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Batalha de Caiboaté ou Massacre de Caiboaté

Batalha de Caiboaté ou Massacre de Caiboaté

Ao longo dos meus anos de estudo sobre a história do sul do Brasil, sempre me impressionou como a memória dos vencidos é, muitas vezes, deliberadamente apagada pela história oficial.

A Guerra Guaranítica e, em particular, o Massacre de Caiboaté (1756), são exemplos brutais desse apagamento. O que os documentos coloniais chamaram de "batalha" foi, na verdade, uma chacina planejada, uma execução em massa de indígenas que ousaram defender suas terras contra o exército combinado de duas das maiores potências coloniais da época .

A investigação sobre este episódio revela a dimensão trágica de um conflito motivado pelo Tratado de Madri (1750), que trocou os Sete Povos das Missões pela Colônia de Sacramento, obrigando os guaranis a abandonarem terras que ocupavam há mais de 150 anos.

Em Caiboaté, em menos de duas horas, mais de 1.300 indígenas foram massacrados, enquanto as forças ibéricas perderam apenas três homens .

Doutrinadores como o General Ptolomeu de Assis Brasil documentaram a desproporção da chacina, e o historiador Tau Golin analisou a cartografia que "glorificou" e "naturalizou" a violência.

Novas interpretações, como as de Jessica Aparecida Correa, propõem uma leitura da história "a contrapelo", denunciando que a "Guerra Guaranítica" foi, na realidade, um massacre promovido pelas Coroas Ibéricas.

Este artigo convida o autor e o leitor a conhecerem os fatos, o contexto e o legado desse que é, sem dúvida, um dos episódios mais sombrios da história do Rio Grande do Sul e do Brasil.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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