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Origem das Missões Jesuíticas Guarani e a Formação dos Territórios Missioneiros

Origem das Missões Jesuíticas Guarani e a Formação dos Territórios Missioneiros

A história das Missões Jesuíticas Guarani não pode ser compreendida apenas como um capítulo da evangelização católica ou como a construção de antigas igrejas em território sul-americano.

As missões foram parte de um complexo processo político, religioso, econômico, cultural e territorial desenvolvido durante os séculos XVII e XVIII, sobretudo na região da bacia do rio da Prata.

Sua formação ocorreu em meio à expansão das monarquias ibéricas, às disputas entre Portugal e Espanha, às estratégias de defesa dos povos indígenas diante de encomenderos e bandeirantes e às iniciativas da Companhia de Jesus para estabelecer comunidades indígenas organizadas segundo princípios cristãos.

A experiência missioneira alcançou uma extensa área que atualmente corresponde a partes do Brasil, Argentina, Paraguai e, em sentido mais amplo, relacionou-se também com espaços hoje pertencentes ao Uruguai e à Bolívia.

No núcleo conhecido como Província Jesuítica do Paraguai, foram constituídas dezenas de reduções, muitas delas formadas com expressiva participação indígena.

As chamadas reduções não foram simplesmente aldeias criadas pelos europeus: constituíram espaços de interação, negociação, conflito, adaptação e transformação cultural entre indígenas e missionários.

A documentação histórica demonstra, inclusive, que os Guarani mantiveram mobilidade, relações externas e estratégias próprias dentro e fora das reduções.

Compreender a origem das Missões exige, portanto, distinguir a presença inicial dos jesuítas, a criação da Província Jesuítica do Paraguai, a fundação das primeiras reduções e a posterior formação dos chamados Sete Povos das Missões.

Essa distinção permite compreender por que as Missões se tornaram um dos mais importantes fenômenos históricos da formação territorial e cultural do Cone Sul.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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