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Menno Simons: O Padre que se Tornou Peregrino da Paz e Fundou uma Igreja

Menno Simons

Menno Simons: O Padre que se Tornou Peregrino da Paz e Fundou uma Igreja

(i) Ximenes

Introdução 

Ao longo das minhas pesquisas sobre a Reforma Radical do século XVI, muitos nomes me surgiram como figuras trágicas — pessoas que, por terem levado os seus ideais à última consequência, acabaram esmagadas entre o poder católico e o poder protestante. Mas nenhum me tocou de forma tão peculiar quanto Menno Simons. A sua história começa de forma quase cômica: um padre católico que nunca tinha lido a Bíblia — e que receava fazê-lo, pois temia que as Escrituras o desencaminhassem. Quando finalmente a coragem lhe chegou, não apenas descobriu um novo Deus, mas também se viu mergulhado numa tempestade de sangue, perseguições e exílio.

O que mais me fascina em Menno é a sua coerência trágica. Ele foi contemporâneo dos anabatistas radicais de Münster, que tentaram impor o Reino de Deus à força de espada. Viu o seu próprio irmão morrer na revolta. Poderia ter sido arrastado pela violência. Mas, ao contrário de tantos, escolheu o caminho mais difícil: o da não‑resistência, da separação entre Igreja e Estado, do amor aos inimigos. Por esta escolha, foi caçado pelo imperador, perseguido por católicos e protestantes, e viveu como um fugitivo nos últimos vinte e cinco anos da sua vida.

Neste artigo, proponho‑me a percorrer a trajetória deste homem extraordinário: desde a sua obscura origem camponesa, passando pela sua conversão tardia e atribulada, até à fundação de um movimento que, contra todas as expectativas, sobreviveu e se espalhou pelo mundo inteiro. Procurarei, ainda, destilar algumas curiosidades que escapam aos manuais e avaliar o seu legado — um legado de paz, de simplicidade evangélica e de coragem civil que continua a inspirar milhões de pessoas nos cinco continentes.

I. Biografia

1.1. Origens humildes e educação monástica

Menno Simons nasceu em 1496 na aldeia de Witmarsum, na região da Frísia, nos Países Baixos. A sua família era de camponeses pobres. O seu pai chamava‑se Simon; “Simons” não era um apelido, mas um patronímico — “filho de Simão” — pois nessa época, nos Países Baixos, os apelidos ainda não se tinham fixado. Muito pouco se sabe sobre a sua infância, exceto que cresceu num país devastado pela guerra, onde os soldados mercenários assolavam a região.

Foi destinado pelos pais ao sacerdócio católico. Ainda jovem, ingressou num colégio monástico, provavelmente no mosteiro franciscano de Bolsward, onde se preparou para a vida religiosa. Ali, estudou grego e latim, familiarizou‑se com a doutrina católica e foi treinado na tradição escolástica.

1.2. O padre que nunca tinha lido a Bíblia

Em março de 1524, aos 28 anos, Menno Simons foi ordenado sacerdote em Utrecht. Foi colocado como cura na aldeia de Pingjum, perto da sua terra natal. Estava agora no coração da Igreja — mas, ironicamente, nunca tinha lido a Bíblia. Ele próprio confessou mais tarde: “Não as tinha tocado durante toda a minha vida, pois temia que, se as lesse, me pudessem desencaminhar.

Nos primeiros anos do seu sacerdócio, a sua vida não era particularmente piedosa. Na sua autobiografia, admite que passava o tempo “a jogar, a beber e em toda a espécie de diversões frívolas, como é o costume e o caminho dessas pessoas inúteis”. Quando os seus colegas tentavam discutir as Escrituras, Menno não conseguia dizer uma palavra sem ser ridicularizado, “pois não sabia o que afirmava”.

