Os “Costumes judaicos” na realidade são os mandamentos que o Eterno deu ao seu Povo para que eles possam viver de uma forma mais plena a comunhão que Ele deseja ter com aqueles que optam pela obediência. Desta “obediência” nasceu o “Judaísmo” que para muitos tornou-se uma “religião” e não um “estilo devida” no sentido de que todo o homem que deseja obedecer ao Eterno deva seguir. Judaísmo(em hebraico תודהי, transl. Yahadút) é o nome dado à religião do povo judeu, a. . .
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
Meu Irmão,
O que aparece realmente não é a Menorah citada, mas a Chanukiá.
Este candelabro se chama chanukiá e é utilizado no Chanucá, a Festa das Luzes. A celebração é realizada em dezembro para lembrar a libertação do Templo de Jerusalém da dominação grega, em 164 a.C. Segundo a lenda, quando o templo foi retomado, restava apenas um pouco de óleo de oliva para acender a Menorá, um candelabro de sete ramos que representa os dias da criação.
A quantidade só seria suficiente para acende-lo por uma noite mas, miraculosamente, o óleo durou o suficiente para repetir a cerimônia por outros oito dias- tempo suficiente para fabricar mais óleo. Assim, a Festa das Luzes dura oito dias e tem o chanukiá como símbolo
(vernáculo) – Chanukiá ou Chanuquiá (hebraico חנוכיה – hanukiah, pronunciado “ranuquiá”) é um candelabro de nove braços, usado durante os oito dias do feriado judaico de Chanuká, também chamado de Festa das Luzes.
Nesta celebração, os judeus de todo o mundo comemoram a libertação do Templo de Jerusalém do domínio dos Gregos no século II a.C. sob a liderança dos Macabeus e o milagre do azeite que havia numa botija – que duraria um dia só – e que queimou no candelabro do Templo por oito dias. Este é o motivo dos nove braços da Chanukiá, sendo o braço do meio, mais proeminente, denominado Shamash (servente), pois a vela que é colocada neste braço é usada para acender as velas que são colocadas nos outros oito braços.
Mas o candelabro citado no artigo, éde suma importãncia para a cultura judaica – o Menorá (hebraico מנורה – menorah). O Menorá possui sete braços e é um dos símbolos do Judaísmo, juntamente com a Estrela de Davi.
TFA
Ximenes
Caros Irmãos do Blog MS Maçom.
Parabéns pelo trabalho que realizam.
Esta pesquisa sobre os símbolos judaicos está especialmente detalhada.
Persistam nessa tarefa de divulgar a cultura maçônica.
Quando puderem, visitem o Blog do Consistório Nº 1 (http://blogdoconsistorio1.blogspot.com.br/).
Recebam nosso tríplice abraço.
Fraternalmente,
MILTON A. g. DO SACRAMENTO – Comandante-em-Chefe do Consistório Nº 1.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).
18 Comentários
A MENORAH presente neste artigo apresenta mais que sete braços. Existe alguma explicação?
Meu Irmão,
O que aparece realmente não é a Menorah citada, mas a Chanukiá.
Este candelabro se chama chanukiá e é utilizado no Chanucá, a Festa das Luzes. A celebração é realizada em dezembro para lembrar a libertação do Templo de Jerusalém da dominação grega, em 164 a.C. Segundo a lenda, quando o templo foi retomado, restava apenas um pouco de óleo de oliva para acender a Menorá, um candelabro de sete ramos que representa os dias da criação.
A quantidade só seria suficiente para acende-lo por uma noite mas, miraculosamente, o óleo durou o suficiente para repetir a cerimônia por outros oito dias- tempo suficiente para fabricar mais óleo. Assim, a Festa das Luzes dura oito dias e tem o chanukiá como símbolo
(vernáculo) – Chanukiá ou Chanuquiá (hebraico חנוכיה – hanukiah, pronunciado “ranuquiá”) é um candelabro de nove braços, usado durante os oito dias do feriado judaico de Chanuká, também chamado de Festa das Luzes.
Nesta celebração, os judeus de todo o mundo comemoram a libertação do Templo de Jerusalém do domínio dos Gregos no século II a.C. sob a liderança dos Macabeus e o milagre do azeite que havia numa botija – que duraria um dia só – e que queimou no candelabro do Templo por oito dias. Este é o motivo dos nove braços da Chanukiá, sendo o braço do meio, mais proeminente, denominado Shamash (servente), pois a vela que é colocada neste braço é usada para acender as velas que são colocadas nos outros oito braços.
Mas o candelabro citado no artigo, éde suma importãncia para a cultura judaica – o Menorá (hebraico מנורה – menorah). O Menorá possui sete braços e é um dos símbolos do Judaísmo, juntamente com a Estrela de Davi.
TFA
Ximenes
Caros Irmãos do Blog MS Maçom.
Parabéns pelo trabalho que realizam.
Esta pesquisa sobre os símbolos judaicos está especialmente detalhada.
Persistam nessa tarefa de divulgar a cultura maçônica.
Quando puderem, visitem o Blog do Consistório Nº 1 (http://blogdoconsistorio1.blogspot.com.br/).
Recebam nosso tríplice abraço.
Fraternalmente,
MILTON A. g. DO SACRAMENTO – Comandante-em-Chefe do Consistório Nº 1.
maravilhosa exposição… de forma profunda e resumida… Parabéns