Philip Wharton, Duque de Wharton (1698–1731): O Grão-Mestre Rebelde que Desafiou Reis, Tronos e a Própria Maçonaria
1. Introdução
Poucas figuras na história da Maçonaria são tão fascinantes e, ao mesmo tempo, tão trágicas quanto Philip Wharton, 1.º Duque de Wharton. Num período em que o nobre inglês típico seguia caminhos previsíveis de lealdade à coroa e à tradição, Wharton trilhou uma rota de desafio, rebelião e autodestruição que o levou dos salões do poder em Londres às sarjetas de um mosteiro catalão.
Ele foi o sexto Grão-Mestre da Premier Grand Lodge de Inglaterra, o primeiro Grão-Mestre reconhecido da Maçonaria em França, fundador do primeiro clube infernal (Hellfire Club) britânico, criador de uma ordem antimaçónica paródica, desertor que combateu o seu próprio país e um alcoólatra que morreu na mais completa miséria. A sua vida, curta e intensa — apenas 32 anos —, foi imortalizada pelo poeta Alexander Pope e permanece como um dos mais eloquentes testemunhos da complexa relação entre política, nobreza e fraternidade maçónica no início do século XVIII.
Este artigo, fundamentado em fontes históricas e na análise de doutrinadores maçónicos, examina a biografia de Philip Wharton, o seu controverso papel na Maçonaria inglesa e francesa, as suas aventuras jacobitas e as numerosas curiosidades que envolvem uma das personalidades mais excêntricas da história da Ordem.
2. Origem e Juventude: O Herdeiro Rebelde
2.1. Um Nascimento Privilegiado
Philip Wharton nasceu a 21 de dezembro de 1698, no seio de uma das famílias mais influentes da política inglesa. Era filho de Thomas “Honest Tom” Wharton, 1.º Marquês de Wharton, um dos mais ferrenhos apoiantes do partido Whig e opositor de Jaime II, tendo servido como Lorde Tenente da Irlanda e Lorde do Selo Privado. Os padrinhos de Philip incluíam o próprio rei Guilherme III, o Duque de Shrewsbury e a rainha Ana. Esta ligação íntima com a realeza e o poder colocava o jovem Wharton no centro da elite política britânica.
Quando o seu pai faleceu em 1715, Philip, então com apenas 16 anos, sucedeu-lhe como 2.º Marquês de Wharton e 2.º Marquês de Malmesbury na nobreza da Grã-Bretanha, e como 2.º Marquês de Catherlough na nobreza da Irlanda. Foi uma das poucas pessoas na história de Inglaterra, e a primeira desde o século XV, a ser elevada a um ducado enquanto ainda menor e não intimamente relacionada com o monarca.
2.2. O Casamento Escandaloso e a Grand Tour
A rebeldia de Wharton manifestou-se precocemente. Apenas um mês após herdar os seus títulos, em 1715, ele fugiu com Martha Holmes, de 15 anos, filha do Major-General Richard Holmes, uma mulher sem qualquer pedigree nobre. Este ato desagradou profundamente os seus pais e os tutores da sua fortuna, que colocaram os vastos domínios paternos sob administração da sua mãe e dos amigos whigs até que ele atingisse a maioridade.
Em 1716, Wharton embarcou numa Grand Tour pela Europa, supostamente para completar a sua educação religiosa em Genebra. No entanto, ele rapidamente abandonou o seu tutor huguenote em Basileia e seguiu para Paris. Na cidade da luz, mergulhou no ambiente dos exilados jacobitas — apoiantes da deposta casa de Stuart — e decidiu prestar homenagem a Jaime Francisco Eduardo Stuart, o “Velho Pretendente”, que o criou Duque de Northumberland na nobreza jacobita.
Este gesto era potencialmente traidor e poderia ter arruinado a sua carreira, mas foi tratado por Londres como uma travessura juvenil, especialmente porque Wharton tinha apenas 17 anos.
2.3. A Ascensão ao Ducado
Após o seu regresso, Wharton foi autorizado a sentar-se no Parlamento Irlandês, foi nomeado membro do Conselho Privado Irlandês e, em janeiro de 1718, como incentivo ao bom comportamento, foi criado Duque de Wharton por Jorge I. Tornou-se um dos mais jovens duques da história inglesa.
