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Atribuição de Nomes aos Degraus dos Templos do Rito Escocês Antigo e Aceito

Degraus dos Templos do Rito Escocês Antigo e Aceito

Atribuição de Nomes aos Degraus dos Templos do Rito Escocês Antigo e Aceito

Há uma distinção que a hermenêutica simbólica exige: a que separa o que o ritual estabelece do que a interpretação propõe. No caso dos degraus dos templos do Rito Escocês Antigo e Aceito, esta distinção é fundamental.

A tradição canônica do REAA não atribui nomes oficiais ou designações ritualísticas fixas aos dez degraus que compõem o espaço sagrado da Loja; eles existem como elementos arquitetônicos e simbólicos, mas a sua denominação específica não consta dos rituais oficiais . A pesquisa aqui apresentada examina esta ausência e as interpretações que, a partir dela, têm sido propostas por estudiosos e doutrinadores, recorrendo às fontes históricas, maçónicas e filosóficas.

A investigação revela que, embora o rito não lhes atribua nomes oficiais, é legítimo — pela hermenêutica simbólica e pela prática andragógica — propor uma leitura filosófica que permita aos obreiros refletir sobre o significado de cada degrau.

Uma dessas leituras associa o primeiro degrau, junto ao altar do Segundo Vigilante, à Disciplina; os dois seguintes, no altar do Primeiro Vigilante, ao Trabalho e à Experiência; os três do trono do Venerável Mestre à Sabedoria, à Força e à Beleza; e os quatro que separam Oriente e Ocidente à Universalidade, à Fraternidade, ao Serviço e ao Amor.

Doutrinadores como Albert G. Mackey, em Symbolism of Freemasonry, e Albert Pike, em Morals and Dogma, sublinharam que o simbolismo maçónico é uma pedagogia que se revela gradualmente, e que o valor dos símbolos reside na reflexão que suscitam, não na fixidez das suas denominações . Novas interpretações sugerem que a ausência de nomes oficiais não é uma lacuna, mas um convite: cada obreiro, ao subir os degraus, é chamado a nomeá-los segundo a sua própria experiência e compreensão.

Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem esta questão, para que a compreensão da atribuição de nomes aos degraus ilumine a prática da interpretação simbólica e da jornada iniciática.

Os dez degraus do templo ensinam que subir é servir, liderar é ouvir e amar é coroar a vida maçônica. Cada passo, da disciplina ao amor fraterno, revela a ascensão do homem em direção ao Grande Arquiteto do Universo.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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