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A Sociedade da Época de Salomão: Estrutura, Reino e Relações com Nações e Povos

Sociedade da Época de Salomão

A Sociedade da Época de Salomão: Estrutura, Reino e Relações com Nações e Povos

Há períodos da história que se tornam pedra angular de toda uma tradição posterior.

O reinado de Salomão, tradicionalmente situado entre 970 e 931 a.C., é um deles. A pesquisa aqui apresentada examina a sociedade da época de Salomão — a sua estrutura, o seu reino e as suas relações com as nações e povos vizinhos — recorrendo às fontes bíblicas, arqueológicas e históricas.

Mais do que um simples relato de riqueza e sabedoria, o período salomônico testemunhou a transição de uma confederação de tribos para um Estado centralizado, com uma administração complexa, intensa atividade comercial e significativas relações diplomáticas. Para a Maçonaria, este reinado é particularmente caro, pois é nele que se enraíza a lenda do Templo e de Hiram Abiff, o arquiteto que a tradição imortalizou.

A investigação revela que Salomão promoveu uma profunda reorganização administrativa, dividindo Israel em doze distritos que ignoravam as antigas fronteiras tribais, cada um responsável por fornecer provisões à corte durante um mês por ano . A extensão do reino, que se estendia do Eufrates à terra dos filisteus e às fronteiras do Egito, colocava Israel no centro das rotas comerciais do Antigo Oriente Próximo.

As relações com Tiro, sob o rei Hirão, foram decisivas: os fenícios forneceram cedro do Líbano, artesãos e marinheiros experientes para as expedições a Ofir . Doutrinadores como Albert G. Mackey, em Symbolism of Freemasonry, e René Guénon, em Estudos sobre a Franco-Maçonaria, sublinharam que o Templo de Salomão é o arquétipo simbólico da construção interior, e que Hiram Abiff representa o arquiteto perfeito, cuja lenda é a própria jornada do maçom.

Novas interpretações, como as de Marc Halévy em Hiram et le Temple de Salomon, sugerem que a tríade Salomão-Templo-Hiram constitui o tripé mítico sobre o qual repousa toda a espiritualidade maçónica. Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas desta sociedade que, há quase três mil anos, lançou as bases de uma tradição que ainda hoje ilumina a Arte Real.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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