Catarina, a Grande (1729–1796): A Princesa Alemã que se tornou a Imperatriz Absoluta da Rússia e uma das Maiores Governantes da História
Introdução (Sofia Frederica Augusta de Anhalt-Zerbst)
Confesso que, antes de mergulhar na vida de Catarina II, eu a imaginava como a czarina dos escândalos sexuais e das lendas bizarras — aquela que supostamente teria morrido esmagada por um cavalo. Ao longo desta pesquisa, porém, deparei-me com uma das figuras mais complexas, contraditórias e formidáveis da história europeia.
Catarina foi a princesa pobre que chegou à Rússia aos 14 anos sem um rublo no bolso e, contra todas as probabilidades, não apenas sobreviveu às intrigas da corte, como ascendeu ao trono após um golpe de Estado e reinou por 34 anos, transformando um império atrasado em uma potência global.
Foi ao mesmo tempo déspota e filósofa, guerreira e patrona das artes, mulher de múltiplos amores e governante implacável. Sua história é o retrato de uma mulher que, por inteligência, ambição e força de vontade, desafiou as normas de seu tempo e construiu um legado que, mais de dois séculos depois, ainda a coloca entre os maiores governantes da história.
Neste artigo, convido o leitor a conhecer a trajetória dessa mulher extraordinária que não tinha uma gota de sangue russo nas veias, mas que se tornou uma das figuras mais amadas e odiadas da Rússia — e a única mulher na história universal a receber o epíteto de “a Grande”.
Biografia
Origens e Primeiros Anos: A Princesa Pobre
Catarina nasceu com o nome de Sofia Frederica Augusta de Anhalt-Zerbst em 2 de maio de 1729 (21 de abril no calendário juliano) na cidade de Stettin, na Pomerânia (atual Szczecin, Polônia). Era a filha mais velha do príncipe Cristiano Augusto de Anhalt-Zerbst, um general prussiano pertencente a uma família nobre, porém empobrecida. Sua mãe, a princesa Joana Isabel de Holstein-Gottorp, era ambiciosa e fútil, e via na filha uma oportunidade de ascensão social.
Desde pequena, Sofia foi educada em francês — a língua da cultura europeia — lendo Molière, Racine e Corneille. Apesar da pouca beleza — ela mesma confessaria mais tarde que até os 14 ou 15 anos estava “convencida da minha feiúra” —, possuía uma inteligência viva, uma memória prodigiosa e uma energia incomum.
A Escolha e a Chegada à Rússia
Em 1743, a czarina Isabel I da Rússia, filha de Pedro, o Grande, que não tinha filhos e precisava de um herdeiro, escolheu seu sobrinho, o grão-duque Pedro de Holstein-Gottorp (futuro Pedro III), como sucessor. A escolha da noiva para Pedro recaiu sobre Sofia. Aos 14 anos, a princesa foi convidada a viajar para a Rússia, levando consigo um enxoval feito com lençóis velhos — o dinheiro enviado para a viagem servira para refazer o guarda-roupa da mãe. A czarina Isabel acreditava que Sofia, por não ser de alta linhagem, seria mais dócil e fácil de controlar.
Ao chegar, Sofia mergulhou nos estudos da língua e cultura russas. Passava noites inteiras aprendendo o idioma, esforçando-se para soar como uma nativa. Aprendeu o catecismo ortodoxo e, em 1745, foi batizada na Igreja Ortodoxa Russa, adotando o nome de Catarina Alexeievna. No mesmo ano, aos 16 anos, casou-se com o grão-duque Pedro.
O Casamento Infeliz e a Ascensão ao Poder
O casamento foi um desastre desde o início. Pedro III era imaturo, aparentemente impotente (ou estéril), viciado em álcool e obcecado por brincar com soldadinhos de chumbo e pela disciplina militar prussiana. Preferia o uniforme azul de Holstein às vestes russas e saudava Frederico, o Grande, da Prússia, o inimigo de sua tia, a czarina Isabel. Catarina, em contraste, era clara de cabeça, ambiciosa e conquistou o apoio da população russa ao abraçar sua cultura.
