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Philippe d’Orléans, Duque de Chartres: O Príncipe que Abraçou a Revolução, o Voto que Matou o Rei e o Legado que Fundou uma Dinastia

Philippe d'Orléans Duque de Chartres

Philippe d’Orléans, Duque de Chartres: O Príncipe que Abraçou a Revolução, o Voto que Matou o Rei e o Legado que Fundou uma Dinastia

1. Introdução

Na longa história da França, poucas figuras são tão enigmáticas, controversas e tragicamente emblemáticas quanto Louis Philippe Joseph d’Orléans (1747-1793), o Duque de Chartres que se tornou Duque de Orléans e, finalmente, renunciou a todos os títulos nobiliárquicos para ser chamado de Philippe Égalité — “Filipe Igualdade”. Príncipe de sangue, primo do rei Luís XVI, um dos homens mais ricos da França e grão-mestre do Grande Oriente da França, ele foi o único membro da família real a apoiar ativamente a Revolução Francesa, a votar pela morte do seu primo e, no final, a ser ele próprio guilhotinado pelo regime que ajudara a instaurar.

Este artigo, fundamentado em fontes históricas e na análise de doutrinadores maçónicos, examina a vida de uma das personalidades mais fascinantes e trágicas da França do século XVIII: sua juventude libertina, sua ascensão à liderança maçônica, seu papel central nos eventos revolucionários, seu voto fatídico pela execução de Luís XVI e sua própria queda sob a lâmina da guilhotina em pleno Terror Jacobino.

2. Biografia: Do Berço de Príncipe à Morte de um “Cidadão”

2.1. Nascimento e Linhagem: O Herdeiro de uma Casa Rival dos Bourbon

Louis Philippe Joseph d’Orléans nasceu no Castelo de Saint-Cloud, nos arredores de Paris, em 13 de abril de 1747. Era o filho primogênito de Louis Philippe I, Duque de Orléans (1725-1785), e de sua esposaLouise Henriette de Bourbon (1726-1759).

A Casa de Orléans, à qual pertencia, era um ramo cadete da dinastia reinante dos Bourbon, descendente do irmão mais novo de Luís XIV, o Duque Filipe de Orléans (1640-1701). Esta posição tornava-o um Príncipe de Sangue — membro da família real com direito à sucessão ao trono, ainda que distante. O título que lhe cabia em vida foi sendo herdado sucessivamente: Duque de Montpensier ao nascer, depois Duque de Chartres a partir de 1752 (quando seu avô morreu), e finalmente Duque de Orléans em 1785, com a morte do pai.

Quando seu pai faleceu no Castelo de Sainte-Assise em 1785, Louis Philippe tornou-se o Primeiro Príncipe de Sangue — o mais graduado dos príncipes da casa real depois dos filhos do rei — e um dos mais ricos proprietários de terras da França. A sua riqueza, herdada da acumulação de vastos domínios, incluía o prestigiado Palácio Real (Palais Royal) em Paris, que herdara do pai em 1776, e o Castelo de Raincy, além de uma fortuna financeira considerável.

2.2. Juventude Libertina e Educação Inacabada

A juventude de Philippe foi marcada por uma educação que, embora privilegiada, não lhe conferiu o rigor intelectual que se esperaria de um príncipe. O historiador ressalta que ele “foi criado como um grande aristocrata orgulhoso de seu nascimento, mas carecia de profundidade e rigor em sua educação”. Em 1756, seu pai chamou o renomado médico suíço Théodore Tronchin para inocular a família contra a varíola — uma medida pioneira que a corte imitaria.

A juventude de Philippe foi descrita como “libertina” e vida que “Pete Doherty só poderia aspirar”, sendo um renomado mulherengo e pai de vários filhos ilegítimos. Em junho de 1769, contraiu um casamento arranjado com a jovem de 16 anos Louise Marie Adélaïde de Bourbon (1753-1821), filha do Duque de Penthièvre, uma das maiores fortunas de França.

