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Cabalá e a Teoria das Supercordas II

Cabalá e a Teoria das Supercordas II

D’us criou o mundo através das Dez Sefirot. Na verdade, existe um atributo adicional, Keter. Esta Sefirá está tão além de nossa compreensão que não costuma ser incluída como uma das Sefirot. Exprime a Vontade de D’us – Seu desejo de criarNão causa surpresa o fato de que esta teoria tenha chamado a atenção de tantos cientistas e matemáticos. Muitos deles acreditam que a mesma forneça a infra-estrutura para a construção da tão buscada teoria unificada. Como ensina que qualquer coisa em seu nível mais microscópico consiste de combinações de cordas em vibração, esta teoria fornece um marco único de explicação capaz de englobar não apenas tudo o que é matéria, mas também todas as forças. As partículas da força são associadas a padrões específicos de vibração de corda. Assim como a matéria, estas partículas são unificadas sob a mesma rubrica de oscilações microscópicas das cordas.

A teoria das cordas às vezes é descrita como a teoria de tudo – a teoria final, suprema. Muitos de seus defensores acreditam que uma tal teoria explicaria as propriedades das partículas fundamentais e as propriedades das forças que as fazem interagir e influenciar umas às outras. De modo mais simplista, tudo o que existe e tudo o que ocorre no universo é uma reação entre as partículas fundamentais que, de fato, são cordas que vibram.
A Cabalá e a Teoria das Supercordas

Ensina-se, na Cabalá, que D’us criou o mundo através das Dez Sefirot. Na verdade, existe um atributo adicional, Keter. Esta Sefirá está tão além de nossa compreensão que não costuma ser incluída como uma das Sefirot. Exprime a Vontade de D’us – Seu desejo de criar. Como não podemos sequer pretender imaginar os desejos Divinos, a Cabalá costuma mencionar apenas as Dez Sefirot. No entanto, o desenho da Árvore das Sefirot obrigatoriamente inclui a décima-primeira, Keter.

Assim como a Cabalá fala das Dez Sefirot, que, de fato são onze, também a Teoria das Cordas fala de dez dimensões, que, na realidade são onze. Alegam os cientistas que para que as cordas formem adequadamente nosso universo, elas devem vibrar em onze dimensões. Todos podem observar três dimensões espaciais e uma temporal, mas os modelos da Física sugerem outras sete.

A doutrina das Sefirot e da Teoria das Supercordas dizem, essencialmente, a mesma coisa através de linguagens diferentes. A teoria é a descoberta científica dos fenômenos que os cabalistas conhecem há milênios. Quer saiba ou não, um físico que estuda as Supercordas está estudando a Cabalá pelo prisma das Ciências. As cordas são a manifestação física das Sefirot. De fato, muito antes da descoberta dessa teoria, a Cabalá falava de cordas sobrenaturais. Ao descrever a criação do universo, o misticismo judaico revela que D’us escondeu Sua Luz Infinita, criando, destarte, um espaço que parece despojado de Sua Presença. Neste domínio, que parece ser um vácuo, Ele criou nosso mundo. E o fez através de um raio da Luz Divina, chamado de “corda”. Através dessa corda inicial, foram emanadas as Dez Sefirot – as outras dez cordas – e estas, continuamente criam tudo o que existe e tudo o que transpira no universo. É interessante observar que há um mandamento particular na Torá, o de Tsitsit, que envolve cordas.

Os homens judeus são obrigados a atar Tsitsit – cordas de lã – a roupas com quatro cantos. Este mandamento é tão importante que é considerado equivalente em importância a todos os demais, juntos. É, também, um dos poucos mandamentos mencionados no Shemá Israel: “Isto vos servirá de Tsitsit, cordas visíveis, e vendo-o recordar-vos-ei de todos os mandamentos do Eterno, para observá-los”. O Talmud coloca uma questão: como Tsitsit é uma palavra no plural, não deveria, então, estar escrito: … e vendo-os”…? E responde que quando olhamos para os Tsitsit, o que devemos ver não é “a elas” – as cordas ou franjas do Tsitsit – mas a “Ele” – D’us, em toda a Sua plenitude.

À luz do que discutimos acima – as Sefirot e a Teoria das Cordas – podemos inferir que o Shemá Israel, prece de suma importância e misticismo, sugere que os Tsitsit simbolizam as cordas que constituem a Criação unificada, encaminhando-nos na direção de D’us Único. Em outras palavras, os blocos formadores do universo, quer os denominemos de Sefirot ou de cordas, quer sejam discutidos por cientistas ou por estudiosos da Torá, apontam na direção do Infinito Criador.

Muitas pessoas erroneamente acreditam que Torá e Ciências são conflitantes. Pois não o são: como indicou o Rabi Luzzatto, o físico é uma mera reflexão do espiritual. Aquele que crê que Torá e Ciências estão em contradição certamente não entende bem uma das duas. Isto explica a razão para que muitos de nossos maiores sábios – o Rambam, o Gaon de Vilna, o Baal HaTanya e o Lubavitcher Rebe – tivessem tamanha compreensão das Ciências.

A Teoria das Supercordas é a Cabalá estudada sob a lente da Física. E assim como o estudo das Sefirot, a teoria nos ensina que este universo de diversidades e de multiplicidades é, com efeito, elegantemente disposto e unificado. A unidade do universo é o reflexo da Unicidade de D’us e o fato de ter sido elegantemente projetado nos faz lembrar que foi concebido por um Desenhista Perfeito. `

Diz-se que uma rosa é uma rosa, ainda que lhe troquemos o nome.
De forma similar, D’us, seja encoberto pela linguagem da Física ou pela da Cabalá, é D’us, Único, Senhor dos Céus e da Terra, e de tudo o que contêm estes dois mundos.
Tradução Lilia Wachsmann
Bibliografia:
Artigo de Brian Greene, The Universe on a String, publicado no The New York Times, outubro de 2006

Colliding with nature’s best-kept secret, – Elizabeth Landau, CNN, junho 2008

Rabbi Yitzchak Ginsburgh, Kabbalah and String Theory, artigo publicado no site www.inner.org

Rabbi Aryeh Kaplan, Inner Space, Moznaim Publishers

Rabbi Yanki Tauber, My Daughter’s Ten Bicycles, publicado no site www.chabad.org

Rabbi Simon Jacobson, A spiritual guide to the counting of the Omer.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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