O Zohar: O Livro do Esplendor que Iluminou a Cabala
novembro 7, 2026
O Zohar: O Livro do Esplendor que Iluminou a Cabala
Há livros que se escrevem e há livros que se tornam universos.
O Sefer ha-Zohar — o Livro do Esplendor — pertence à segunda categoria. A pesquisa aqui apresentada examina esta que é, sem sombra de dúvida, a obra-prima da Cabala, a dimensão mística do judaísmo.
Para os cabalistas, é a "coluna vertebral" da Sabedoria da Verdade (Chochmat ha-Emet); para os historiadores, é um dos maiores enigmas literários da Idade Média.
A sua autoria é tradicionalmente atribuída ao rabbi Shimon bar Yochai, sábio do século II, mas a crítica moderna, desde Gershom Scholem, demonstrou que a obra foi composta em Castela, no século XIII, provavelmente por Moses de León .
A investigação revela que o Zohar é uma obra de síntese e de revelação. Escrito em aramaico, apresenta-se como um comentário à Torá, mas é, na verdade, uma teologia completa: descreve as dez sefirot como emanações da divindade, narra a criação como um processo de contração e expansão da luz, e ensina que a alma humana é uma centelha do infinito (Ein Sof) que anseia pelo retorno à sua fonte.
Gershom Scholem, em Major Trends in Jewish Mysticism, e Moshe Idel, em Kabbalah: New Perspectives, demonstraram que o Zohar transformou a Cabala de uma tradição esotérica restrita num movimento espiritual de massas, influenciando o hassidismo, a liturgia e até o pensamento cristão renascentista . Novas interpretações, como as de Elliot Wolfson, em Through a Speculum That Shines, sugerem que o Zohar propõe uma hermenêutica da luz: o leitor é convidado a tornar-se ele próprio umespelho que reflecte o esplendor divino.
Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas desta obra, para que a compreensão do Zohar ilumine a prática da contemplação e da busca da luz
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).