Depois dapaz de Poncho Verde, o estado continuou sendo palco de conflitos armados e crises político-militares que moldaram não apenas a identidade gaúcha, mas os próprios rumos do Brasil.
É importante, contudo, separar os conflitos ocorridos dentro do território gaúcho daqueles em que tropas e lideranças do RioGrande participaram, mas cujo teatro principal estava fora do estado.
Esta é mais uma parte da série de artigos que preparei em comemoração à Semana Farroupilha, dedicada a percorrer os episódios e os personagens decisivos da história do sul.
A importância deste estudo reside na forma como a sequência de conflitos pós-Farroupilha ilumina a transição do RioGrande de província rebelde a protagonista da política nacional, revelando que a semente republicana plantada pelos farrapos germinou nas décadas seguintes.
A investigaçãosobre as fontes históricas revela que, entre 1851 e 1937, o estado participou de guerras internacionais como a Guerra do Paraguai (1864–1870), de guerras civis como a Revolução Federalista (1893–1895) e a Revolução de 1923, e de movimentos políticos como a Revolução de 1930 e a Coluna Prestes.
Doutrinadores como Alfredo Varela, em História da GrandeRevolução, e Moysés Vellinho documentaram o período farroupilha, enquanto novas interpretações, como as de estudiosos da história política gaúcha, destacam a continuidade das tensões entre federalistas e centralistas, entre autonomia e integração nacional.
Este artigo convida o autor e o leitor a percorrerem a sequência desses conflitos, compreendendo como cada um deles contribuiu para forjar o RioGrande do Sul e o Brasil que conhecemos.
Você leu uma introdução!
O acesso integral à este artigo e demais páginas do MSMAÇOM é reservado a membros devidamente identificados. Solicitamos que realize o login para proceder. Privacidade e discrição são pilares de nossa comunidade, e seu cumprimento é essencial!
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).