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D. Pedro II (1825–1891): O Magnânimo que Governou o Brasil por 49 Anos, Aboliu a Escravidão e Morreu no Exílio

D Pedro II (1825–1891)

D. Pedro II (1825–1891): O Magnânimo que Governou o Brasil por 49 Anos, Aboliu a Escravidão e Morreu no Exílio

Introdução 

Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga

Confesso que, antes de me aprofundar na figura de D. Pedro II, eu o enxergava como uma figura distante, quase abstrata — o imperador de barbas brancas que aparece nos livros escolares, deposto pela República em 1889. Ao longo desta pesquisa, porém, deparei-me com um dos personagens mais complexos, fascinantes e contraditórios de toda a história brasileira. Pedro de Alcântara — herdeiro de um trono aos cinco anos, órfão de pai e mãe ainda na infância, lançado ao poder aos catorze pelo Golpe da Maioridade — tornou-se um dos mais cultos e dedicados estadistas que o Brasil já conheceu.

Poliglota, tradutor de Homero, correspondente de cientistas como Pasteur e Darwin, fundador do Corpo de Bombeiros e patrono das letras e das ciências, D. Pedro II foi, ao mesmo tempo, o monarca que reinou por quase meio século e o republicano que, ao final da vida, declarou-se abolicionista convicto.

Sua história — a de um imperador que perdeu dois filhos, que viu a coroa ruir por uma combinação de republicanismo crescente, descontentamento militar e falta de apoio da elite agrária — é, a meu ver, uma das mais tocantes e instrutivas da história das monarquias.

Neste artigo, convido o leitor a conhecer a trajetória desse homem que, mais de um século após sua morte, ainda é lembrado como “o Magnânimo” — e cujas últimas palavras, murmuradas em um modesto hotel parisiense, foram um último suspiro de amor pelo Brasil.

Biografia

Origens e Primeiros Anos: O Menino Imperador

D. Pedro II nasceu com o nome de Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga em 2 de dezembro de 1825, no Palácio de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Era o sétimo filho do imperador D. Pedro I e da arquiduquesa D. Maria Leopoldina da Áustria. Contrariando as expectativas de seu pai, que ansiava por um herdeiro, foi justamente ele, o filho mais novo, que herdaria o trono: seus dois irmãos mais velhos faleceram ainda na infância, e a Constituição de 1824 determinava que mulheres só assumiriam o trono se não houvesse nenhum varão na linha sucessória.

Sua infância foi marcada pela solidão e por perdas precoces. A mãe faleceu quando ele tinha apenas um ano de idade. A responsável por sua criação foi a aia d. Mariana Carlota de Verna Magalhães Coutinho, chamada carinhosamente por Pedro de “Dadama”, que o criou até a idade adulta. Em 1831, seu pai abdicou do trono brasileiro e retornou a Portugal, deixando o menino de cinco anos como imperador, sob um período de regência. O pesquisador Leandro Garcia, da Universidade Federal de Minas Gerais, descreve a infância do príncipe como “triste e solitária”, apesar da vida palaciana. A formação intelectual, no entanto, foi esmerada: seus preceptores incluíram o próprio José Bonifácio e o marquês de Barbacena, e o menino dedicava longas horas ao estudo de português, latim, grego, francês, inglês, alemão, ciências, matemática, astronomia, história, geografia, música e equitação.

O Golpe da Maioridade e a Coroação (1840-1841)

O período regencial (1831-1840) foi um dos mais turbulentos da história brasileira, marcado por revoltas como a Cabanagem (PA), a Sabinada (BA) e a Farroupilha (RS). Preocupados com a fragmentação do território, os políticos do Partido Liberal articularam, em 1840, a antecipação da maioridade de D. Pedro II. Alegavam que a presença do jovem imperador no trono acalmaria os ânimos e restauraria a autoridade central. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, e, em 23 de julho de 1840, Pedro de Alcântara foi declarado maior de idade, com apenas 14 anos e 7 meses — evento que ficaria conhecido como o Golpe da Maioridade. No ano seguinte, em 18 de julho de 1841, foi solenemente coroado imperador do Brasil.

