Home / Livre / Pesquisa / Frederico I (c. 1122 – 1190): O Imperador de Barba Rubra que Dorme na Montanha à Espera do Chamado da Alemanha

Frederico I (c. 1122 – 1190): O Imperador de Barba Rubra que Dorme na Montanha à Espera do Chamado da Alemanha

Frederico I (c 1122 – 1190) O Imperador de Barba Rubra que dorme na Montanha à Espera do Chamado da Alemanha

Frederico I (c. 1122 – 1190): O Imperador de Barba Rubra que dorme na Montanha à Espera do Chamado da Alemanha

Introdução 

Confesso que, antes de mergulhar na figura de Frederico I da dinastia Hohenstaufen, eu o imaginava como um nome empoeirado nos livros de história medieval — o imperador que se afogou durante uma cruzada e que deu nome à operação militar de Hitler.

Ao longo desta pesquisa, porém, deparei-me com uma das figuras mais fascinantes e contraditórias da Idade Média. Aquele que os italianos, por causa da cor rubra de sua barba, apelidaram de “Barbarossa” foi ao mesmo tempo um guerreiro implacável que arrasou Milão e um administrador que trouxe décadas de paz à Alemanha; um defensor ferrenho da autoridade imperial contra o papado, mas também um cavaleiro piedoso que partiu para a Terra Santa em nome da ; um homem que morreu afogado de forma inglória, mas que, paradoxalmente, tornou-se um dos maiores mitos da história alemã — o imperador que não morreu, mas que dorme dentro de uma montanha, aguardando o momento certo para retornar e restaurar a grandeza da nação.

Sua história, que mescla o real e o lendário de forma tão profunda que às vezes é difícil separar um do outro, é, a meu ver, uma das mais extraordinárias e simbólicas da história universal.

Neste artigo, convido o leitor a conhecer a trajetória desse homem de barba ruiva que, mais de oitocentos anos após sua morte, continua a despertar o imaginário germânico.

Biografia

Origens e Primeiros Anos: O Herdeiro de Duas Casas

Frederico I nasceu provavelmente em dezembro de 1122 (embora algumas fontes indiquem 1123), em local incerto, filho de Frederico II da dinastia Hohenstaufen, duque da Suábia, e de Judite de Baviera, irmã de Henrique, o Orgulhoso, duque da Baviera e Saxão, da poderosa casa rival dos Guelfos.

Como seu pai unia em si o sangue da casa gibelina Hohenstaufen e sua mãe descendia dos guelfos, Frederico representava, desde o berço, a possibilidade de reconciliação entre as duas facções que dilaceravam o Sacro Império. Seus contemporâneos acreditavam sinceramente que, por carregar o sangue das duas casas, ele conseguiria resolver os problemas internos do reino.

Aos vinte anos, em 1147, Frederico sucedeu ao pai como duque da Suábia e, na mesma época, acompanhou seu tio, o imperador Conrado III, na Segunda Cruzada. Ali adquiriu experiência militar e política — uma vivência que seria fundamental para seu futuro governo. O imperador Conrado III faleceu sem deixar filhos homens e, no leito de morte, recomendou que os príncipes alemães elegessem seu sobrinho Frederico como sucessor.

A Ascensão ao Trono e a Pacificação da Alemanha

Em 4 de março de 1152, Frederico foi eleito rei da Alemanha em Frankfurt e coroado em Aachen, cidade símbolo de Carlos Magno. Cinco anos depois, em 18 de junho de 1155, recebeu a coroa imperial das mãos do papa Adriano IV, tornando-se formalmente imperador do Sacro Império Romano-Germânico. Durante seu reinado, em 1157, o termo “sacro” foi usado pela primeira vez para se referir ao império, consolidando a ideia de que Frederico não era apenas um rei germânico, mas o legítimo sucessor dos imperadores romanos cristianizados.

À medida que o reinado avançava, Frederico mostrou-se capaz de controlar as tensões entre os príncipes regionais. Seu governo trouxe à Alemanha um período de relativa paz e prosperidade, que se estenderia por cerca de cem anos — um raro momento de estabilidade na fragmentada geografia do Sacro Império. Aos príncipes alemães, ofereceu a reconciliação; aos rebeldes, impôs a força. A Bohemia foi submetida e a Polônia tornou-se tributária do império.

As Campanhas Italianas e o Conflito com o Papado

Se Frederico governou a Alemanha com mão relativamente conciliadora, o mesmo não se pode dizer da Itália. Para ele, a autoridade imperial devia ser absoluta sobre os territórios italianos, incluindo o rico e rebelde norte da península, onde as comunas — Milão, Cremona, Brescia, entre outras — haviam conquistado grande autonomia.

