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Seria a Franco-Maçonaria mantenedora do Simbolismo Pagão e Influências hebraicas

Seria a Franco-Maçonaria mantenedora do Simbolismo Pagão e Influências hebraicas

Há um detalhe na lenda maçónica que raramente é examinado com o rigor que merece: o Templo de Salomão, tantas vezes invocado como o arquétipo da construção sagrada, foi erguido com a ajuda de um rei pagão e de um mestre construtor vindo de Tiro, um dos grandes centros de adoração da Deusa no mundo antigo.

Esta constatação, que à primeira vista pode parecer uma simples curiosidade histórica, revela uma profunda camada de sincretismo que atravessa a tradição maçónica. As colunas Jaquim e Boaz, erigidas à entrada do Templo, assemelham-se aos obeliscos egípcios e aos pilares fálicos dos ritos de fertilidade, simbolizando, segundo a Cabala e a Maçonaria, as energias masculina e feminina fundamentais para a criação.

O Santo dos Santos, por sua vez, é descrito como um símbolo do útero da Deusa, onde a Arca da Aliança era guardada, protegida por querubins que representam a dualidade divina.

A investigação aqui apresentada examina como o Templo de Salomão incorporou influências religiosas pagãs e hebraicas, revelando um simbolismo oculto que a Maçonaria herdou e ressignificou.

Recorrendo às fontes históricas, maçónicas e filosóficas, examinamos a correspondência entre Salomão e o rei de Tiro, a presença de Hiram Abiff como mestre construtor e a hipótese de que elementos pagãos tenham sido introduzidos na arquitectura do Templo.

Doutrinadores como Albert G. Mackey, em Symbolism of Freemasonry, e Albert Pike, em Morals and Dogma, reconheceram a complexidade simbólica das colunas e do Santo dos Santos, enquanto René Guénon, em Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada, viu na dualidade das colunas a expressão da complementaridade cósmica.

Novas interpretações, como as de estudiosos da história das religiões, sugerem que o Templo de Salomão é um testemunho do encontro entre tradições distintas — um sincretismo que a Maçonaria transformou numa via de compreensão da unidade na diversidade.

Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas deste simbolismo, para que a compreensão das influências pagãs e hebraicas ilumine a prática da tolerância e da busca da verdade

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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