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Aproximação ao Apocalipse – Um trono em Julgamento

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Aproximação ao Apocalipse – Um trono em Julgamento

O trono de Deus aparece aqui como uma coisa séria, aparece revelando a santidade de Deus; obviamente que a santidade de Deus é julgamento contra o pecado. Por uma parte, na vez passada tínhamos visto um aspecto do trono; tínhamos visto que ao redor do trono estava um arco íris em aspecto semelhante à esmeralda, mostrando a fidelidade de Deus, mas o Deus que é amor também é fogo consumidor. Na santidade de Deus se une o amor de Deus, a fidelidade de Deus e o julgamento de Deus.

O trono de Deus é também um trono de julgamento, é um trono onde a santidade de Deus se pronuncia em contra do pecado de suas criaturas; por isso quando aparecia no monte Sinai: Não roubará, não matará, não mentirá, isso era como trovões; era a voz de Deus opondo-se com todo seu coração ao mal; por isso o povo o recebia como trovões, como relâmpagos; e tem que ser assim porque nós os seres humanos, quando estamos em escuridão, se todas as coisas forem agradáveis, se todas as coisas forem fáceis, parece que não tomamos consciência da santidade de Deus.

Somente Deus conhece suas criaturas; Ele nos conhece, Ele sabe que se todas as coisas fossem fáceis nós não entenderíamos a Deus e nos inclinaríamos e nos venderíamos ao pecado; então o Senhor tem que fazer algo que nos ponha em nosso ponto, em nosso lugar. Por isso Ele às vezes se revela de uma maneira séria, de tal forma que conheçamos o temor de Deus, que é o princípio da sabedoria.

Estas questões que aparecem aqui como relâmpagos, vozes e trovões é com o objetivo de fazer sábias a suas criaturas, porque o princípio da sabedoria e a sabedoria mesma, as duas coisas estão escritas, é o temor do Senhor; a reverência. O trono de Deus é um trono de justiça, é também um trono de julgamento, o mesmo é também um trono de graça; mas então aqui nos apresentam os dois aspectos: o trono de graça, revelado no arco íris, e o trono de julgamento, revelado aqui na santidade de Deus pronunciando-se contra o pecado das criaturas.

“E diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, os quais são os sete espíritos de Deus”. Já quando estudamos o capítulo 1 nos detivemos um pouco nisto dos sete espíritos de Deus; em outra parte diz a Escritura que o Espírito de Deus é um, mas aqui aparece como os sete espíritos de Deus. No livro de Isaías, capítulo 11:2, como recordava na vez passada, aparece o Espírito de Deus em sete aspectos.

Notem-se em que o modelo que fez Moisés, tendo visto as coisas quando subiu daquele ladrilhado de safiras, etc., ele fez um modelo, ele colocou a arca no lugar central, ou seja, no lugar do trono; colocou os querubins em lugar dos seres viventes, e colocou também o castiçal no Lugar Santo diante do Senhor, o qual tem sete braços e tem sete lâmpadas, e as lâmpadas representam ao Espírito.

Então aqui aparecem também nestes Isaías sete aspectos do Espírito. No castiçal está o cano central e três braços à direita, e três braços à esquerda; três e três são seis, e o cano sete; então aparece aqui: “E repousará sobre ele o Espírito de Jeová; (aí está como dizer o cano central) espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e de poder, espírito de conhecimento e de temor de Jeová”; ou seja, Deus revelando-se desta maneira sétupla: Espírito de Jeová que é o cano central, porque é um só Espírito que se revela em distintos aspectos; então aparecem por pares. Dão-se conta dos pares? Os braços do castiçal são pares e aparecem aqui os pares: espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e de poder, espírito de conhecimento e de temor de Jeová. O Espírito do Senhor aparece assim sétupla, especialmente aqui em Apocalipse. Em Isaías se faz um pequeno adiantamento, mas é em Apocalipse quando aparece o Espírito do Senhor manifestado desta maneira sétupla, como o irmão Witness Lee dizia: intensificado, para cumprir a economia de Deus.

 

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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