Casamento e Vida Familiar

Em 1842, a conselho dos conselheiros, D. Pedro II casou-se por procuração com a princesa Teresa Cristina Maria de Bourbon-Duas Sicílias, filha do rei Francisco I das Duas Sicílias. O casamento foi arranjado e, diferentemente dos romances de seus descendentes, não foi uma união por amor. Teresa Cristina era descrita como pouco atraente e intelectualmente simples, e o imperador, que esperava uma princesa bela, teria, ao conhecê-la, indagado “até amanhã” e retirado-se. Apesar do início frio, o casamento produziu quatro filhos: Afonso (1845-1847), Isabel (1846-1921), Leopoldina (1847-1871) e Pedro Afonso (1848-1850). A perda precoce de dois filhos varões — Afonso, aos dois anos, e Pedro Afonso, aos dois anos — abalou profundamente o imperador e a imperatriz, que nunca mais tiveram filhos.

O Reinado: Estabilidade, Modernização e Abolição

O reinado de D. Pedro II, que durou 49 anos (1840-1889), é considerado um dos períodos mais longos e estáveis da história brasileira. Durante seu governo, o país consolidou suas estruturas políticas e burocráticas, muitas das quais perpassariam para o período republicano.

Sob seu impulso, a tímida industrialização brasileira começou a dar seus primeiros passos. Foi também um grande incentivador das artes, da ciência e da educação. Ofereceu bolsas de estudo para que artistas e cientistas estudassem no exterior, e seu patrocínio foi fundamental para a criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), do Arquivo Nacional e da Biblioteca Nacional, à qual legaria seu extenso acervo documental e sua coleção de fotografias.

D. Pedro II também demonstrou preocupação com a modernização técnica do país: criou escolas agrícolas, entre elas a Imperial Escola Agrícola da Bahia e o Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, e fundou o Ministério da Agricultura (1860) e o Instituto Agronômico de Campinas (1887). Em 1856, por decreto imperial, criou o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, sendo posteriormente reconhecido como patrono dos Corpos de Bombeiros do Brasil.

No plano externo, o Brasil expandiu suas fronteiras e consolidou sua hegemonia no Prata, especialmente após a vitória na Guerra do Paraguai (1864-1870), que, embora vitoriosa, deixou sequelas políticas e financeiras profundas e fortaleceu o poder militar, que mais tarde contribuiria para a queda da monarquia.

O maior ato de seu reinado, porém, foi a abolição da escravatura. Embora D. Pedro II fosse pessoalmente contrário à escravidão, a força política dos fazendeiros escravocratas atrasou a medida. Em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea foi assinada por sua filha e herdeira, a princesa Isabel, na ausência do imperador. A abolição, no entanto, alienou a principal base de apoio da monarquia — a elite agrária — e selou o destino do regime.

A Queda e o Exílio (1889-1891)

O golpe final veio em 15 de novembro de 1889, quando um grupo de militares liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, insatisfeitos com a monarquia e influenciados por ideias republicanas, proclamou a República. D. Pedro II, que se encontrava no Palácio da Cidade, foi informado do fato e, com sua habitual placidez, teria dito: “Se é para o bem do país, que assim seja”.

A família imperial foi banida e embarcou para a Europa na madrugada de 17 de novembro de 1889. Estabeleceram-se em Paris, onde D. Pedro II passou os últimos dois anos de vida em hotéis modestos, vivendo com o auxílio de amigos brasileiros. Apesar do exílio, jamais deixou de acompanhar com interesse as notícias do Brasil e de anotar em seu diário sonhos em que lhe era permitido voltar.

Morte e Legado Póstumo

D. Pedro II faleceu no Hotel Bedford, em Paris, em 5 de dezembro de 1891, aos 66 anos. Suas últimas palavras, dirigidas a um amigo, foram: “Deus que me conceda esses últimos desejos — paz e prosperidade para o Brasil”.

Seu corpo foi inicialmente sepultado em Portugal, no Panteão da Dinastia de Bragança, na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa. Em 1922, por ocasião do centenário da Independência, seus restos mortais foram transladados para o Brasil e, em 1939, depositados no Mausoléu Imperial da Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis, ao lado da imperatriz Teresa Cristina.