Entre 1154 e 1183, Frederico liderou seis expedições militares à Itália. Seu objetivo era impor o controle imperial sobre as chamadas “regalias” — direitos político-econômicos tradicionais dos imperadores germânicos — e enfrentar a crescente influência do papa sobre os assuntos temporais da península.

A primeira campanha (1154-1155) culminou com sua coroação imperial. Porém, a segunda campanha (1158-1162) foi a mais sangrenta. Milão, líder da resistência das comunas, foi sitiada durante meses e, finalmente, arrasada em 1162. O símbolo da rebeldia lombarda foi destruído, e Frederico pareceu consolidar a supremacia imperial.

O conflito, porém, transcendeu o plano militar. A guerra contra as comunas era também uma guerra de propaganda e diplomacia contra o papado, que apoiava as cidades italianas como forma de conter o avanço do poder imperial. A disputa entre o Império e o Papado, iniciada na Contenda das Investiduras no século XI, atingiu seu ápice durante o reinado de Frederico. Em 1176, a Batalha de Legnano foi um divisor de águas. O exército imperial foi derrotado pelas forças da Liga Lombarda, uma coalizão das cidades italianas, apoiada pelo papa Alexandre III. A derrota forçou Frederico a negociar a Paz de Constança (1183) , pela qual reconheceu a autonomia das comunas lombardas, em troca de sua fidelidade nominal ao imperador. Foi uma solução pragmática, que encerrou décadas de conflito.

A Morte na Terceira Cruzada e a Dissolução do Exército Cristão

Em 1189, já sexagenário, Frederico partiu para a Terceira Cruzada ao lado dos reis Filipe II da França e Ricardo I Coração de Leão da Inglaterra. Seu objetivo era libertar Jerusalém das mãos do sultão aiúbida Saladino.

Frederico foi escolhido como comandante supremo das forças cristãs, justamente para evitar os conflitos entre os impetuosos reis da França e da Inglaterra. Sua experiência e seu prestígio inspiraram confiança. A travessia pelo território bizantino, porém, foi difícil e repleta de escaramuças.

Em 10 de junho de 1190, enquanto cruzava o rio Saleph (atual Göksu, no sul da Turquia), próximo ao castelo de Selinunte, na Cilícia, Frederico caiu do cavalo e afogou-se. As versões variam: algumas afirmam que o cavalo se assustou com o barulho das armaduras; outras, que o imperador, já exausto e febril, tentou atravessar a nado e foi levado pela correnteza. O fato é que o líder da maior força militar já reunida na Europa para uma cruzada morreu de forma inglória, em um pequeno riacho.

A perda foi catastrófica. Com a morte de Frederico, a liderança da cruzada ficou com os reis da França e da Inglaterra, cuja rivalidade logo dissolveu o exército. Felipe II retornou à França; Ricardo continuou a luta, mas foi derrotado e forçado a assinar o Tratado de Ramla, que garantiu Jerusalém aos muçulmanos. O corpo de Frederico foi sepultado na Igreja de São Pedro, em Antioquia, mas acredita-se que seus ossos não tenham resistido ao tempo; sua memória, porém, havia acabado de nascer.

Feitos e Conquistas

O legado de Frederico I Barbarossa é vasto e multifacetado:

  1. Pacificação da Alemanha e consolidação do poder real: Frederico governou a Alemanha por quase 40 anos com relativa estabilidade, controlando príncipes rebeldes e mantendo a coesão territorial.

  2. Formulação do conceito de “Sacro Império”: Durante seu reinado, pela primeira vez, o termo “sacro” (sagrado) foi usado para qualificar o império, uma tentativa de legitimar o poder imperial por meio da sacralidade.

  3. Criação da ideia do “imperador justo” como guardião da ordem: Inspirado em Carlos Magno, Frederico fundamentou sua legitimidade política e militar no direito romano, na liderança militar e na doutrina da guerra justa.

  4. Sistema de alianças e relações feudais: A solidária teia de relações feudais estabelecida por Frederico serviu de modelo para a governança do império, mesmo em áreas de difícil controle.

  5. Influência duradoura no imaginário germânico: Sua figura tornou-se o arquétipo do imperador justo e poderoso, um símbolo de unidade alemã.

Curiosidades

  1. O apelido que veio da Itália: O nome “Barbarossa” (“Barba Ruiva”) foi dado pelos italianos em razão da cor avermelhada de sua barba. Em alemão, era conhecido como Kaiser Rotbart, o “Imperador Barba Ruiva”.

