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1721: A Conspiração de Atterbury

1721 A Conspiracao de Atterbury

1721: A Conspiração de Atterbury

Nas pesquisas que realizei sobre as tramas políticas que marcaram a transição da Inglaterra para a era hanoveriana, a Conspiração de Atterbury (1721-1722) ocupa um lugar de destaque.

Considerada uma das maiores ameaças à dinastia de Jorge I entre os levantes jacobitas de 1715 e 1745, este complô não foi uma mera tentativa de restauração dos Stuart, mas o ponto de ebulição de um profundo descontentamento político e religioso, personificado na figura de Francis Atterbury, o Bispo de Rochester.

A investigação aprofundada sobre este episódio revela a complexa teia de intrigas que envolveu a elite política e eclesiástica da época.

Atterbury, um líder da Alta Igreja Tories, frustrado com sua perda de influência e movido por um ódio visceral às políticas Whig, viu na restauração dos Stuart a única via para restaurar o anglicanismo que considerava a verdadeira essência da sociedade inglesa.

A trama, que incluía planos para uma invasão estrangeira e uma insurreição interna, foi desmantelada graças à vigilância do Serviço Secreto Britânico, que monitorou a correspondência dos conspiradores e forneceu ao governo de Robert Walpole as provas necessárias para a acusação.

A importância deste tema reside na sua capacidade de iluminar as tensões entre o poder e a legitimidade, entre a e a política, que marcaram o início da era moderna.

Como observou Thomas Hobbes, o Estado é um artifício humano, e a sua estabilidade depende da obediência às leis, mas também da capacidade de reconhecer a justiça que as fundamenta.

Ao estudar a Conspiração de Atterbury, mergulhamos num período em que a sucessão ao trono e a autoridade da Igreja eram questões de vida ou morte, onde a lealdade a um soberano estrangeiro (o hanoveriano Jorge I) ou a um rei no exílio (o "Velho Pretendente") dividia a nação.

Este artigo, fruto de uma pesquisa que percorreu as fontes primárias e a historiografia sobre o complô, convida o autor e o leitor a explorarem os meandros de uma conspiração que, como a análise de Eveline Cruickshanks e Howard Erskine-Hill demonstra, foi o ponto alto de uma década de agitação política, onde a coroa, a mitra e a espada se entrelaçaram num jogo de poder que moldaria o destino da Grã-Bretanha.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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