Durante oito anos, o casal não consumou o casamento. Catarina, frustrada e entediada, dedicou-se à leitura. Entre 1754 e 1755, descobriu Montesquieu e Voltaire, obras que “causaram revolução” em seu cérebro, como ela mesma registrou. Em suas memórias, confessou: “dezoito anos de tédio e solidão me deram a oportunidade de ler muitos livros”.
Aos 23 anos, após quase uma década sem dividir a cama com o marido, Catarina conheceu os prazeres do amor com o jovem oficial Sergei Saltykov. Dessa relação, nasceu em 1754 o herdeiro do trono, o grão-duque Paulo — embora a paternidade fosse questionada, pois Pedro, seu marido oficial, provavelmente era infértil.
Em 1761, a czarina Isabel faleceu, e Pedro III ascendeu ao trono. Imediatamente, mostrou-se um governante incompetente: retirou a Rússia da Guerra dos Sete Anos (para deleite de seu ídolo Frederico, o Grande) e alienou a nobreza e os militares com suas políticas prussianas. Sentindo-se ameaçada — o marido planejava deixá-la para se casar com outra —, Catarina agiu.
O Golpe de Estado e a Ascensão ao Trono
Em 28 de junho de 1762, com o apoio de seu amante, o oficial Grigori Orlov, e da guarda imperial, Catarina executou um golpe de Estado. Pedro III, que estava ausente, foi preso. Catarina declarou-se a soberana de todos os russos. Em 17 de julho de 1762, Pedro III morreu em circunstâncias misteriosas, provavelmente assassinado pelos guardas de Orlov. Embora Catarina não tenha ordenado diretamente a execução, seu governo certamente se beneficiou da morte do antecessor. A nobreza e o clero apoiaram o golpe e aclamaram a nova imperatriz.
Governo e Reformas: A Déspota Esclarecida
Catarina II, como ficou conhecida, reinou por 34 anos, de 1762 até sua morte em 1796. Seu período é frequentemente chamado de Era de Ouro da Rússia. Inspirada pelos ideais do Iluminismo Europeu, Catarina correspondeu-se com Voltaire, Diderot e outros filósofos, e buscou aplicar as ideias do “despotismo esclarecido” à administração do império.
Suas reformas foram profundas:
Reforma Administrativa: Dividiu o território russo em 44 províncias (posteriormente 50), cada uma com sua própria assembleia de nobres. No final de seu reinado, afirmou ter reorganizado 29 províncias sob seu plano de reforma.
Carta da Nobreza (1785): Garantiu isenção de impostos aos nobres, aumentou seus poderes e consolidou seu domínio sobre os servos. Essas medidas foram pragmáticas: para governar, Catarina precisava do apoio da classe dominante.
Reformas Jurídicas: Catarina compilou, a partir dos escritos de Montesquieu e Beccaria, uma “Instrução” (Nakaz) que serviu de base para um novo código de leis. Embora não tenha sido inteiramente implementado, seu programa previa a redução do uso da tortura e da pena de morte, a liberdade de culto e a secularização de propriedades da igreja.
Expansão do Império e Política Externa: Foi nas conquistas territoriais que Catarina mais se destacou. Ela liderou duas guerras vitoriosas contra o Império Otomano (1768-1774 e 1787-1792), incorporando a costa norte do Mar Negro e a península da Crimeia. Foi também uma figura central nas três partições da Polônia (1772, 1793 e 1795), anexando vastas terras da Lituânia, Ucrânia e Polônia ocidental. Ao final de seu reinado, a Rússia havia expandido suas fronteiras em mais de 200.000 milhas quadradas.
Política Marítima: Em 1780, durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, Catarina proclamou a “Neutralidade Armada“, defendendo os direitos das nações neutras no comércio marítimo e unindo as potências navais europeias contra a Grã-Bretanha.