1.3. O primeiro abalo: a dúvida sobre a transubstanciação

Em 1526, dois anos após a sua ordenação, algo começou a perturbar‑lhe a consciência. Cada vez que celebrava a missa e manuseava o pão e o vinho, uma ideia lhe vinha à mente: “eles não são a carne e o sangue do Senhor”. Menno pensou que esta dúvida era uma sugestão do diabo, destinada a afastá‑lo da . Confessou‑se, suspirou, rezou — mas não conseguiu livrar‑se dela.

Finalmente, decidiu examinar o Novo Testamento com atenção. Para seu espanto, não encontrou em nenhum lugar a doutrina da transubstanciação. Em vez disso, descobriu o evangelho da salvação pela graça mediante a em Cristo. Começou então a partilhar estas descobertas no púlpito, tornando‑se rapidamente conhecido como pregador evangélico na sua região.

1.4. A influência de Lutero e a questão do batismo

Menno entrou em contacto com os escritos de Martinho Lutero, de quem recebeu a convicção de que a salvação não depende de dogmas humanos. Mas foi a questão do batismo que se tornou o seu grande dilema. Em 1531, um alfaiate chamado Sicke Freerks foi executado em Leeuwarden por ter sido rebatizado como adulto. Menno começou a perguntar‑se qual seria a idade certa para o batismo. Leu as respostas de Lutero, de Bucer e de Bullinger, mas não ficou satisfeito com as contradições que encontrou.

Resolveu então confiar unicamente nas Escrituras. A partir desse momento, descreveu a sua pregação como evangélica — centrada no evangelho — e não sacramental.

1.5. O irmão morto e a crise de consciência

Em 1532, foi chamado de volta a Witmarsum pela sua comunidade, onde se tornou pastor. Os anos seguintes foram de crescente turbulência. O movimento anabaptista, que pregava o batismo de adultos, ganhava força nos Países Baixos. Mas, em 1534‑1535, a facção mais radical dos anabaptistas tomou a cidade de Münster, estabeleceu um reino teocrático e tentou impor a sua visão pela força das armas. Menno repudiou veementemente este caminho, escrevendo um panfleto contra João de Leiden, o líder da revolta.

O golpe fatal, porém, veio de dentro de casa. O próprio irmão de Menno juntou‑se aos insurgentes e foi morto em combate em Bolsward, em abril de 1535. Este acontecimento abalou Menno profundamente. Culpou os líderes que haviam desencaminhado aquelas pessoas — mas culpou‑se também a si mesmo, por não lhes ter mostrado o caminho certo.

Foi então que, no dia 12 de janeiro de 1536, Menno Simons abandonou definitivamente a Igreja Romana. Pouco depois, foi batizado e tornou‑se anabatista.

1.6. Líder dos anabatistas pacíficos

Após a catástrofe de Münster, o nome “anabatista” tornou‑se sinónimo de revolta e violência aos olhos das autoridades. Os anabatistas pacíficos, que rejeitavam a espada, eram perseguidos juntamente com os radicais. Foi neste contexto que Menno foi persuadido, por um pequeno grupo de crentes, a tornar‑se seu pastor.

Em janeiro de 1537, foi ordenado ancião em Groningen, com imposição das mãos por Obbe Philipsz. A partir deste momento, dedicou os vinte e cinco anos seguintes da sua vida a viajar pelos Países Baixos e pelo norte da Alemanha, organizando congregações, pregando o evangelho e escrevendo incansavelmente.

1.7. O fugitivo com preço na cabeça

A sua atividade não passou despercebida. O imperador Carlos V emitiu um édito contra Menno, oferecendo uma recompensa significativa a quem o entregasse às autoridades. Outras fontes falam de 100 moedas de ouro pela sua cabeça e de indulto por qualquer crime cometido por quem o capturasse.

Menno viveu os seus últimos anos em constante fuga, mudando frequentemente de esconderijo. Em 1543, refugiou‑se no noroeste da Alemanha, onde passou dezoito anos a edificar igrejas. No final da sua vida, instalou‑se em Wüstenfelde, no Holstein, sob a proteção de um nobre local.