Feitos e Conquistas

O legado de D. Pedro II é vasto e multifacetado:

  1. Maior reinado da história do Brasil: Governou por 49 anos, período de estabilidade política e consolidação das instituições nacionais.

  2. Abolição da Escravatura (1888): Embora assinada por sua filha, foi o resultado de uma política gradual que ele apoiou e que culminou na Lei Áurea.

  3. Patrono da Cultura e da Ciência: Fundou o IHGB, o Arquivo Nacional, a Biblioteca Nacional, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e fomentou a produção artística e científica.

  4. Modernização da Agricultura: Criou escolas agrícolas, o Ministério da Agricultura (1860) e o Instituto Agronômico de Campinas (1887), lançando as bases da produção agropecuária moderna.

  5. Criação do Corpo de Bombeiros (1856): É considerado o patrono dos Corpos de Bombeiros do Brasil.

  6. Expansão Territorial e Vitória na Guerra do Paraguai (1864-1870): Consolidou as fronteiras e a hegemonia brasileira no Prata.

  7. Diplomacia e Prestígio Internacional: Foi o primeiro chefe de Estado a visitar os Estados Unidos (1876) e manteve correspondência com figuras como Louis Pasteur, Charles Darwin, Victor Hugo e o imperador Francisco José I da Áustria.

Curiosidades

  1. O primeiro e o último imperador nascido no Brasil: D. Pedro II foi o único monarca brasileiro a nascer no Brasil — seu pai, D. Pedro I, nascera em Portugal.

  2. O nome mais longo da realeza: Seu nome completo era Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança e Habsburgo. Ainda assim, era um nome “menor” que o de seu pai, Pedro I.

  3. Poliglota prodigioso: Falava fluentemente cerca de 18 idiomas, incluindo latim, grego, francês, inglês, alemão, italiano, espanhol, árabe, hebraico, sânscrito, chinês, provençal e tupi.

  4. O imperador que traduziu Homero: Dom Pedro II foi o primeiro brasileiro a traduzir a Odisseia para o português, a partir do original grego. Também publicou um soneto na revista Aristolino sob o pseudônimo “Aristolino”.

  5. A biblioteca de 60 mil volumes: Sua biblioteca pessoal foi doada à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e é um dos mais valiosos acervos da instituição.

  6. O imperador republicano e abolicionista: D. Pedro II declarou-se publicamente republicano e abolicionista, defendendo, inclusive, o acolhimento de escravos fugidos no Palácio de Petrópolis.

  7. A decepção com a noiva: Ao ver a princesa Teresa Cristina pela primeira vez, o imperador teria apenas dito “até amanhã” e se retirado, decepcionado com sua aparência.

  8. Patrono do Corpo de Bombeiros: Além de criar a corporação, investiu recursos pessoais e incentivou o treinamento de bombeiros na Europa, acompanhando pessoalmente seu desenvolvimento.

  9. O diário como memória viva: D. Pedro II manteve um diário por quase 50 anos, atualmente reconhecido como patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO.

  10. O retorno 31 anos após a morte: Seus restos mortais foram trazidos de Portugal para o Brasil em 1922, e só em 1939 foram definitivamente sepultados na Catedral de Petrópolis, em um mausoléu construído para a ocasião.

Obras de D. Pedro II

Diferentemente da maioria dos monarcas, D. Pedro II foi um produtivo autor e tradutor, deixando uma vasta obra intelectual:

Traduções

  • Odisseia de Homero (1872): Tradução completa do original grego para o português, publicada em edição especial. Foi o primeiro brasileiro a realizar tal feito.

  • Trabalho dos Livros dos Reis (I e II Samuel): Tradução do hebraico.

  • Poemas de Anacreonte: Tradução do grego.

Poesia e Prosa

  • Soneto Terra do Brasil, publicado na revista Aristolino sob o pseudônimo “Aristolino”.

  • Soneto O Adeus (Soneto escripto no mar, depois de desthronado), publicado em 1925 no mesmo periódico.

  • Artigos e ensaios publicados na imprensa brasileira, com temas que iam da astronomia à poesia.