O casamento foi marcado por uma breve reconciliação com a vida conjugal — de “alguns meses” — antes que Philippe retomasse seus hábitos mulherengos. Entre as amantes mais notáveis, destacaram-se:

  • Stéphanie Félicité du Crest, Condessa de Genlis, que também serviu como dama de companhia da própria esposa de Philippe e foi encarregada da educação de seus filhos;

  • Olympe de Gouges, a futura autora da “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã”, guilhotinada em 1793;

  • A autora Grace Elliot, com quem teria mantido um caso.

O casal teve seis filhos. O primogênito, Louis Philippe d’Orléans (1773-1850), seria o último rei da França, governando como Luís Filipe I, o “Rei Cidadão”, entre 1830 e 1848.

2.3. A Carreira Militar: A Batalha de Ouessant e a Desonra

Como era típico da nobreza de sangue, Philippe foi designado para uma carreira militar. Em 1776, após demonstrar o mínimo interesse pela marinha, foi nomeado Chefe de Esquadra da Marinha Francesa, um dos postos mais altos da frota.

A sua prova de fogo ocorreu em 27 de julho de 1778, durante a Batalha de Ouessant, travada contra a Marinha Britânica na costa da Bretanha. Philippe comandou uma das divisões francesas. Porém, devido a problemas de comunicação com o comandante-em-chefe, o Conde d’Orvilliers, Philippe falhou em explorar uma brecha na linha britânica, permitindo que muitos navios ingleses escapassem.

Inicialmente, Philippe retornou a Versalhes proclamando uma vitória retumbante, mas quando a verdade sobre o resultado inconclusivo emergiu, ele foi publicamente desonrado. Uma das damas da corte, referindo-se à sua reputação “desbotada”, teria lhe respondido: “como a sua reputação, Monsenhor!”.

Philippe solicitou então ao rei, seu primo, um posto no corpo expedicionário francês que auxiliava os americanos na Guerra de Independência dos Estados Unidos. O pedido foi terminantemente rejeitado por Luís XVI. Após envolver-se em intrigas palacianas com ministros corruptos, Philippe foi banido da corte francesa. Estes episódios teriam um efeito duradouro em sua relação com o primo e com a própria monarquia.

2.4. O Palais Royal e a Vida como Príncipe

Em 1776, seu pai transferiu-lhe a propriedade do Palais Royal, o vasto palácio parisiense que se tornaria o centro da sua atividade social e, mais tarde, política. Após a morte do pai em 1785, Philippe herdou a fortuna familiar e usou uma parte substancial dela para renovar o Palais Royal, transformando-o num espaço moderno e acessível ao público: construiu teatros, cafés, galerias comerciais e abriu os jardins a todos os parisienses, independentemente da sua classe social.

O Palais Royal tornou-se, assim, um centro de agitação e debate popular. Era nele que os revolucionários se reuniam, que panfletos contra a monarquia eram distribuídos e que Camille Desmoulins — um dos principais oradores da revolução — convocou o povo parisiense às ruas nos dias que antecederam a Queda da Bastilha.

3. Philippe Égalité e a Maçonaria Francesa

3.1. A Eleição como Grão-Mestre e a Transformação do Grande Oriente

A ligação de Philippe com a Maçonaria foi um dos capítulos mais significativos de sua vida e da história da Ordem na França. A Grande Loja da França, após anos de crise sob o desastroso governo do Conde de Clermont (1743-1771), buscava um líder que pudesse restaurar a unidade e o prestígio. A 24 de junho de 1771, o jovem Duque de Chartres foi eleito Grão-Mestre da Grande Loja da França.

Contudo, o duque mostrou-se inicialmente “cauteloso” e desinteressado. A sua instalação foi repetidamente adiada, sendo que sua aceitação formal só ocorreu em 5 de abril de 1772, e a confirmação pela assembleia geral a 8 de março de 1773. A solene cerimônia de instalação realizou-se apenas em 22 de outubro de 1773 — data que marca a transformação da Grande Loja no Grande Oriente de França (GODF), sob a sua liderança como primeiro Grão-Mestre.