Em dezembro de 1719, tomou assento na Câmara dos Lordes, e os seus discursos iniciais eram geralmente favoráveis ao governo, levando muitos a acreditar que o seu ducado tinha garantido a sua lealdade. Mas estavam redondamente enganados.
3. A Carreira Maçónica: Grão-Mestre de Inglaterra e França
3.1. A Iniciação e a Eleição para Grão-Mestre (1722–1723)
Wharton foi iniciado na Maçonaria aos 22 anos, poucos meses após a instalação do Duque de Montagu como Grão-Mestre. O jornal Applebee’s Original Weekly Journal noticiou, a 5 de agosto de 1721, que “as cerimónias foram realizadas na Taberna King’s Arms… Sua Graça voltou para sua casa em Pall-Mall com um avental de couro branco”.
Sem nunca ter servido como Mestre da sua loja — a loja na King’s Arms, perto de St. Paul’s — Wharton manobrou para ser eleito o sexto Grão-Mestre da Premier Grand Lodge de Inglaterra a 24 de junho de 1722. Segundo a narrativa de James Anderson, a eleição teria sido condicionada pelo facto de, na ausência de grandes oficiais para ocupar o lugar principal, o decano dos mestres ter tomado o lugar e nomeado Wharton como Grão-Mestre, nomeando como vigilantes “um ferreiro e um pedreiro”. Durante a sessão, Wharton apresentou-se acompanhado por um grupo de irmãos conquistados para a sua causa, garantindo-lhe representação suficiente para ser eleito.
Após a sua eleição, Wharton nomeou o Dr. John Theophilus Desaguliers como seu Grande Vigilante Adjunto e James Anderson como Grande Vigilante. Foi sob o seu Grão-Mestrado que as primeiras Constituições de Anderson foram publicadas em 1723, cujo frontispício mostra precisamente a transferência da autoridade maçónica do Duque de Montagu (à esquerda) para Wharton (à direita).
3.2. O Confronto com a Grande Loja e a Saída (1723)
A natureza impulsiva de Wharton depressa o colocou em rota de colisão com a própria instituição que liderava. No Festival da Grande Loja de 24 de junho de 1723, ele tentou, sem sucesso, privar o Grão-Mestre do privilégio de nomear o seu Adjunto, tornando o cargo sujeito a eleição pela Grande Loja.
O historiador Ric Berman descreve assim o episódio: “Durante uma reunião no Crown Tavern, Wharton propôs uma emenda aos regulamentos da Grande Loja que teria enfraquecido o poder do Grão-Mestre. Foi rejeitado e, furioso, deixou a reunião precipitadamente”.
Os registos da Grande Loja registam que “o antigo Grão-Mestre saiu do Salão sem cerimónia”. A partir dessa data, Wharton nada mais teve a ver com a Grande Loja, embora tenha mantido interesse em assuntos maçónicos noutros contextos.
3.3. O Primeiro Grão-Mestre da Maçonaria Francesa (1728)
A contribuição mais duradoura de Wharton para a Maçonaria ocorreu, no entanto, no exílio. Em 1728, durante a sua estadia em Paris e Lyon, os maçons franceses reconheceram Wharton como Grão-Mestre de todos os Maçons em França.
O mais antigo documento maçónico francês conhecido, o manuscrito Os Deveres de Todos os Maçons, datado de 1735 e preservado nos arquivos da Ordem Maçônica Sueca em Estocolmo, certifica inequivocamente o Duque de Wharton como tendo sido Grão-Mestre dos maçons em França. Wharton foi sucedido por outros dois nobres jacobitas: James Hector MacLean (1703–1750) e Charles Radclyffe, Conde de Derwentwater (1693–1746). Esta linhagem de Grão-Mestres jacobitas manteve viva a ligação entre a Maçonaria francesa nascente e a causa Stuart.