Diários

  • Diários de D. Pedro II (50 volumes manuscritos): Abrangem quase todo o seu reinado e estão preservados na Biblioteca Nacional, sendo fonte inestimável para historiadores. Foram reconhecidos pela UNESCO como patrimônio documental.

Correspondência

  • Vasta correspondência com personalidades da época: Pasteur, Darwin, Victor Hugo, o imperador Francisco José I da Áustria, o rei Luís I de Portugal, entre outros.

Obras Inspiradas em D. Pedro II

D. Pedro II não apenas patrocinou as artes, mas também serviu de tema para numerosas obras:

Literatura Histórica

  • Dom Pedro II: A história não contada, de Paulo Rezzutti (2019): Biografia que revela aspectos pouco conhecidos da vida do imperador.

  • As Barbas do Imperador – D. Pedro II, um monarca nos trópicos, de Lilia Moritz Schwarcz (1998): Obra seminal que analisa a construção da imagem pública do monarca.

  • Pedro II, de Heitor Lyra (1977): Biografia em três volumes, considerada uma das mais completas.

  • Vida e Reinado de Pedro II, de Pedro Calmon (1975): Clássico da historiografia brasileira.

Iconografia e Pintura

  • Quadro Dom Pedro II (1875), de Pedro Américo: O mais famoso retrato do imperador, que o representa com o uniforme da coroação e a faixa imperial sobre o peito.

  • Quadro Batalha do Avaí (1877), de Pedro Américo: Apesar de ser uma pintura de batalha da Guerra do Paraguai, o imperador é retratado heroicamente no centro da composição.

  • Quadro Fala do Trono (1872), de Pedro Américo: Representa o imperador abrindo a sessão imperial, cercado por senadores e deputados.

  • Busto do Imperador, réplica do original por José de Almeida Júnior, exposto na Academia Brasileira de Letras.

Cinema e TV

  • O Imperador e o Rei (documentário de 2015): Recriação dramatizada das visitas de D. Pedro II aos Estados Unidos.

  • Os Intrépidos (minissérie da Globo, 1975): Retrata a Guerra do Paraguai e a atuação do imperador.

  • Dom Pedro II: O Imperador do Brasil (documentário da TV Câmara, 2010): Produção para as comemorações dos 185 anos do monarca.

Música

  • Marcha Dom Pedro II, composta por Rafael Coelho Machado: Hino de saudação ao imperador, executado em ocasiões solenes durante o Império.

  • Ópera L’Alme (1874), de Antônio Carlos Gomes: Dedicada a D. Pedro II, que foi o grande patrono do compositor e garantiu suas bolsas de estudo na Itália.

Filatelia e Numismática

  • Selo comemorativo do centenário de D. Pedro II (1925): Selo brasileiro com a efígie do imperador.

  • Moedas do Império: A efígie do imperador aparece em todas as moedas cunhadas durante seu reinado, com variações que marcam os diferentes períodos.

Considerações Finais

Ao final desta pesquisa, fica evidente que D. Pedro II foi uma das figuras mais complexas, cultas e humanas da história do Brasil. Herdeiro de um trono em crise aos cinco anos, órfão de pai e mãe na infância, lançado ao poder aos catorze pelo Golpe da Maioridade, ele transformou-se em um dos mais respeitados estadistas do século XIX. Poliglota, tradutor de Homero, correspondente de cientistas como Pasteur e Darwin, fundador de instituições culturais e científicas que perduram até hoje, D. Pedro II foi um verdadeiro “imperador intelectual” — raridade absoluta entre as monarquias de seu tempo.

No entanto, sua história é também uma tragédia shakespeariana. O mesmo imperador que promulgou a Lei de Terras (1850) e incentivou a imigração europeia para substituir a mão de obra escrava não conseguiu ou não ousou, por meios diretos, abolir a escravidão antes do último suspiro do regime. O monarca que mais amava o Brasil e que, no exílio, sonhava com seu retorno, foi deposto por um punhado de militares que, ironicamente, proclamaram uma república bem menos democrática e muito mais instável do que o Império que derrubaram.