É fundamental notar que Philippe foi Grão-Mestre do Grande Oriente da França desde a sua fundação, sendo o responsável simbólico pela transição da antiga estrutura para a moderna obediência. O historiador Guy Chassagnard descreve este momento como crucial para a institucionalização da Maçonaria na França.

3.2. Um Grão-Mestre Nominal: O Poder Real nas Mãos de Montmorency-Luxembourg

Apesar do título honorífico, Philippe não era um administrador ativo da Maçonaria. A verdadeira liderança recaiu sobre os ombros do Duque de Montmorency-Luxembourg, que, como Administrador-Geral, redigiu os novos estatutos, reconciliou as facções rivais e controlou a proliferação dos ritos escoceses.

No que respeita à Maçonaria, Philippe limitou-se a emprestar o prestígio do seu título. Curiosamente, alguns dos relatos da época indicam que ele não compareceu a nenhuma reunião do Grande Oriente durante os primeiros seis anos do seu mandato, tendo a sua presença registada apenas a partir de 1777. Esta atitude não era incomum entre os Grãos-Mestres aristocratas, que viam o cargo como uma distinção honorífica, não como uma função executiva.

3.3. A Renúncia em 1793: O Fim da Liderança Maçônica

No auge do Terror Jacobino, já sob o nome de Philippe Égalité, o grão-mestre renunciou publicamente à Maçonaria em janeiro de 1793, antes de ser guilhotinado em novembro do mesmo ano. A razão oficial foi a de que a nova ordem política — que se autoproclamava a própria encarnação da liberdade, igualdade e fraternidade — tornara a Maçonaria supérflua aos seus olhos.

A sua renúncia foi aceite pelo Grande Oriente, que não lhe sobreviveu à falta de um líder visível. O GODF entrou em recessão durante o período mais violento da Revolução, e as lojas foram forçadas a suspender os seus trabalhos. Só seria reanimado após a queda de Robespierre, em 1794, e reorganizado definitivamente sob o Consulado e o Império.

4. A Revolução: Do Palais Royal à Convenção Nacional

4.1. A Decisão de Apoiar o Terceiro Estado (1789)

Em 1789, Philippe, já como Duque de Orléans, foi eleito representante da nobreza para os Estados Gerais. Numa atitude que surpreendeu a corte e lhe valeu a antipatia da rainha Maria Antonieta, Philippe decidiu apoiar o Terceiro Estado (a burguesia) contra os privilégios da nobreza e do clero. A 25 de junho, ele e um pequeno grupo de nobres juntaram-se ao Terceiro Estado, que já se autoproclamara Assembleia Nacional a 17 de junho.

Esta decisão, que afrontava diretamente o rei e a rainha, cimentou sua imagem pública como um aristocrata liberal e adversário da monarquia absoluta.

4.2. A Queda da Bastilha e o Herói Popular

A 14 de julho de 1789, a multidão parisiense tomou a Bastilha. Naquele dia, Philippe foi aclamado como um herói pelas multidões que se reuniam no Palais Royal. Ele havia se tornado, aos olhos do povo, o símbolo da nobreza que abdicava dos privilégios para abraçar a causa da liberdade.

4.3. A Mudança de Nome: Philippe Égalité (1792)

Com o avanço da radicalização revolucionária e a queda da monarquia em agosto de 1792, o Duque de Orléans deu um passo simbólico e radical. Ele renunciou a todos os seus títulos de nobreza, trocando o nome “Louis Philippe Joseph d’Orléans” por Philippe Égalité (“Filipe Igualdade”). A intenção era clara: apresentar-se como um cidadão comum, um homem do povo, alguém que havia abandonado as distinções da aristocracia para abraçar os ideais republicanos de igualdade universal.