3.4. A Primeira Loja Regular no Estrangeiro (Madrid, 1728)
Ainda em 1728, durante a sua permanência em Madrid, Wharton fundou, nos seus próprios aposentos, a primeira loja maçónica garantida ou constituída em partes estrangeiras pela Grande Loja de Inglaterra. A loja, inicialmente sem nome formal, reunia-se na French Arms em St. Bernard’s Street, Madrid, sob o símbolo de Três Flores de Lis. O pedido de reconhecimento foi recebido pela Grande Loja de Londres a 17 de abril de 1728 e concedido a 27 de março de 1729.
Esta loja é atualmente conhecida como “Matriteuse Lodge”, n.º 1 no registo do Grande Oriente Nacional de Espanha. Representa o primeiro passo da expansão internacional da Maçonaria inglesa e o legado mais concreto da passagem de Wharton pela Península Ibérica.
4. A Desastrosa Vida Financeira e Política
4.1. O Colapso da South Sea Bubble (1720)
Wharton herdara uma fortuna colossal, mas os seus hábitos de jogo, bebida e especulação depressa a dilapidaram. Ele investiu pesadamente na Companhia dos Mares do Sul (South Sea Company), um dos maiores esquemas especulativos da história financeira inglesa. Quando a bolha rebentou em 1720, Wharton perdeu a impressionante soma de £120.000 — numa época em que o salário de classe média em Londres rondava as £200 por ano.
O historiador Berman relata que Wharton respondeu à ruína com uma obra-prima de ironia macabra: contratou músicos e um coche fúnebre e realizou um funeral público para a Companhia dos Mares do Sul. Este gesto, ao mesmo tempo que satirizava a ganância dos especuladores, não lhe devolveu a fortuna perdida. A partir daí, Wharton começou a contrair empréstimos junto de banqueiros jacobitas, acumulando dívidas ainda maiores.
4.2. O Editor do True Briton e o Libelo
Para além da política e da fraternidade, Wharton aventurou-se no jornalismo. Foi editor do jornal True Briton de 3 de junho de 1723 a 17 de fevereiro de 1724. Os seus escritos, muitas vezes críticos do governo de Robert Walpole, levaram o seu impressor, Samuel Richardson (mais tarde famoso romancista), a ser julgado por libelo, e o próprio Wharton a autoexilar-se no continente para escapar a novas condenações.
5. O Hellfire Club: O Primeiro Clube do Fogo Infernal
Entre as muitas facetas excêntricas de Wharton, uma das mais duradouras na cultura popular é a sua associação ao Hellfire Club (Clube do Fogo Infernal). Aproximadamente em 1719 (ou 1720, segundo outras fontes), Wharton é creditado como o fundador do primeiro Hellfire Club da história, uma sociedade de jovens aristocratas libertinos dedicada ao hedonismo, à blasfémia e à paródia de ritos religiosos. A descrição original do grupo (não confundir com o clube posterior de Sir Francis Dashwood) indica que se tratava, primariamente, de uma sociedade que realizava paródias de ritos religiosos.
Entre as atividades alegadamente praticadas pelos membros contavam-se jogar às cartas ao domingo, ler Lucrécio e comer “tarte de pombo” (parodiando o Espírito Santo da Trindade cristã). O grupo era suficientemente real para ter atraído a ira do rei Jorge I, que emitiu um édito em 1721 contra a formação e reunião de clubes dedicados à blasfémia. Quando o édito chegou à Câmara dos Lordes, onde Wharton também servia, ele viu-se forçado a abordar os rumores, negando que se aplicassem a si, mas votando, no entanto, contra a medida.
Pouco mais se ouviu sobre o Hellfire Club depois disso, e parece que Wharton redirecionou o seu interesse para a Maçonaria, tornando-se pouco depois Grão-Mestre. No entanto, a sua natureza obstinada depressa o levaria a fundar outra ordem.
6. Os Gormogons: A Ordem Anti-Maçônica
Após a sua desavença com a Grande Loja de Londres em 1723, Wharton fundou, em 1724, uma sociedade secreta rival chamada “Antiga e Nobre Ordem dos Gormogons” (Ancient Noble Order of the Gormogons). O objetivo principal da ordem teria sido ridicularizar a Maçonaria.
O nome “Gormogon” teria origem numa variante de “gormagon”, definido pelo 1811 Dictionary of the Vulgar Tongue como “um monstro com seis olhos, três bocas, quatro braços, oito pernas, três nádegas, dois jarretes e uma vagina nas costas montada por um homem e uma mulher atrás dele”.