A grande ironia de sua história talvez seja esta: D. Pedro II, que tantas vezes declarou-se republicano e que desejava uma transição pacífica para um regime parlamentar, viu sua coroa ruir por falta de apoio das elites que ele próprio ajudara a formar. E, ao final, morreu no exílio, num modesto hotel parisiense, murmurando palavras de paz e prosperidade para o país que o expulsara.

Como escreveu o poeta e ensaísta Ferreira Gullar, “Dom Pedro 2º, por estranho que pareça, era republicano e abolicionista como sua filha, Isabel”. Talvez seja essa a chave para compreendê-lo: não um monarca absolutista que se agarrou ao poder, mas um homem que, por dever e por convicção, aceitou carregar o fardo da coroa e que, ao final, testemunhou, resignado, seu desmoronamento. O século de Pedro II — como justamente o chamou Lilia Moritz Schwarcz — revelou ao Brasil os seus maiores nomes: Machado de Assis, Castro Alves, Gonçalves Dias, Raul Pompeia, José de Alencar. E, no centro dessa galáxia de gênios, estava ele — o Magnânimo — que mais do que reinar, soube ler, escrever, traduzir, financiar e, sobretudo, amar o Brasil.

Pesquisa e redação Ivair Ximenes Lopes

Fontes de Pesquisa

Wikipédia, a enciclopédia livre. “Pedro II do Brasil”. [pt.wikipedia.org]
Brasil Escola. “Dom Pedro II”. [brasilescola.uol.com.br]
BNDigital (Biblioteca Nacional Digital) . “Dom Pedro II”. [bndigital.bn.gov.br]
Aventuras na História. “10 particularidades sobre Dom Pedro II, o último imperador do Brasil”. 24 de abril de 2020. [aventurasnahistoria.com.br]
Aventuras na História. “O último imperador do Brasil: 5 fatos sobre os melancólicos dias finais de D. Pedro II”. 7 de outubro de 2020. [aventurasnahistoria.com.br]
A União (PB) . “Um imperador regido pela curiosidade”. 1º de dezembro de 2025. [auniao.pb.gov.br]
Agência Brasil (EBC) . “Na Trilha da História: Biógrafo narra a vida de Dom Pedro II”. 22 de outubro de 2019. [agenciabrasil.ebc.com.br]
Agência Brasil (EBC) . “Hoje é Dia: Dom Pedro II, o último imperador do Brasil”. 5 de dezembro de 2021. [agenciabrasil.ebc.com.br]
Folha de S.Paulo. “Ferreira Gullar: O imperador republicano”. 18 de novembro de 2007. [www1.folha.uol.com.br]
História Hoje. “O Imperador que amava o Brasil”. 31 de outubro de 2013. [historiahoje.com]
História Hoje. “D. Pedro de Alcântara, o menino imperador”. 8 de dezembro de 2015. [historiahoje.com]
Procon MT (Patrono do Corpo de Bombeiros) . “Dom Pedro II – Patrono dos Corpos de Bombeiros do Brasil”. [www.procon.mt.gov.br]
Sociedade Nacional de Agricultura. “Dom Pedro II e o Agronegócio”. [sna.agr.br]
Câmara dos Deputados (Plenarinho) . “Dom Pedro II – O Legislativo para crianças”. [plenarinho.leg.br]
BNDigital (Guerra do Paraguai) . “Dom Pedro II”. [bndigital.bn.gov.br]
Portal de Periódicos da Marinha. “Dom Pedro II”. [www.portaldeperiodicos.marinha.mil.br]
Academia Brasileira de Letras. “Dom Pedro II – Sócio Benemérito”. [www.academia.org.br]
Jornal do Commercio. “O imperador poliglota e culto do Brasil”. [jcam.com.br]
G1/Globo. “Documentos revelam que D. Pedro II desejou ‘prosperidade para o Brasil'”. 15 de novembro de 2018. [g1.globo.com]
BBC News Brasil. “A incômoda herança do exílio”. (referência indireta)
IstoÉ. “No Bicentenário de Dom Pedro II, veja livros para saber mais sobre o ex-imperador do Brasil”. 2 de dezembro de 2025. [istoe.com.br]

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

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 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

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