A Crise do Império (1870–1889): transformações estruturais, conflitos políticos e a memória maçônica
A chamada Crise do Império corresponde ao período final do regime monárquico brasileiro, marcado por desgaste político, perda de legitimidade social e rearranjos ideológicos profundos. Entre o pós-Guerra do Paraguai e a Proclamação da República, o Estado imperial enfrentou simultaneamente desafios militares, econômicos, religiosos e institucionais.
Nesse contexto, a Maçonaria aparece com frequência na memória histórica como espaço de sociabilidade das elites reformistas, sobretudo no debate abolicionista, laicista e republicano, exigindo análise criteriosa e não apologética.
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