Patrona das Artes e do Iluminismo
Catarina foi uma grande patrona das artes e da educação. Fundou o Instituto Smolny para Donzelas Nobres (1764), a primeira instituição de ensino superior financiada pelo Estado para mulheres na Europa. Construiu a Universidade de Moscou e a Academia Russa de Ciências. Sua coleção pessoal de arte, abrigada no Palácio de Inverno, tornou-se o núcleo do famoso Museu Hermitage, um dos maiores do mundo.
Ela mantinha uma vasta biblioteca com 44.000 volumes e trocava correspondência regular com Voltaire, Diderot e outros intelectuais europeus. Nunca conhecendo pessoalmente Voltaire, suas cartas revelam uma estreita amizade, discutindo desde prevenção de doenças até jardins ingleses.
Amores e Amantes
A vida amorosa de Catarina é lendária — e frequentemente deturpada por seus inimigos. Ela teve uma série de amantes ao longo de seu reinado. Diferentemente de outras monarcas que contraíam casamentos políticos, Catarina, uma vez viúva, nunca mais se casou. Em vez disso, aliou-se a generais e oficiais, que se tornavam seus amantes e conselheiros de confiança, ajudando-a a consolidar seu poder. Em troca, ela os cobria de presentes, títulos e riquezas.
A lista de seus amantes oficiais inclui Grigori Orlov (que liderou o golpe), Grigori Potemkin (o amor de sua vida e, segundo alguns historiadores, seu marido morganático), e mais de uma dúzia de outros, a maioria significativamente mais jovem.
Morte e Fim de uma Era
Em 16 de novembro de 1796, aos 67 anos, Catarina levantou-se cedo e tomou seu café da manhã. Mais tarde naquele dia, foi encontrada caída no chão de seu banheiro, tendo sofrido um derrame (acidente vascular cerebral). Caiu em coma e faleceu no dia seguinte, em 17 de novembro. A causa da morte foi confirmada por autópsia.
Seu filho e herdeiro, Paulo I, que ela havia negligenciado por toda a vida, sucedeu-a no trono. Em um ato de vingança contra a memória da mãe, Paulo reverteu muitas de suas políticas.
Feitos e Conquistas
O legado de Catarina, a Grande, é vasto, ambíguo e decisivo para a história da Rússia e da Europa:
Maior Expansão Territorial: Sob seu governo, o Império Russo expandiu-se para o sul (anexando a Crimeia e a costa do Mar Negro), para o oeste (participando das partições da Polônia) e para o leste (consolidando a presença russa no Alasca e na Califórnia). O território do império cresceu em cerca de 200.000 milhas quadradas (518.000 km²).
Reformas Administrativas: Dividiu o império em províncias governadas por assembleias locais, racionalizando a administração e fortalecendo o controle sobre vastos territórios.
“Neutralidade Armada” (1780): Durante a Guerra da Independência Americana, criou uma liga de nações neutras que desafiou o domínio naval britânico e estabeleceu princípios de direito internacional marítimo.
Patrocínio do Iluminismo: Atraiu para a Rússia os principais pensadores europeus, fundou o Museu Hermitage, o Instituto Smolny (primeira escola superior para mulheres da Europa) e incentivou a produção literária e científica.
Reforma Jurídica: Sua Instrução (Nakaz) propôs a criação de um novo código de leis baseado nos princípios de Montesquieu e Beccaria, influenciando o pensamento jurídico russo por gerações.
Legado de Modernização: Integrou a Rússia política, econômica e culturalmente à Europa, levando adiante o trabalho iniciado por Pedro, o Grande. A Rússia emergiu de seu reinado como uma das grandes potências europeias e uma força a ser respeitada.
Era de Ouro da Nobreza: Concedeu privilégios extraordinários à nobreza russa (a Carta da Nobreza), garantindo sua lealdade e transformando-a no pilar do regime imperial.
Curiosidades
O título que ela criou: Catarina foi a única mulher na história a receber oficialmente o epíteto de “a Grande”. O título foi conferido pelo Senado russo logo após sua morte.