1.8. A morte e o legado

Na noite do 25.º aniversário da sua renúncia ao catolicismo, a sua saúde, já frágil, declinou rapidamente. Morreu no dia seguinte, 31 de janeiro de 1561, com cerca de 65 anos de idade. Foi sepultado em Bad Oldesloe, na Alemanha.

Os seus seguidores, que inicialmente se chamavam a si próprios apenas “cristãos” ou “irmãos”, passaram a ser conhecidos como menonitas — um nome que Menno, na sua humildade, nunca teria aprovado, mas que o mundo lhes deu e que eles acabaram por aceitar.

II. Obras

Menno Simons foi um escritor prolífico. As suas obras, escritas em neerlandês, foram reunidas postumamente num volume que se tornou a base da teologia menonita. As suas principais obras incluem:

1. A Blasfémia de João de Leiden (1535) — O seu primeiro panfleto, escrito contra o líder da revolta de Münster, que rejeitava a violência e o messianismo político dos anabatistas radicais.

2. A Nova Criação (c. 1537) — Um tratado sobre a regeneração espiritual e a necessidade de uma transformação interior.

3. Meditação sobre o Salmo 25 (c. 1537) — Uma obra de devoção pessoal em que Menno reflete sobre o pecado, o arrependimento e a confiança em Deus.

4. O Fundamento da Doutrina Cristã (1539) — A sua obra‑prima, também conhecida como Livro dos Fundamentos. Expõe as suas doutrinas sobre o arrependimento, a , o batismo apostólico, a Ceia do Senhor, a separação do mundo e os verdadeiros ministros. Este livro foi o principal instrumento para reunir os anabatistas holandeses dispersos, após o desastre de Münster, numa comunidade coesa que logo ficou conhecida como menonita.

5. O Batismo Cristão (1539) — Uma defesa do batismo de adultos e uma refutação do batismo infantil.

6. Por que não cesso de ensinar e escrever (1539) — Uma justificação da sua atividade pastoral e literária, escrita num contexto de perseguição.

7. Uma Breve Confissão sobre a Encarnação (anos 1540) — Um tratado sobre a cristologia, onde Menno defende uma visão peculiar sobre a origem celestial da carne de Cristo.

8. Confissão do Deus Trino (1550) — Uma obra em que Menno procura clarificar a sua doutrina sobre a Trindade, usando terminologia bíblica e evitando termos não‑escriturísticos.

9. Resposta a Gélio Faber (1554) — A sua autobiografia, escrita para demonstrar que não tinha qualquer ligação com os anabatistas violentos de Münster.

10. A Instrução das Crianças (c. 1557) — Um tratado sobre a educação cristã das crianças.

Os seus escritos completos foram reunidos num volume de mais de mil páginas, traduzido do neerlandês por Leonard Verduin e editado por J. C. Wenger, com uma biografia de Harold S. Bender, o grande historiador menonita do século XX.

III. Curiosidades

1. O medo da Bíblia. Durante quase dois anos como padre, Menno nunca leu a Bíblia, pois receava que ela o desencaminhasse. Esta ironia — um padre que temia o próprio livro sagrado — é um dos factos mais surpreendentes da sua biografia.

2. O nome que nunca quis. Menno nunca aprovou que os seus seguidores fossem chamados “menonitas”. Ele preferia que se chamassem simplesmente “cristãos” ou “irmãos”. No entanto, o nome pegou e é hoje a designação oficial da sua igreja.

3. O irmão morto. A morte do seu irmão, que se juntou aos rebeldes de Münster e foi morto em combate, foi o evento que desencadeou a sua conversão definitiva.

4. O preço na cabeça. O imperador Carlos V ofereceu 100 moedas de ouro por Menno, além de indulto por qualquer crime a quem o entregasse. Apesar disto, Menno nunca foi capturado — um testemunho da sua astúcia e da proteção que recebeu de simpatizantes.

