Nas pesquisas que tenho realizado sobre a formação histórica do RioGrande do Sul, sempre me impressionou como um dos mais notáveis projetos civilizatórios da América foi destruído não por uma falha interna, mas pela cobiça de duas potências coloniais.
O que ocorreu entre 1753 e 1756 não foi apenas um conflito armado; foi o assassinato de um sonho, o massacre de uma civilização que ousou dizer "não" à ordem dos colonizadores.
Esta é mais uma parte da série de artigos que preparei em comemoração à Semana Farroupilha, dedicada a percorrer os episódios e os personagens decisivos da história do sul.
A importância deste estudo reside na forma como a diáspora guarani ilumina as tensões entre a utopia missioneira e a Realpolitik colonial, entre a memória dos vencidos e a históriaoficial.
A investigaçãosobre as fontes históricas revela que, após o Massacre de Caiboaté em 1756, onde mais de 1.300 indígenas foram chacinados, os sobreviventes foram dispersos, escravizados ou forçados a migrar para o Uruguai e a Argentina, enquanto os Sete Povos foram progressivamente abandonados e suas terras entregues a colonos.
Doutrinadores como Tau Golin, em A Guerra Guaranítica, e Moacyr Flores documentaram o conflito, enquanto novas interpretações, como as de estudiosos da história indígena, destacam a agência guarani e a complexidade das suas escolhas entre a resistência armada e a negociação.
Este artigo convida o autor e o leitor a conhecerem os fatos, os personagens e o legado desse que é, sem dúvida, um dos episódios mais sombrios e, ao mesmo tempo, mais significativos da história do sul do Brasil.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).