O mito do cavalo (e do assento sanitário) : A lenda mais sórdida sobre Catarina é a de que ela teria morrido enquanto tentava ter relações sexuais com um garanhão. Isso é completamente falso. Outra lenda diz que ela teria morrido desabando em um vaso sanitário quebrado — também é um mito, embora esteja um pouco mais perto da verdade (ela foi encontrada no banheiro). Na realidade, Catarina morreu de derrame.
Imigrante ilegal?: Quando chegou à Rússia aos 14 anos, ela e sua mãe tiveram que viajar disfarçadas, sob nomes falsos, para evitar serem reconhecidas e atrasadas por questões diplomáticas.
A “Monalisa” da Rússia: O Retrato de Catarina em seu traje de viagem, pintado por Vigilius Eriksen, é considerado o retrato mais famoso da imperatriz e uma das imagens mais icônicas da arte russa.
Rússia, a superpotência vacinadora: Catarina foi uma das primeiras governantes a abraçar a vacinação. Em 1768, ela mesma se submeteu à inoculação contra a varíola (uma prática perigosa, mas eficaz) para encorajar seus súditos a fazer o mesmo. O procedimento foi realizado pelo médico inglês Thomas Dimsdale, que Catarina recompensou generosamente.
“Potemkin — a cidade cenográfica”: A expressão “aldeias Potemkin” — vilarejos falsos montados para impressionar visitantes — é atribuída a Grigori Potemkin, amante e conselheiro de Catarina. Durante a “Viagem à Crimeia” em 1787, diz-se que Potemkin teria erguido fachadas decorativas para esconder a pobreza real das regiões anexadas.
A padroeira dos amantes: Catarina foi generosa com seus amantes, mesmo após o fim do relacionamento. Em um único dia, em 18 de agosto de 1795, ela distribuiu 100.000 servos a seus favoritos. Todos eles receberam títulos de nobreza, terras, palácios e fortunas.
A czarina que amava cachorros: Entre seus muitos animais de estimação, Catarina era especialmente afeiçoada a seus cãezinhos, que aparecem em vários retratos oficiais.
Poliglota e prolífica escritora: Catarina escreveu peças de teatro, contos de fadas e artigos para revistas. Além disso, escreveu suas próprias memórias, que foram publicadas postumamente. Sua correspondência com Voltaire e outros filósofos é uma valiosa fonte histórica.
A rivalidade com a Áustria e a França: Ao contrário de sua admiração pessoal pela França, Catarina opôs-se veementemente à Revolução Francesa. Quando a revolução eclodiu em 1789, alarmada com a execução de Luís XVI, Catarina uniu-se a uma coalizão europeia para esmagá-la.
Legado e Obras Inspiradas
Ao contrário de outros monarcas que deixaram tratados filosóficos, a “obra” de Catarina foi a transformação da Rússia. No entanto, sua produção literária e artística é vasta:
Principais Monumentos e Instituições Patrocinadas
O Museu Hermitage: Iniciado a partir da coleção pessoal de arte de Catarina, é hoje um dos maiores e mais importantes museus do mundo.
O Instituto Smolny (1764): A primeira instituição de ensino superior financiada pelo Estado para mulheres na Europa, que formou gerações de nobres russas.
A Galeria Tretyakov: Embora fundada mais tarde, sua coleção pessoal de arte russa tornou-se um núcleo importante.
Documentos e Fontes Primárias
Nakaz (Instrução, 1767) : Documento em que Catarina delineava os princípios de um novo código de leis, inspirado pelos escritos de Montesquieu e Beccaria.
Memórias de Catarina, a Grande: Escritas em francês, as memórias de Catarina foram publicadas postumamente e são uma das fontes mais importantes sobre sua vida íntima, suas motivações e sua visão de governo. O manuscrito original está na Biblioteca Nacional da Rússia, em São Petersburgo.
Correspondência com Voltaire: Uma rica coleção de cartas que documentam a amizade e o intercâmbio intelectual entre a imperatriz e o filósofo.
