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Guerra contra Oribe e Rosas (1851–1852)

Guerra contra Oribe e Rosas (1851–1852)

Apenas seis anos depois do término da Revolução Farroupilha, o Rio Grande do Sul voltou a ocupar posição central em um conflito armado de grandes proporções no espaço platino.

Entre 1851 e 1852, o Império do Brasil interveio militarmente no Uruguai e, em seguida, participou da campanha contra Juan Manuel de Rosas, governador de Buenos Aires e principal autoridade da Confederação Argentina. A guerra não foi um episódio isolado da política brasileira: resultou de uma longa disputa pelo equilíbrio de poder na região do rio da Prata, envolvendo interesses territoriais, comerciais, econômicos, estratégicos e políticos de Brasil, Argentina e Uruguai.

O conflito também teve particular importância para a província do Rio Grande do Sul, cuja fronteira com o Uruguai era permanentemente atravessada por tropas, comerciantes, estancieiros, contrabandistas, refugiados e grupos políticos envolvidos nas disputas orientais.

A experiência militar adquirida pelos rio-grandenses durante a Revolução Farroupilha seria novamente mobilizada.

Grande parte da cavalaria brasileira empregada na campanha era formada por rio-grandenses, e a própria presidência da província foi entregue ao então conde de Caxias, Luís Alves de Lima e Silva, que acumulou a função de comandante das forças terrestres brasileiras.

A vitória de 1851–1852 modificou o equilíbrio político do Prata, fortaleceu a posição internacional do Império e produziu consequências duradouras para a economia, a fronteira e a política do Rio Grande do Sul.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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