A justiça é, talvez, o mais antigo e o mais controverso dos ideais humanos.
Em Ulpiano, célebre jurisconsulto romano, encontra-se a definição clássica: "A justiça consiste em dar a cada um o que é seu".
Mas o que é, afinal, o seu de cada um? Para se poder dar a cada um o seu, seria preciso saber, desde logo, o que pertence a cada um — e é precisamente aí que reside o paradoxo.
O princípio da justiça é invocado exatamente para dirimir a disputa entre partes que invocam aquilo que é seu, mas a própria definição do que é "seu" é o objeto do litígio.
A justiça, assim, não é um ponto de partida, mas um ponto de chegada, sempre provisório e sempre contestado.
Esta pesquisa propõe uma investigação sobre as diversas conceções de justiça que atravessam a história da filosofia, desde Platão, que a via como harmonia da alma e da cidade, até Rawls, que a definiu como equidade, passando por Aristóteles, que distinguiu a justiça distributiva da comutativa, e por Kant, para quem a justiça é o respeito pela liberdade de cada um segundo uma lei universal.
Doutrinadores como Santo Agostinho, em A Cidade de Deus, e Tomás de Aquino, na Suma Teológica, viram na justiça uma virtude teologal, enquanto Nietzsche, em A Genealogia da Moral, denunciou-a como invenção dos fracos para conter os fortes.
Novas interpretações, como as de Amartya Sen, em A Ideia de Justiça, sugerem que a justiça não é uma questão de instituições perfeitas, mas de comparações reais entre vidas humanas.
Este artigo, no texto de Marcelo José Dias Barbosa, convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas deste ideal, para que a compreensão da justiça ilumine a prática da equidade em cada um de nós.
Você leu uma introdução!
O acesso integral à este artigo e demais páginas do MSMAÇOM é reservado a membros devidamente identificados. Solicitamos que realize o login para proceder. Privacidade e discrição são pilares de nossa comunidade, e seu cumprimento é essencial!
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).