Obras Modernas sobre Catarina
Catarina, a Grande: Retrato de uma Mulher, de Robert K. Massie (2011): A mais aclamada biografia moderna da imperatriz, publicada no Brasil pela Companhia das Letras. Massie narra a vida de Catarina desde sua infância pobre até a ascensão ao trono, suas reformas e seus amores, equilibrando a narrativa histórica com um retrato íntimo e humano.
Catherine the Great: A Short History, de Isabel de Madariaga (1990): Uma obra concisa e acessível, ideal para uma visão geral rápida.
A Era de Catarina, a Grande (documentário da BBC, 2014): Episódio da série “Empire of the Tsars”, que explora o impacto do reinado de Catarina na Rússia imperial.
Catherine the Great (série da HBO, 2019): Minissérie estrelada por Helen Mirren que retrata os últimos anos do reinado de Catarina, com foco em seu relacionamento com Potemkin e nas intrigas da corte.
The Great (série de comédia dramática do Hulu, 2020-2023): Uma sátira anacrônica e ficcional da ascensão de Catarina ao poder, estrelada por Elle Fanning. Embora extremamente criativa e com pouca preocupação com a precisão histórica, a série popularizou a figura da imperatriz para uma nova geração.
Catherine the Great: Love, Sex and Power (documentário da BBC, 2012): Produção dirigida por Paul Bryers que investiga a vida sexual da imperatriz e como ela usou seus relacionamentos para consolidar seu poder.
Considerações Finais
Ao final desta pesquisa, fica evidente que Catarina, a Grande, foi uma das figuras mais extraordinárias, complexas e decisivas da história europeia. Sem uma gota de sangue russo, ela abraçou a cultura e a fé de seu país adotivo e, por pura força de inteligência, determinação e trabalho, ascendeu ao trono e governou por mais de três décadas. Seu reinado foi um período de expansão territorial, modernização administrativa, florescimento cultural e integração da Rússia no concerto das nações europeias. Sob seu governo, o império se tornou uma potência global, e São Petersburgo, uma das cortes mais brilhantes da Europa.
No entanto, seu legado é ambíguo. A mesma imperatriz que correspondia com Voltaire e sonhava com um código de leis baseado na razão também expandiu a servidão, concedeu privilégios excessivos à nobreza e governou com mão de ferro. Sua vida pessoal, repleta de amores e escândalos, foi distorcida por seus inimigos em lendas absurdas que ainda hoje circulam, obscurecendo a magnitude de suas realizações.
Como ela mesma disse, “dezoito anos de tédio e solidão me deram a oportunidade de ler muitos livros”. E foi desse tédio, dessa solidão e desses livros que emergiu uma das maiores governantes da história — uma mulher que não nasceu para o trono, mas que o conquistou por seus próprios méritos e o governou como poucos. A Rússia que emergiu de seu reinado era maior, mais forte, mais culta e mais temida do que jamais fora. E, por isso, mais de dois séculos após sua morte, Catarina, a Grande, continua a ser lembrada como a única mulher na história a quem o epíteto “a Grande” foi conferido — e por boas razões.
Pesquisa e redação Ivair Ximenes Lopes
Fontes de Pesquisa
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HistoryHit. “10 Facts About Catherine the Great”. 19 de novembro de 2019. [www.historyhit.com]
HistoryExtra. “Catherine the Great: your guide to the famed Empress of Russia”. 21 de outubro de 2019. [www.historyextra.com]
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Artesanato Total. “Catarina, a Grande e o mito bizarro do cavalo. Verdade ou fofoca?”. 2 de janeiro de 2026. [www.artesanatototal.com]
RBTH. “Sexo e poder: é real o apetite selvagem na cama de Catarina, a Grande, como mostra série da HBO?”. 17 de janeiro de 2021. [br.rbth.com]
História Hoje. “Catarina: a Grande – mulheres na política”. [historiahoje.com]

“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
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