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O Sangue na Maçonaria Simbólica: Símbolo de Compromisso e Regeneração

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O Sangue na Maçonaria Simbólica: Símbolo de Compromisso e Regeneração

Resumo Preliminar

Nas pesquisas que tenho realizado sobre os símbolos que selam o compromisso iniciático, poucos me provocaram uma reflexão tão profunda quanto o sangue na Maçonaria Simbólica.

Diferentemente do que se poderia supor, o sangue não é um elemento físico, mas a metáfora da totalidade do compromisso que o candidato assume com a Ordem — a irreversibilidade da jornada, a união entre vida e dever, e a transformação moral que não pode ser desfeita.

Como observou Albert Pike, em Morals and Dogma, o sangue é o símbolo do sacrifício e da entrega total, a marca de uma aliança que vincula o obreiro à sua palavra.

Esta é a questão que a presente investigação examina: por que o sangue, entre todos os símbolos, é o selo da irrevogabilidade?

A pesquisa aqui apresentada explora as origens históricas deste símbolo nas tradições antigas — dos ritos de sangue das civilizações pré-cristãs à aliança mosaica no Monte Sinai — e as suas interpretações na Maçonaria Simbólica, com destaque para as contribuições de Nicola Aslan, Rizzardo da Camino e Joaquim Gervásio de Figueiredo.

Doutrinadores como René Guénon, em Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada, e Mircea Eliade, em O Sagrado e o Profano, demonstraram que o sangue é universalmente compreendido como veículo da alma e da vida.

Novas interpretações, como as de estudiosos da simbologia maçónica, sugerem que o sangue representa a passagem do profano ao iniciado — uma morte simbólica e um renascimento para a vida da Ordem. Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas deste símbolo, para que a compreensão do sangue ilumine a prática do compromisso e da regeneração

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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