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Aproximação ao Apocalipse – O trono de Deus e o Tabernáculo

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Aproximação ao Apocalipse – O trono de Deus e o Tabernáculo

Vamos comparando-o com o tabernáculo: no Lugar Santíssimo estava a arca que se corresponde com o trono; no Lugar Santo estava o candeeiro que se corresponde com as sete lâmpadas, os sete espíritos de Deus; e no Átrio estava a bacia de bronze onde eles se viam; porque essa fonte de bronze tinha sido feita com os espelhos das mulheres de Israel.

Alguém, quando se aproximava dessa bacia de bronze, esse alguém se via si mesmo para poder lavar-se, porque um não se pode lavar se não se vá a si mesmo; só quando um se reconhece e reconhece seus pecados e os confessa é que alguém pode lavar-se.

É por isso que havia uma bacia de bronze feita com os espelhos de bronze das mulheres de Israel; elas se refletiam no bronze; era o bronze representando o julgamento de Deus; é o julgamento de Deus o que nos faz nos conhecer a nós mesmos; como estávamos dizendo, às vezes não nos damos conta do que somos até que a disciplina do Senhor nos toca um pouco.

O objetivo da disciplina é que nos conheçamos a nós mesmos, que entendamos que nos estamos colocando por um caminho que não é; para poder nos reconhecer e nos limpar; isso estava no Átrio; então, esse mar de bronze, que assim era chamado “mar de bronze” como uma pia de batismo grande, aqui se corresponde com o mar de cristal; vocês vêem aqui o que estava à frente. Apocalipse 4:6: “E diante do trono havia como um mar de vidro semelhante ao cristal”.

Este mar de vidro semelhante ao cristal aparece também em outras passagens de Apocalipse; por exemplo, no capítulo 15:1,2, aparece depois de ter visto o sinal: “1 Vi no céu um sinal, grande e admirável”. O Senhor mostra a João vários sinais; por exemplo: a mulher dando a luz um menino varão é um sinal; o dragão com sete cabeças e dez chifres é outro sinal; Deus através dos sinais fala, porque uma imagem fala mais que muitas palavras.

Com uma imagem um entende muitas coisas; por isso o Senhor falava em parábolas, verdade? Para que os entendidos possam entender; e aqui aparece outro sinal; ou seja, que Deus fala em sinais e este outro sinal diz: “grande e admirável: sete anjos que tinham as sete pragas últimas; porque nelas se consumava a ira de Deus”. Fixem-se em que contexto aparece aqui o mar de cristal; notem no que era o que havia no Átrio.

No Átrio era onde se reconhecia o pecado e se julgava o pecado e se limpava o pecado; esse era o trabalho no átrio. As pessoas entravam, os sacerdotes entravam, viam-se na fonte, lavavam-se e ali no átrio era onde se oferecia o sacrifício, onde os pecadores punham suas mãos em cima dos animais a ser sacrificados, confessando seus pecados, e esse sacrifício era pelos pecados. No átrio é onde os homens reconhecem seus pecados para poder ter acesso à presença de Deus.

Nós vimos que ao começar a descrever o trono, primeiro nos falou do arco íris; isso é no Lugar Santíssimo, verdade? Mas nos descreve depois para fora que havia trovões, vozes e relâmpagos; o trono de graça é também o trono de julgamento; a diferença radica em nós; se nós reconhecermos nossos pecados, nós temos o oportuno socorro e acesso ao trono de graça, mas se não reconhecermos nossos pecados, então o trono de graça se volta um trono de julgamento.

“Se nosso coração nos repreender, maior que nosso coração é Deus” (1 Jo. 3:20). O mesmo trono é trono de graça; lhe chama “trono de graça” em Hebreus, mas também é “trono de julgamento”, verdade? A graça se reflete no arco íris, o julgamento se reflete em vozes, trovões, relâmpagos.

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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