5. Os apelidos na Frísia. Em tempos de Menno, os apelidos ainda não se tinham fixado nos Países Baixos. “Simons” não era um apelido de família, mas apenas um patronímico que significa “filho de Simão”.

6. Uma doutrina peculiar da encarnação. Menno defendia que a carne de Cristo não provinha de Maria, mas tinha uma origem celestial — uma visão que a ortodoxia protestante sempre considerou problemática, pois punha em causa a plena humanidade de Jesus.

7. A abstinência de termos teológicos. Menno recusava‑se a usar palavras como “Trindade” por não as encontrar literalmente na Escritura, o que lhe valeu acusações de heresia antitrinitária.

8. A lavagem dos pãos na Ceia do Senhor. Para Menno, a Ceia do Senhor era acompanhada pela lavagem dos pãos, como gesto de humildade e serviço.

9. A proibição do casamento misto. Menno proibia o casamento com pessoas de fora da comunidade — uma medida destinada a preservar a pureza doutrinária e a disciplina eclesiástica.

10. Nem juramentos, nem violência, nem magistratura. Os menonitas, seguindo os ensinamentos de Menno, recusam‑se a prestar juramento, a pegar em armas e a exercer cargos públicos, por considerarem que o Reino de Deus não é deste mundo. Esta tradição de não‑violência e de separação entre Igreja e Estado mantém‑se viva nos menonitas até hoje.

IV. Teologia: Os Pilares do Pensamento de Menno

A teologia de Menno Simons pode ser resumida em alguns princípios fundamentais:

1. Sola Scriptura, mas com literalidade radical. Para Menno, a Bíblia é a única autoridade. Mas, ao contrário de Lutero e Calvino, ele interpretava a Escritura com um literalismo que rejeitava termos como “Trindade” e “sacramento”, por não aparecerem textualmente na Bíblia.

2. O novo nascimento como critério de pertença à Igreja. Para Menno, a verdadeira Igreja não é uma instituição visível com fronteiras territoriais, mas a assembleia dos que experimentaram a regeneração interior — aqueles que nasceram de novo.

3. O batismo de crentes. Rejeitava o batismo infantil como não‑bíblico e defendia o batismo de adultos mediante confissão pública de . O batismo era administrado por aspersão ou por imersão, mas não conferia graça; era um sinal externo da regeneração interior.

4. A não‑resistência e o pacifismo. A rejeição da violência era um dos pilares centrais do seu ensino. Os cristãos não devem pegar em armas, nem resistir ao mal com a força.

5. A separação entre Igreja e Estado. Ao contrário de Lutero (que subordinava a Igreja ao príncipe) e de Calvino (que confundia as duas esferas em Genebra), Menno defendia uma separação radical: a Igreja não deve governar, nem o Estado deve interferir na Igreja.

6. A comunidade de bens e a disciplina eclesial. Embora não tenha instituído um comunismo total, Menno defendia uma vida comunitária de partilha. A disciplina eclesial era rigorosa: a excomunhão era aplicada aos membros que caíssem em pecado grave.

7. A Ceia do Senhor como memorial. A Ceia não conferia graça, mas era uma ordenança divina que refletia o estado interior do crente, acompanhada da lavagem dos pãos.

8. O milenarismo moderado. Menno acreditava na segunda vinda iminente de Cristo e no estabelecimento do seu reino, mas rejeitava qualquer tentativa de o instaurar pela violência.

V. Legado e Avaliação Histórica

O legado de Menno Simons é imenso e continua vivo nos cinco continentes.

1. A Igreja Menonita. Os menonitas estão hoje presentes em dezenas de países, com maior concentração nos Estados Unidos e no Canadá. São conhecidos pela sua tradição de não‑violência, serviço social e simplicidade de vida.