4.4. Eleito para a Convenção Nacional e o Voto pela Morte de Luís XVI (1793)

Em setembro de 1792, a Convenção Nacional substituiu a Assembleia Legislativa, e Philippe Égalité foi eleito deputado por Paris. Quando, em dezembro daquele ano, Luís XVI foi levado a julgamento por traição, todos os olhos se voltaram para o primo do rei.

A 19 de janeiro de 1793, em plena Convenção, Philippe Égalité votou pela execução de Luís XVI. Ele justificou o seu voto com a seguinte frase: “Aqueles que atacaram a soberania do povo merecem a morte”. O voto foi decisivo: por apenas 361 votos contra 360, Luís Capet, como então era chamado, foi condenado à guilhotina, executado em 21 de janeiro de 1793.

Este ato chocou a Europa monárquica, que via Philippe como um traidor de sangue e um regicida. A rainha Maria Antonieta, ao saber do voto, teria exclamado: “Ele votou pela morte do seu primo, que nojo!”.

5. A Queda e a Execução (1793)

5.1. A Suspeita e a Prisão

Se Philippe Égalité esperava ser recompensado pela sua lealdade à Revolução, foi amargamente desiludido. Os líderes jacobinos, particularmente Maximilien Robespierre e o Comité de Salvação Pública, viam no poderoso e rico ex-príncipe uma ameaça potencial. Desconfiava-se que ele aspiracionava a assumir a coroa, caso a monarquia fosse restaurada sob uma forma constitucional, com os Orléans a substituírem os Bourbon.

Em abril de 1793, Philippe Égalité foi preso, juntamente com os seus dois filhos mais novos. Foi acusado de cumplicidade com o general Dumouriez, que desertara para o lado austríaco.

5.2. O Julgamento Rápido e a Guilhotina

A 6 de novembro de 1793, Philippe Égalité foi levado ao Tribunal Revolucionário. O julgamento foi célere — uma formalidade antes da execução. Condenado à morte, ele foi guilhotinado ainda naquele mesmo dia, na Praça da Revolução (atual Place de la Concorde), em Paris.

Segundo os relatos da época, Philippe enfrentou a morte com coragem e dignidade. A sua última palavra, antes de a lâmina cair, foi o seu nome: “Philippe Égalité”. Morreu aos 46 anos, menos de um ano após ter votado pela morte do seu primo.

5.3. O Destino dos Filhos

Os seus filhos foram poupados por intervenção de influentes revolucionários. O primogênito, Louis Philippe d’Orléans, o futuro rei Luís Filipe I, fugiu para a Suíça, depois para a Escandinávia e finalmente para os Estados Unidos, antes de regressar a França após a queda de Napoleão. Reinou de 1830 a 1848, período conhecido como a “Monarquia de Julho”.

6. Curiosidades e Factos Marcantes

  1. A Acusação de Ser Bastardo: Durante a Revolução, Philippe insinuou publicamente que poderia ser filho ilegítimo da sua mãe com o cocheiro da família — uma afirmação que se revelou falsa. Este rumor de bastardia, que circulou durante anos, foi por ele instrumentalizado para “legitimar” a sua ruptura com a linhagem real.

  2. Amante de Olympe de Gouges: Philippe teria tido uma relação com Olympe de Gouges, a autora da “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã”. Ironicamente, Olympe seria também guilhotinada durante o Terror, em novembro de 1793, poucos dias após a execução do próprio Philippe.

  3. A Transformação do Palais Royal: O Palais Royal de Philippe foi um dos primeiros espaços públicos de consumo de massa da Europa moderna: cafés, restaurantes, teatros, bordéis e lojas de luxo ocupavam as galerias do palácio. Era frequentado por aristocratas, burgueses, artistas e prostitutas, tornando-se um símbolo da modernidade parisiense.

