Nas pesquisas que tenho realizado sobre a filosofia da religião, poucos problemas me provocaram uma inquietação tão duradoura quanto o Paradoxo de Epicuro.
Não se trata de uma curiosidade académica, nem de um exercício de lógica estéril; é uma ferida aberta na experiência humana, uma questão que surge do sofrimento concreto, da morte de crianças, das catástrofes naturais e das injustiças que parecem desafiar qualquer sentido de ordem divina.
O filósofo grego Epicuro foi o primeiro a formular este dilema com precisão cirúrgica: se Deus quer eliminar o mal, mas não pode, então não é onipotente; se pode, mas não quer, então não é bondoso; e se pode e quer, por que o mal persiste? Mais de dois milénios depois, esta pergunta continua a ecoar, desafiando crentes e céticos, e forçando-nos a confrontar o que significa, afinal, acreditar num Deusbom diante de ummundo tão evidentemente marcado pelo sofrimento.
A investigação aqui apresentada examina as origens, as formulações e as respostas clássicas a este paradoxo, recorrendo às fontes históricas e filosóficas.
O argumento, embora atribuído a Epicuro, foi preservado por Lactâncio, em De Ira Dei, e por Sexto Empírico, nas Hipotiposes Pirronianas — uma vez que nenhum escrito autêntico de Epicuro o contém na forma exata.
Doutrinadores como Santo Agostinho, nas Confissões, viram no mal uma privação do bem. Novas interpretações, como as de Alvin Plantinga, defendem que o mal é logicamente compatível com a existência de Deus, deslocando o debate para o terreno evidencial.
Este artigo convida o autor e o leitor a mergulharem neste dilema que, mais de dois milénios depois, continua a desafiar a razão humana.
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).