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Por trás do símbolo maçônico: a colmeia

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Por trás do símbolo maçônico: a colmeia

Nas pesquisas que tenho realizado sobre a simbologia maçónica, sempre me impressionou como certos símbolos, antes de serem incorporados aos rituais da nossa fraternidade, já carregavam séculos de significado em diferentes culturas.

No hinduísmo, os deuses Vishnu, Krishna e Indra eram chamados de Madhava — "os nascidos do néctar" — e representados pela abelha.

No antigo Egito, a abelha simbolizava tanto a realeza quanto o súbdito obediente: já em 3500 a.C., representava o rei do Baixo Egito, e, nas palavras de Horapollo, "de todos os insetos, só a abelha tinha um rei".

Embora hoje saibamos que o rei é a abelha rainha, compreende-se como a estrutura da colmeia contribuiu para o desenvolvimento desse antigo simbolismo.

Esta pesquisa examina como a Maçonaria Especulativa assimilou e ressignificou este símbolo, transformando-o num emblema do trabalho coletivo, da disciplina e da harmonia social.

A colmeia, presente nos rituais desde o século XVIII, foi perdendo espaço com as sucessivas revisões ritualísticas, a ponto de ser chamada de "símbolo perdido" da Maçonaria. Doutrinadores como Albert G. Mackey, em Symbolism of Freemasonry, e W. L. Wilmshurst, em The Meaning of Masonry, reconheceram o seu valor, enquanto René Guénon, em Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada, viu nela a expressão da ordem cósmica.

Novas interpretações sugerem que a colmeia representa a própria Loja: um corpo orgânico onde cada membro tem uma função específica e onde a cooperação é a condição da sobrevivência. Este artigo convida o autor e o leitor a redescobrirem este símbolo, para que a compreensão da colmeia ilumine a prática da fraternidade e do trabalho coletivo na Ordem.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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