  2. A lenda do imperador adormecido: A morte repentina e inglória de Frederico deu origem a um dos mais duradouros mitos germânicos. De acordo com a lenda, o imperador não morreu; ele dorme em um castelo subterrâneo nas montanhas de Kyffhäuser, na Turíngia, sentado em seu trono de pedra, com a barba ruiva crescendo através da mesa de mármore. Ali, aguarda o momento certo para despertar e restaurar a glória da Alemanha.

  3. O renascimento da lenda no século XIX: A lenda de Barbarossa tornou-se extremamente popular no século XIX, quando o movimento nacionalista alemão buscava símbolos de unidade. O primeiro imperador alemão, Guilherme I, foi considerado por muitos como a reencarnação de Barbarossa, e um colossal monumento foi erguido na montanha Kyffhäuser com a estátua equestre de Guilherme acima da figura adormecida do imperador medieval.

  4. O “Sacro” Imperador: Em 1157, Frederico inseriu a palavra “sacro” no título do império, pela primeira vez na história. O termo “Sacrum Imperium” refletia sua pretensão de que o imperador recebia sua autoridade diretamente de Deus, não do papa.

  5. O imperador que arrasou Milão: Durante sua segunda campanha italiana, Frederico sitiou Milão por meses. Após a queda da cidade, em 1162, ele ordenou sua destruição completa. O evento tornou-se símbolo da brutalidade do imperador, mas também da determinação das comunas italianas.

  6. O líder da cruzada que nunca chegou: Frederico foi o único imperador a partir para a Terra Santa à frente de um grande exército. Sua morte prematura, porém, condenou a cruzada ao fracasso. Sem ele, os exércitos francês e inglês se desentenderam, e Jerusalém permaneceu sob domínio muçulmano.

  7. O mito na arte e na cultura: A lenda de Barbarossa inspirou inúmeros poemas, óperas, monumentos e, mais tarde, o próprio nome da Operação Barbarossa, o código dado por Hitler à invasão da União Soviética em 1941 — uma apropriação sombria da lenda medieval.

  8. O maior Hohenstaufen: Frederico é considerado o mais importante imperador da dinastia Hohenstaufen, que governou entre 1152 e 1250, período lembrado como uma “época relativamente pacífica e feliz” para a Alemanha.

  9. O mito e o cinema: A figura de Barbarossa apareceu em diversas produções cinematográficas alemãs, especialmente durante o período do nacional-socialismo, quando sua imagem foi usada como símbolo de resistência e unidade nacional.

  10. A controvérsia sobre o túmulo: Acredita-se que o corpo de Frederico tenha sido inicialmente sepultado em Antioquia, mas que seus restos mortais foram posteriormente trasladados para a Catedral de Speyer, no Palatinado. A autenticidade, porém, é disputada.

Obras Inspiradas no Monarca

Diferentemente de outros soberanos, Frederico Barbarossa não deixou tratados ou obras literárias de sua autoria. Sua “obra” foi seu governo, suas guerras e seu mito — mas sua memória inspirou inúmeras produções artísticas e literárias ao longo dos séculos:

Principais monumentos inspirados ou patrocinados por Frederico

  • Monumento de Kyffhäuser (Kyffhäuserdenkmal) : Inaugurado em 1896 em homenagem ao imperador Guilherme I, traz uma grandiosa estátua equestre do imperador acima de uma representação de Barbarossa sentado em seu trono subterrâneo. A imagem petrificada do imperador adormecido, com barba e cabelos longos, tornou-se um dos ícones do nacionalismo alemão.

  • A Catedral de Speyer: Embora a catedral não tenha sido construída por Frederico, ali repousa (supostamente) seu corpo.

  • A Torre Barbarossa (Barbarossaturm) : Na montanha Kyffhäuser, antes da construção do monumento, havia uma torre medieval conhecida como “Barbarossa Tower”, associada à lenda popular. A torre existe até hoje e é um dos pontos mais visitados do parque nacional.

Documentos e fontes primárias

  • Gesta Friderici I Imperatoris (Os Feitos do Imperador Frederico I), de Otto von Freising (c. 1157-1158): A mais importante biografia oficial de Frederico, escrita por seu tio, o bispo Otto de Freising, e continuada por Rahewin. A obra é a principal fonte primária para os primeiros anos de seu reinado e as duas primeiras campanhas italianas.

  • Chronica, de Otto von Freising: A obra anterior, que serve de base para a Gesta Friderici.

