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Paradoxo de Epicuro

Dilema de Epicuro

Paradoxo de Epicuro

Nas pesquisas que tenho realizado sobre a filosofia da religião, poucos problemas me provocaram uma inquietação tão duradoura quanto o Paradoxo de Epicuro.

Não se trata de uma curiosidade académica, nem de um exercício de lógica estéril; é uma ferida aberta na experiência humana, uma questão que surge do sofrimento concreto, da morte de crianças, das catástrofes naturais e das injustiças que parecem desafiar qualquer sentido de ordem divina.

O filósofo grego Epicuro foi o primeiro a formular este dilema com precisão cirúrgica: se Deus quer eliminar o mal, mas não pode, então não é onipotente; se pode, mas não quer, então não é bondoso; e se pode e quer, por que o mal persiste? Mais de dois milénios depois, esta pergunta continua a ecoar, desafiando crentes e céticos, e forçando-nos a confrontar o que significa, afinal, acreditar num Deus bom diante de um mundo tão evidentemente marcado pelo sofrimento.

A investigação aqui apresentada examina as origens, as formulações e as respostas clássicas a este paradoxo, recorrendo às fontes históricas e filosóficas.

O argumento, embora atribuído a Epicuro, foi preservado por Lactâncio, em De Ira Dei, e por Sexto Empírico, nas Hipotiposes Pirronianas — uma vez que nenhum escrito autêntico de Epicuro o contém na forma exata.

David Hume, nos Diálogos sobre a Religião Natural, reformulou-o como o problema lógico do mal; Leibniz, na Teodiceia, tentou reconciliar a bondade divina com a existência do mal; e Tomás de Aquino, na Suma Teológica, distinguiu o mal de pena do mal de culpa.

Doutrinadores como Santo Agostinho, nas Confissões, viram no mal uma privação do bem. Novas interpretações, como as de Alvin Plantinga, defendem que o mal é logicamente compatível com a existência de Deus, deslocando o debate para o terreno evidencial.

Este artigo convida o autor e o leitor a mergulharem neste dilema que, mais de dois milénios depois, continua a desafiar a razão humana.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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