A ordem não admitia maçons, a menos que estes primeiro queimassem as suas luvas e aventais maçónicos como ato de renúncia. Os Gormogons foram provavelmente a primeira organização antimaçónica da história, e foram acusados de jacobitismo, dada a lealdade do seu fundador à causa Stuart. A ordem deixou poucos registos escritos do seu verdadeiro propósito e foi efémera, mas testemunha o profundo rancor de Wharton para com a instituição que o expulsara.
7. O Soldado Espanhol e o Cerco de Gibraltar
Após fugir de Inglaterra para escapar aos seus credores e a possíveis acusações de traição, Wharton juntou-se à causa do “Velho Pretendente” e obteve permissão do rei Filipe V de Espanha para servir como ajudante de campo voluntário do Conde de las Torres no Cerco de Gibraltar (1727), onde Espanha tentava reconquistar a fortaleza.
A sua conduta durante o cerco foi, no mínimo, peculiar. Um relato contemporâneo da época descreve-o em termos pouco lisonjeiros: “O Duque de Wharton nunca vem às trincheiras senão quando está bêbedo, e é então, e só então, que é extremamente valente”. Durante o combate, foi gravemente ferido numa perna.
Ao servir contra a Inglaterra, Wharton cometeu o ato supremo de traição aos olhos do seu país de origem. Em resultado, foi declarado foragido pelo governo britânico a 3 de abril de 1729 por não comparecer perante a acusação de alta traição. As suas propriedades foram congeladas e ele nunca mais voltaria a ver a Inglaterra.
8. Declínio, Morte e a Imortalização de Alexander Pope
Nos seus últimos anos, Wharton viveu na mais completa miséria. Rejeitado tanto pelo governo britânico como pelo “Pretendente” que servira, afundou-se no alcoolismo. Morreu a 31 de maio de 1731, com apenas 32 anos, num convento Bernardino em Poblet, na Catalunha. Foi enterrado num canto do pátio do convento, literalmente na sarjeta.
A sua morte prematura e o seu destino trágico foram imortalizados pelo poeta Alexander Pope na sua Epístola I dos Ensaios Morais, num dos mais célebres retratos literários de uma figura histórica:
Wharton, the scorn and wonder of our days,
Whose ruling passion was the lust of praise;
Born with whatever could win it from the wise,
Women and fools must like him, or he dies…
A fool, with more of wit than half mankind,
Too rash for thought, for action too refined;
A tyrant to the wife his heart approves:
A rebel to the king he loves.
He dies, sad outcast of each church and state,
And, harder still! flagitious, yet not great.
Ask you why Wharton broke through every rule?
‘Twas all for fear the knaves should call him fool.
Assim, Pope capturou a essência de Wharton: um génio desperdiçado, um rebelde sem causa, um homem cuja única regra era quebrar todas as regras.
9. Curiosidades e Factos Marcantes
Frontispício Histórico: O frontispício das Constituições de Anderson de 1723 representa Wharton a receber o pergaminho das Constituições e os compassos das mãos do Duque de Montagu. Este é um dos mais icónicos símbolos visuais da Maçonaria inglesa do século XVIII.
Grão-Mestre aos 24 Anos: Wharton tornou-se Grão-Mestre da Premier Grand Lodge de Inglaterra aos 24 anos, e Grão-Mestre da Maçonaria francesa aos 30, tornando-o um dos mais jovens Grão-Mestres da história da Ordem.
Mudança de Nome: Após a sua conversão ao jacobitismo em 1716, Wharton começou a assinar o seu nome como “Philip James Wharton” para indicar a sua lealdade à causa Stuart.
Patrono das Artes: Apesar da sua vida dissoluta, Wharton foi um mecenas das artes e um escritor talentoso, tendo deixado uma coleção de poemas e escritos políticos publicados postumamente como The Poetical Works of Philip, Late Duke of Wharton.
Conversão ao Catolicismo: Segundo a Encyclopedia Masonica, Wharton converteu-se à Igreja Católica Romana em 1728, pouco antes da sua morte, o que terá facilitado a sua aceitação num convento católico nos seus últimos dias.
