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Naturalismo racionalista: filosofia, razão, natureza e sua relação com a Maçonaria

Naturalismo racionalista: filosofia, razão, natureza e sua relação com a Maçonaria

O naturalismo racionalista constitui uma expressão particularmente importante para compreender os conflitos filosóficos, religiosos e políticos que marcaram a Europa e a América entre os séculos XVIII e XIX.

Embora não corresponda, em sentido rigoroso, a uma escola filosófica única, o conceito passou a designar uma determinada compreensão do homem, da natureza, da razão e da religião. Em linhas gerais, parte de uma valorização da natureza e da capacidade racional humana para explicar a realidade, afastando ou restringindo a necessidade de recorrer a explicações sobrenaturais.

O racionalismo, por sua vez, atribui à razão papel central na obtenção e avaliação do conhecimento. Historicamente, essas ideias se relacionaram ao Iluminismo, ao liberalismo, ao secularismo e a movimentos de reforma política e intelectual.

No século XIX, a Igreja Católica passou a empregar expressamente a expressão “naturalismo racionalista” para caracterizar aquilo que considerava uma corrente hostil à fé cristã e, particularmente, associada à Maçonaria. Essa interpretação aparece de maneira marcante no Syllabus Errorum, de Pio IX, e na encíclica Humanum Genus, de Leão XIII.

Entretanto, é necessário distinguir a crítica católica da definição filosófica contemporânea de naturalismo e evitar a generalização de que todo racionalista, liberal, naturalista ou maçom necessariamente adotasse uma mesma doutrina.

A pesquisa indica que “naturalismo racionalista” não é o nome de uma escola filosófica única e perfeitamente delimitada, mas uma expressão histórica usada sobretudo no século XIX para designar uma combinação de naturalismo, racionalismo, secularização e rejeição de fundamentos sobrenaturais ou de uma autoridade religiosa sobre a razão.

É importante também não confundir esse conceito com o Naturalismo literário de Émile Zola.

No contexto maçônico, a expressão ganhou especial importância porque a Igreja Católica do século XIX, particularmente no Syllabus Errorum (1864) e na Humanum Genus (1884), identificou na Maçonaria aquilo que denominava “naturalismo racionalista”.

Essa é, porém, uma caracterização crítica do magistério católico, e não uma definição consensual da própria Maçonaria. A pesquisa filosófica contemporânea trata naturalismo e racionalismo de maneira mais diferenciada. (Stanford Encyclopedia of Philosophy)

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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