  • Documentos e cartas da Chancelaria Imperial: Inumeráveis cartas, privilégios e decretos emitidos durante seu reinado, que documentam sua política de legitimação.

Obras modernas sobre Frederico Barbarossa

  • Frederick Barbarossa: The Prince and the Myth, de John B. Freed (2016): Um estudo recente e abrangente sobre o imperador e a construção de seu mito.

  • Making the Holy Roman Empire Holy: Frederick Barbarossa, Saint Charlemagne and the sacrum imperium, de Vedran Sulovsky (2020): Análise inovadora do reinado de Frederico, com base em documentos, obras de arte e comemorações.

  • Barbarossa: The Legend of the Sleeping Emperor, de Ralf Rödger: Publicação associada ao memorial de Kyffhäuser, que explora a lenda e sua recepção.

  • Operação Barbarossa: O codinome dado por Hitler à invasão da União Soviética, em 22 de junho de 1941, é a apropriação mais sombria da lenda de Barbarossa.

  • *Barbarossa (episódio da série “Heroes and Legends of Germany”, DW, 2011) : Documentário em inglês da Deutsche Welle sobre a lenda de Barbarossa e seu significado histórico.

  • *Friedrich I. Barbarossa (Série “Die Deutschen”, ZDF, 2008) : Episódio da série documental alemã que reconstitui a vida e o reinado do imperador.

  • *Barbarossa im Kyffhäuser (Der Mythos des schlafenden Kaisers) : Documentário que investiga a origem e a evolução da lenda.

Considerações Finais

Ao final desta pesquisa, fica evidente que Frederico I Barbarossa foi uma das figuras mais complexas e transformadoras da Idade Média. Um homem que tentou restaurar a autoridade imperial, que desafiou o papado e as comunas italianas, que liderou exércitos e arrasou cidades, mas que também governou com relativa justiça e trouxe paz à Alemanha. Sua morte inglória em um riacho durante a Terceira Cruzada não diminuiu sua memória; ao contrário, transformou-o em mito.

A grande ironia de sua história talvez seja esta: Frederico I, que passou a vida lutando para consolidar a autoridade do imperador sobre os príncipes alemães, tornou-se, após a morte, o símbolo máximo da unidade alemã — uma unidade que, no século XIX, precisava desesperadamente de heróis. A lenda do imperador adormecido dentro da montanha, à espera do momento de retornar, serviu de inspiração para o nacionalismo germânico, para a unificação liderada pela Prússia e, mais tarde, de forma sombria, para o expansionismo nazista.

Sua barba ruiva, que deu origem ao apelido, tornou-se um dos símbolos mais reconhecíveis da iconografia medieval europeia. E sua imagem — a do imperador justo que um dia voltará — continua a ressoar, mesmo em uma Alemanha unificada e democrática, como um eco distante de um tempo em que o poder e a se entrelaçavam de maneira inextricável.

Como escreveu o poeta Friedrich Rückert: “O velho Barbarossa, Frederico, o grande imperador, está no castelo de Kyffhäuser, dormindo o sono encantado.” E assim ele permanece — não mais na montanha, mas na memória da nação que ajudou a forjar.

Pesquisa e redação Ivair Ximenes Lopes

Fontes de Pesquisa

Wikipédia, a enciclopédia livre. “Frederico I do Sacro Império Romano-Germânico”. [pt.m.wikipedia.org]
Britannica. “Frederick I | Holy Roman Emperor”. [www.britannica.com]
Deutsche Welle. “Barbarossa: The Red-Bearded Hero, a Symbol of German Unity”. 24 de agosto de 2011. [www.dw.com]
Treccani. “Federico I, detto il Barbarossa, imperatore”. [www.treccani.it]
Cliohistória e Literatura. “#HojeNaHistória: Morte Frederico I Barbarossa”. 10 de junho de 2019. [cliohistoriaeliteratura.com]
BV FAPESP. “Honor imperii: a legitimidade política e militar no reinado de Frederico I Barbarossa”. [bv.fapesp.br]
ABREM.org. “Frederico I Barbarossa: o imperador que retornará”. [abrem.org.br]
Dialnet. “Frederico I Barbarossa ou do imperador que retornará”. [dialnet.unirioja.es]

You might also like:

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

Deixe uma resposta

A Maçonaria Regular

3
4
1
2

 

A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

MS Maçom


Nossas TAGs

Assine a Newsletter

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

Junte-se a 9.597 outros assinantes

Desclpa! Você não pode copiar conteúdo desta página.

Descubra mais sobre MS MAÇOM

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading