A ordem e o Protocolo Moderno
Quando visitei pela primeira vez uma Loja Maçônica instalada, fiquei impressionado com a forma como cada gesto, palavra e posição corporal que parecia obedecer a um protocolo antigo e inexpugnável.
Para esta pesquisa, adotei uma abordagem histórico-comparativa, analisando documentos fundacionais da Maçonaria especulativa, nomeadamente as Old Charges (Antigas Obrigações), os Manuscritos Regius (c. 1390) e Cooke ( c.1410), bem como as primeiras edições das Constituições de Anderson (1723, 1738). Além disso, consultei rituais de lojas operativas medievais e dos primeiros Grandes Orientes, com especial atenção para os trabalhos de Douglas Knoop, Jones e Hamill. A análise simbólica baseou-se em autores clássicos como Albert Pike, René Guénon e Oswald Wirth.
Ademais, o leitor pode observar, noutro escritos, que fiz sobre os Manuscritos Anteriores ao Século XVII. e outro sobre o Statuta et Ordinamenta Societatis Magistrorum Tapia et Lignamiis registrado na cidade de Bolonha – Itália, em 1248 Ano Domini, há portanto 757 anos atrás.
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"O maçom deve ser como a abelha: trabalhar em silêncio, produzir coisas boas e nunca ferir sem necessidade - Joaquim Gervásio de Figueiredo"
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