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Os Povos Castrejos

Povos Castrejos

Os Povos Castrejos: Origem, Nomes, Lendas, Apogeu e Queda

Há povos que desaparecem sem deixar rasto e há povos que se dissolvem na paisagem que habitaram.

Os Povos Castrejos pertencem à segunda categoria. A pesquisa aqui apresentada examina a origem, os nomes, as lendas, o apogeu e a queda desta cultura que floresceu no noroeste da Península Ibérica, entre os rios Douro e Návia, durante a Idade do Ferro . Apesar de popularmente associados aos celtas, os castrejos constituíam uma cultura autóctone distinta, que falava línguas de origem celta mas não pode ser identificada como celta no sentido antropológico ou arqueológico — a designação "celta" é puramente linguística.

A investigação revela que a característica mais marcante desta cultura eram os castros, povoados fortificados situados estrategicamente em colinas ou promontórios, com recintos concêntricos de muralhas e habitações de pedra de planta circular.

Estima-se que tenham existido entre 4.000 e 5.000 castros em todo o território, indicando uma elevada densidade populacional. A sociedade era eminentemente camponesa, agrária ou pastoril, com cada castro a funcionar como unidade autossuficiente . A sua cultura material mais significativa é a ourivesaria, onde confluem tradições atlânticas, centroeuropeias e mediterrâneas, com os torques e as diademas-cinturão a serem os símbolos de identidade das elites.

Os contactos com o mundo meridional intensificaram-se nos séculos VII-VI a.C., e a dominação romana, a partir do século II a.C., levaria a uma paulatina dissolução dos elementos próprios desta cultura até finais do século II d.C. .

Doutrinadores como Estrabão, na Geografia, e Silo Itálico, na Púnica, deixaram testemunhos sobre os costumes destes povos, descrevendo a sua frugalidade, os banhos de água fria e vapor, e os rituais de sacrifício e adivinhação.

Arqueólogos como Martins Sarmento, que escavou a Citânia de Briteiros a partir de 1874, e investigadores contemporâneos como Armando Coelho e Cruz, documentaram a monumentalidade dos grandes povoados proto-urbanos.

Novas interpretações sugerem que os castros não foram apenas fortalezas defensivas, mas centros de organização política e religiosa, onde os balneários pré-romanos — as construções mais monumentais da cultura castreja — desempenhavam funções iniciáticas e rituais.

Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas desta cultura que, sem deixar crónicas próprias, foi imortalizada na paisagem e na memória do noroeste ibérico.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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