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República Juliana

República Juliana

Nas pesquisas que tenho realizado sobre a Revolução Farroupilha, sempre me impressionou como um movimento que começou no extremo sul do país conseguiu, por um breve instante, estender suas asas para além das fronteiras do Rio Grande do Sul.

A República Juliana é a prova de que a guerra dos farrapos não foi apenas um conflito regional, mas um movimento que, por algumas semanas, acreditou poder construir uma nova nação, livre e independente, no litoral de Santa Catarina. Foi lá, em Laguna, que a utopia republicana encontrou seu mais breve, porém mais fascinante, capítulo.

Esta é mais uma parte da série de artigos que preparei em comemoração à Semana Farroupilha, dedicada a percorrer os episódios decisivos da Revolução.

A importância deste estudo reside na forma como a República Juliana ilumina as ambições e os limites do projeto farroupilha, revelando que a luta pela liberdade não conhecia fronteiras provinciais.

A investigação sobre as fontes históricas revela que, em 24 de julho de 1839, as forças farroupilhas, lideradas por Giuseppe Garibaldi e David Canabarro, proclamaram a República Juliana em Laguna, após a tomada da cidade.

Doutrinadores como Alfredo Varela, em História da Grande Revolução, e Moysés Vellinho documentaram o episódio, enquanto novas interpretações, como as de estudiosos da história regional, destacam o papel de Garibaldi e a ousadia da incursão naval que tornou possível a proclamação.

Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem a trajetória, os personagens e o legado da República Juliana — uma nação que, embora efémera, deixou uma marca indelével na memória de Santa Catarina e na história da Revolução Farroupilha.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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