  4. A Suspeita de Ter Encomendado a Marcha sobre Versalhes (1789): Philippe foi amplamente acusado de ter instigado a Marcha das Mulheres sobre Versalhes (5 e 6 de outubro de 1789), que forçou a família real a mudar-se para Paris. Embora as evidências sejam circunstanciais, os rumores persistiram e agravaram a desconfiança que a corte nutria por ele.

  5. O Envolvimento no Caso do “Colar da Rainha”: Embora não tenha sido diretamente implicado, Philippe circulava nos mesmos círculos duvidosos que levaram ao famoso Escândalo do Colar (1785), um dos golpes mais devastadores na reputação de Maria Antonieta.

  6. O Filho Rei: Philippe nunca chegou a ver o seu filho primogênito subir ao trono. Em 1830, quando Luís Filipe I se tornou Rei dos Franceses, o seu pai já estava sepultado há 37 anos.

7. Conclusão

Philippe d’Orléans, Duque de Chartres, foi uma das figuras mais trágicas e contraditórias da Revolução Francesa. Príncipe de sangue, neto da mais alta aristocracia, tornou-se o maior adversário da monarquia dentro da própria família real. Líder honorário da Maçonaria francesa, não participou ativamente da sua governança, mas emprestou ao Grande Oriente o prestígio de seu nome e a legitimidade de sua linhagem. Rico, poderoso e ambicioso, viu-se destruído pelo mesmo regime que ajudara a erguer.

A sua história é um testemunho vívido da complexidade dos eventos revolucionários, nos quais as alianças de classe e os vínculos familiares foram subvertidos pela lógica radical do Terror. “Philippe Égalité” morreu como viveu: como um homem que ousou desafiar as convenções, mas que, no final, foi devorado pelo monstro que ajudara a libertar.

O historiador Antonia Fraser, numa das passagens que descrevem a sua vida, relata que, ao voltar da batalha desonrada, Philippe fez um comentário infeliz sobre a aparência “desbotada” de uma dama — ao que ela respondeu: “Como a sua reputação, Monsenhor!” Este breve diálogo captura a essência de Philippe: um homem cuja reputação, de fato, desbotou rapidamente, mas cujo legado permanece indelével nas entranhas da história francesa.

Pesquisa e redação: Ivair Ximenes Lopes

Fontes

  • BRITANNICALouis-Philippe-Joseph, duc d’Orléans. Encyclopaedia Britannica. (Biografia geral).

  • CHASSAGNARD, Guy. “1773 – O duque de Montmorency-Luxembourg”. In: Miscellanées MaçonniquesGADLU.INFO, 2021.

  • FILARDO, José (trad.). “1773: 250 anos atrás – Da primeira Grande Loja ao Grande Oriente da França”. In: Bibliot3ca, 2023.

  • FILARDO, José (trad.). “História da Maçonaria Francesa no final do século XVIII”. Bibliot3ca (tradução do artigo de Pierre Menvielle Tichadel, Bordeaux, 2010).

  • FRASER, AntoniaMaria Antonieta: A Jornada de uma Rainha. (Citada no artigo “The Worst Cousin Ever?”).

  • LIVERMORE, James. “The Worst Cousin Ever?: The Curious Case of Philippe Égalité”. Warwick Rewind, 14 jun. 2025.

  • MARK, Harrison W. (trad. Mateus Damasceno). “Julgamento e Execução de Luís XVI”. World History Encyclopedia, 2023.

  • SANDERS, Thomas. “The Revolutionary Aristocrat Who Voted for the Execution of Louis XVI”. La Brujula Verde, 5 fev. 2025.

  • WIKIPÉDIALouis Philippe II, Duke of Orléans (inglês, francês, português, vietnamita).

  • WIKIPÉDIAPhilippe Égalité. Simple English Wikipedia.

  • WIKIPÉDIAGrand Orient de France (inglês e francês).

  • WIKIPÉDIALuís Filipe II, Duque de Orleães (português).

  • WIKIPÉDIAPalais Royal (português).

  • Sites maçônicosNos ColonnesMasonry TodayFreemason.ptRitos e Rituais.

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

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A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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