O Fantasma da Assembleia: A imagem de Wharton abandonando a Grande Loja “sem cerimónia” tornou-se lendária nos anais maçónicos, servindo como aviso sobre os perigos do orgulho e da discórdia dentro da fraternidade.
Loja de Madri: A loja fundada por Wharton em Madrid em 1728 foi a primeira loja maçónica regular fora das Ilhas Britânicas e das colónias inglesas, constituindo um marco na história da expansão internacional da Maçonaria.
10. Conclusão
Philip Wharton, Duque de Wharton, foi, em muitos sentidos, o “enfant terrible” da Maçonaria do século XVIII. A sua vida foi uma sucessão vertiginosa de contradições: filho de um Whig ferrenho, tornou-se jacobita; Grão-Mestre da Maçonaria inglesa, fundou uma ordem anti-maçónica; membro da alta nobreza, morreu na indigência; soldado ao serviço de Espanha, foi declarado traidor pela sua pátria.
Apesar do seu caráter errático e da sua breve passagem pela liderança da Grande Loja, o seu legado para a Maçonaria foi considerável. Foi sob o seu Grão-Mestrado que as Constituições de Anderson foram publicadas; foi ele quem, no exílio, se tornou o primeiro líder reconhecido da Maçonaria francesa; e foi ele quem estabeleceu a primeira loja maçónica regular na Europa continental, em Madrid.
As palavras de Pope ecoam através dos séculos, definindo Wharton como um homem cuja “pação dominante era a luxúria do louvor”. No final, porém, o que resta é a imagem de um génio trágico que, ao tentar quebrar todas as regras, acabou por se quebrar a si mesmo. A sua memória, preservada pelos historiadores maçónicos, serve como um fascinante estudo de caso sobre o que acontece quando o talento, a ambição e a rebeldia se combinam sem qualquer travão moral ou político.
A história de Wharton não é apenas a história de um maçon excêntrico; é, também, a história do início do século XVIII, das suas lutas dinásticas, dos seus excessos aristocráticos e da formação das primeiras instituições maçónicas que moldariam a história moderna.
Pesquisa e redação: Ivair Ximenes Lopes
Fontes
Documentos Primários e Arquivos:
Lane’s Masonic Lodges. “No name is given Lodge Details”. Serial Number: 78. Warrant of Constitution: 15 Feb. 1728. (Registo da primeira loja estrangeira da Grande Loja de Inglaterra).
Anderon’s Constitutions, 1723. Frontispício histórico.
Applebee’s Original Weekly Journal, 5 August 1721. (Relato da iniciação de Wharton).
Obras de Síntese e Enciclopédias:
Philip, Duke of Wharton. Freemasonry.bcy.ca (biografia maçónica detalhada).
Philip Wharton, 1st Duke of Wharton. Wikipedia English.
Philip Wharton — Wikipédia. French Wikipedia.
Encyclopedia Masonica | PHILIP, DUKE OF WHARTON. Universal Freemasonry.
1733 Constitutions | Philip, Duke of Wharton. 1723constitutions.com.
Duke of Wharton. The Square Magazine (Ric Berman).
Philip Wharton, 1st Duke of Wharton. Alchetron.
Artigos e Análises em Português e Francês:
FILARDO, J. “1773: 250 anos atrás – Da primeira Grande Loja ao Grande Oriente da França”. Bibliot3ca.
HOINT-LECOCQ, Hervé. “Ter sido Grão Mestre e terminar na miséria: Philip Wharton”. Bibliot3ca, 5 set. 2018.
Gormogons — Wikipédia. French Wikipedia.
História Política e Jacobitismo:
Philip Wharton, 1st Duke of Wharton (1698–1731). Oxford Dictionary of National Biography. (Citado em).
Thirteenth siege of Gibraltar (diferenças de edição). Wikipedia English.
Hellfire Club e Gormogons:
Hellfire Clubs, Part One. Bone and Sickle Podcast.
Gormogons (Wikipedia, vários idiomas).
Maçonaria Francesa e a Grande Loja de França:
Grande Loge de France — Wikipedia.

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