, preocupado mais com o conteúdo e a profundidade do que com a aparência ou o prestígio. Trata-se de um pensador que, como muitos que se dedicam à pesquisa maçônica, prefere os arquivos e a reflexão solitária aos holofotes das grandes cerimônias.
A principal — e talvez única — obra de Carlos Alberto Gonçalves é “REGNVM”. O título, em latim, significa “reino” ou “governo”, sugerindo uma reflexãosobre o governo da alma, da Loja ou da própria Ordem.
O livro é descrito como uma “digressão sintética não hipócrita e não demagógica sobreumconceito de Maçonaria”. A escolha das palavras já revela o tom da obra: ele se propõe a ser honesto, direto e desprovido da retórica vazia que, segundo alguns críticos, teria se infiltrado na Maçonaria contemporânea.
A obra é frequentemente citada em discussões sobre o “declínio maçônico”.
Em umdocumento que reflete sobre o assunto, o autor é mencionado como alguém que aborda a “fuga quase que total do ideário maçônico”, que estaria “corroendo a” essência da Ordem.
Essa percepção de que a Maçonaria estaria se afastando de seus princípios fundamentais — perdendo sua profundidade espiritual e filosófica em favor de uma abordagem mais superficial, burocrática ou social — é uma preocupação recorrente em certos círculos maçônicos.
Embora não haja uma análise extensa disponível sobre o conteúdo de “REGNVM”, as referências dispersas permitem identificar alguns dos temas centrais da obra:
Crítica ao Formalismo Vazio: A obra parece questionar a tendência de a Maçonaria se tornar um clube social ou uma instituição meramente filantrópica, perdendo de vista sua dimensão iniciática e transformadora.
A Prática como Essência: Uma das conclusões extraídas de sua obra é que o maçom verdadeiro não se limita a teorizar, mas deve “agir, produzir, fazer”. A filosofiamaçônica, para ele, não é um fim em si mesma, mas um chamado à ação transformadora.
Pseudônimo Revelador: O uso do pseudônimo “Irmão G” é significativo. A letra “G” na Maçonaria simboliza a “Geometria” e o “Grande Arquiteto do Universo” — uma escolha que indica que o autor se coloca como porta-voz dos princípios fundamentais da Ordem.
Editora Especializada: A Editora “A Trolha”, de Londrina, é conhecida por publicar obras voltadas ao público maçônico e esotérico, o que confirma que o livro de Carlos Alberto Gonçalves se insere nesse nicho.
Referência em Debates: A obra é citada em fóruns e grupos de discussão maçônicos, especialmente por aqueles que se preocupam com a crise de identidade da Ordem.
Não Consta no Site Mencionado: Uma busca no site de referência do usuário (msmacom.ixladv.com) não retornou resultados para “Carlos Alberto Gonçalves”, indicando que, de fato, sua biografia não consta naquela plataforma.
Em uma época em que muitas vezes se confunde a prática maçônica com o mero cumprimento de rituais ou a participação em eventos sociais, sua obra é um convite a voltar os olhos para o que realmente importa: a transformação interior do indivíduo, a busca pela verdade e o compromisso com o aperfeiçoamento moral.
Embora não sejaumnome de grandecirculação, sua contribuição ecoa naqueles que, como ele, sentem que a Maçonaria precisa redescobrir suas raízes para continuar a cumprir sua missão no mundo contemporâneo.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).