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O uso de imagens nas igrejas protestantes e evangélicas: história, teologia e prática

O uso de imagens nas igrejas protestantes e evangélicas: história, teologia e prática

A relação entre o protestantismo e as imagens religiosas é muito mais complexa do que a conhecida afirmação de que “os protestantes não usam imagens”.

A história demonstra que diferentes movimentos da Reforma adotaram posições distintas diante das pinturas, esculturas, crucifixos, vitrais e demais formas de representação visual. Enquanto setores reformados, especialmente sob a influência de João Calvino e das tradições que deram origem ao presbiterianismo, desenvolveram uma forte rejeição às imagens religiosas no espaço de culto, o luteranismo de Martinho Lutero não adotou o mesmo princípio iconoclasta.

Igrejas luteranas continuaram utilizando pinturas, retábulos, crucifixos e outras formas de arte cristã.

O anglicanismo também desenvolveu uma posição intermediária e historicamente diversa.

Nos séculos XIX e XX, a situação tornou-se ainda mais complexa. Bíblias ilustradas, cartões de escola dominical, gravuras de Jesus, cartazes evangelísticos, filmes, fotografias, televisão e, posteriormente, vídeos e redes sociais fizeram das imagens uma presença importante na cultura protestante e evangélica.

Pesquisadores como David Morgan demonstraram que o protestantismo norte-americano desenvolveu uma extensa cultura visual, inclusive com imagens utilizadas não apenas para ensinar, mas também para alimentar formas de piedade. No Brasil, Helmut Renders demonstrou a existência de uma significativa cultura visual protestante, pentecostal e neopentecostal.

A questão fundamental, portanto, não é simplesmente saber se os protestantes “usam imagens”, mas que imagens utilizam, para qual finalidade e que função teológica lhes atribuem. Essa distinção é indispensável para compreender a diferença entre uma imagem decorativa, uma ilustração pedagógica, um símbolo cristão e um objeto ao qual se atribui uma função propriamente devocional.

A pesquisa mostra que a afirmação “igrejas protestantes não usam imagens” é historicamente imprecisa. O problema precisa ser analisado em três níveis: a imagem como arte, a imagem como instrumento pedagógico e a imagem como objeto de devoção ou culto. Essa distinção permite compreender por que uma igreja reformada pode rejeitar uma estátua de Cristo e, ao mesmo tempo, utilizar uma cruz, vitrais, ilustrações bíblicas, vídeos, logotipos ou representações de personagens bíblicos.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

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A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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