2. O pacifismo cristão. A herança mais duradoura de Menno é, provavelmente, a sua defesa intransigente da não‑resistência. Numa época em que católicos e protestantes se matavam em guerras religiosas, Menno ensinou que o cristão não pode pegar em armas.

3. A separação entre Igreja e Estado. A visão menonita de que a Igreja não deve governar e que o Estado não deve interferir nas questões de consciência influenciou, mais tarde, pensadores como Roger Williams e Thomas Jefferson, e contribuiu para o desenvolvimento do princípio da liberdade religiosa.

4. A tradição do martírio. Em 1660, o diarista menonita Tieleman Jansz van Braght publicou o Espelho dos Mártires (em neerlandês: Märtyrerspiegel), uma monumental compilação dos testemunhos dos anabatistas que morreram pela , incluindo muitos seguidores de Menno. Este livro tornou‑se um texto fundacional da identidade menonita.

5. A influência sobre outras denominações. Os batistas, os quacres e outros grupos anabatistas devem muito à herança de Menno Simons, especialmente no que respeita ao batismo de crentes, à separação entre Igreja e Estado e ao pacifismo.

VI. Conclusão

Menno Simons foi, em muitos aspetos, um homem paradoxal. Começou como um padre católico que nunca lera a Bíblia — e acabou como o líder mais influente do anabatismo pacífico. Foi contemporâneo dos radicais de Münster, viu o próprio irmão morrer na revolta — e escolheu o caminho da não‑violência, contra tudo e contra todos. Viveu como fugitivo durante 25 anos, com um preço na cabeça — e, apesar disso, conseguiu edificar uma igreja que, contra todas as expectativas, sobreviveu e se espalhou pelo mundo.

O seu legado não é apenas o de uma denominação cristã. É o de uma visão: a de que o Reino de Deus não se constrói com espadas, mas com a transformação interior dos corações. É a de que a Igreja não deve ser uma instituição de poder, mas uma comunidade de irmãos unidos pelo amor. É a de que o cristão pode — e deve — resistir ao mal sem se tornar mau.

No século XVI, este caminho parecia suicida. Os anabatistas foram queimados, afogados, decapitados e enterrados vivos em toda a Europa. Apenas na Holanda, estima‑se que tenham morrido dezenas de milhares. Mas a semente que Menno plantou germinou. Hoje, os menonitas são mais de dois milhões em todo o mundo, e a sua voz pacifista continua a ser ouvida em conselhos de igrejas, em missões de socorro e em campos de refugiados.

Menno Simons morreu há mais de 450 anos. Mas o seu grito — “Nenhuma violência!” — ainda ecoa, e continua a ser, talvez, uma das mensagens mais urgentes do cristianismo para o nosso tempo.

Pesquisa e redação: Ivair Ximenes Lopes

Fontes

  • Menno Simons | Dutch Reformer, Priest & Anabaptist Leader. Britannica, 1998.

  • Menno Simons – Wikipédia, a enciclopédia livre.

  • Menno SimonsBiblicalTraining.org.

  • El valiente pacifista: Menno Simons. Coalición por el Evangelio, 2017.

  • Menno Simons. EcuRed.

  • Menno Simons para niños. Kiddle.

  • From the Archives: Menno Simons. Christianity Today, 1988.

  • The Fearless Pacifist: Menno Simons (1496–1561). Desiring God, 2017.

  • *1911 Encyclopædia Britannica/Menno Simons*. Wikisource.

  • Menno Simons and the Mennonites. Christian History Institute.

  • The Complete Works of Menno Simons/The Conversion of Menno Simons. Wikisource.

  • *The complete writings of Menno Simons, c.1496-1561*. Ashland University Library.

  • Menno Simons: Complete Works of Menno Simon Volume 1. CCEL.

  • 门诺·西门斯. Baidu Baike.

  • Menno Simons – Wikipedia.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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