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Revoltas tenentistas e Coluna Prestes (1924–1927): o Rio Grande do Sul na marcha revolucionária pelo Brasil

Revoltas tenentistas e Coluna Prestes (1924–1927): o Rio Grande do Sul na marcha revolucionária pelo Brasil

A Revolução de 1923 havia encerrado mais um ciclo de guerras civis no Rio Grande do Sul, mas não eliminou a tradição de mobilização política e militar que caracterizava o Estado.

No ano seguinte, o território gaúcho tornou-se novamente palco de uma rebelião, desta vez inserida em um movimento de alcance nacional: o tenentismo.

Em outubro de 1924, guarnições militares de Santo Ângelo, São Luís, São Borja, Uruguaiana e outras localidades do Rio Grande do Sul rebelaram-se contra o governo do presidente Artur Bernardes.

O movimento tinha relação direta com o levante ocorrido em São Paulo em julho daquele ano e defendia mudanças políticas, entre elas a moralização das instituições, o voto secreto e maior independência do Poder Judiciário. No Rio Grande do Sul, a liderança militar passou a Luís Carlos Prestes, então capitão do Exército e oficial ligado ao 1º Batalhão Ferroviário, em Santo Ângelo. Derrotadas pelas forças governistas, as tropas gaúchas deslocaram-se para o Paraná, onde se encontraram com os revolucionários paulistas.

Em abril de 1925, as duas forças foram unificadas sob o comando de Miguel Costa e Luís Carlos Prestes, formando a Coluna Miguel Costa-Prestes, posteriormente conhecida simplesmente como Coluna Prestes.

Durante quase dois anos, a coluna percorreu aproximadamente 25 mil quilômetros pelo interior do Brasil, atravessando diversos Estados e evitando a destruição pelas tropas governistas.

Em fevereiro de 1927, seus integrantes deixaram o território brasileiro e internaram-se na Bolívia e no Paraguai. A experiência projetou Prestes nacionalmente e transformou o episódio em um dos acontecimentos mais marcantes da crise da Primeira República. (FGV CPDOC)

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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