Joaquim da Silva Rabelo – Joaquim do Amor Divino Rabelo e Caneca, conhecido como Frei Caneca (Recife, 20 de agosto de 1779 – Recife, 13 de janeiro de 1825), foi um dos mais destacados intelectuais, patriotas e revolucionários do Brasil no início do século XIX.
Além de sua forte atuação política, Frei Caneca integrou a maçonaria, espaço que reforçou seu ideário iluminista e republicano, defendendo a autodeterminação dos povos e a limitação do poder monárquico.
Nascido no Recife, Frei Caneca era filho do mestre tanoeiro Francisco Rabelo e de Maria da Conceição. Cresceu em ambiente popular, mas muito cedo destacou-se pelo talento intelectual. Ingressou no Convento do Carmo, onde estudou humanidades, filosofia e teologia.
Ordenou-se sacerdote carmelita em 1801 e passou a lecionar retórica e filosofia no próprio convento, distinguindo-se pela capacidade argumentativa e pelo domínio das doutrinas políticas modernas.
3. Atuação Intelectual e Política
3.1. A imprensa como instrumento revolucionário
Frei Caneca destacou-se como um dos primeirosgrandes jornalistas políticos do Brasil. Utilizou panfletos e periódicos para defender ideias de:
Participou ativamente da revolução que proclamou a República em Pernambuco. Foi preso após a derrota do movimento, mas recebeu anistia com a chegada de D. João VI ao Rio de Janeiro.
Após a derrota, foi condenado à morte. Como os soldados recusaram-se a fuzilá-lo por respeito, Frei Caneca foi executado por enforcamento em 13 de janeiro de 1825, tornando-se mártir da liberdade.
crítica constante ao absolutismo e às políticas centralizadoras da Corte
A maçonaria pernambucana da época foi um dos núcleos mais importantes de resistência política do país, e Frei Caneca figurou como um dos seus intelectuais mais influentes.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).