Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão (1802–1879) foi militar de carreira, senador do Império e comandante de destaque do Exército Brasileiro. Sua atuação na Guerra do Paraguai foi marcante especialmente na primeira fase do conflito, quando chefiou a 1ª Divisão de Infantaria do Exército Aliado e conduziu operações fundamentais para a invasão do território paraguaio.
1. Origem e formação
Polidoro Jordão nasceu em 7 de janeiro de 1802, no Rio de Janeiro, filho de família ligada à elite imperial. Ainda jovem ingressou na carreira militar, matriculando-se na Real Academia Militar (embrião da futura Escola Militar do Brasil).
Formou-se em ciências matemáticas e militares, o que lhe conferiu sólida base técnica — característica que acompanhou toda a sua trajetória.
Com a declaração de guerra contra o Paraguai em 1865, o governo imperial reorganizou as forças terrestres e nomeou Polidoro Jordão como comandante da 1ª Divisão do Exército em Operações, um dos principais corpos militares brasileiros.
Sua atuação foi mais expressiva no início da campanha, durante a fase de travessia do rio Paraná e invasão do Paraguai, em 1866.
avançaram pelo terreno pantanoso do Estero Bellaco,
prepararam o exército para o grande confronto de Tuyutí.
Sua atuação é lembrada pela precisão logística e pela coordenação com as tropas argentinas e uruguaias.
• Participação na Batalha de Tuyutí (24 de maio de 1866)
Embora o comando geral estivesse com Bartolomé Mitre, Polidoro Jordão liderou efetivamente a ala direita brasileira, responsável por enfrentar uma das partes mais intensas do ataque paraguaio.
A vitória em Tuyutí consolidou a posição aliada e evitou que o exército fosse lançado ao rio Paraná.
4. Substituição e fim de sua atuação no conflito
Com o início de divergências estratégicas e questões políticas internas, o comando das forças brasileiras passou por reestruturações em meados de 1866.
Polidoro Jordão, já idoso e com saúde frágil, foi substituído e retornou ao Brasil, encerrando sua participação direta no conflito. Seu papel, porém, ficaria registrado como fundamental para:
Após o retorno ao Império, exerceu funções administrativas e políticas, mantendo o título de Senador Vitalício. Continuou participando de debates militares e governamentais até sua morte em 13 de janeiro de 1879, no Rio de Janeiro.
6. Legado
Contribuições reconhecidas
Um dos comandantes mais técnicos e experientes do Exército Imperial.
Responsável pela primeira grande vitória logística da guerra (Passo da Pátria).
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).