Evaristo Ferreira da Veiga Barros (1799–1837) foi jornalista, poeta, político e patriota brasileiro, lembrado como um dos grandes defensores da Independência e da consolidação da soberania nacional.
Nascimento: 8 de outubro de 1799, no Rio de Janeiro.
Família: Filho de José Ferreira da Veiga e de Maria Vitória Barros.
Formação: Estudou humanidades e dedicou-se desde cedo às letras e ao jornalismo.
Carreira jornalística:
Fundou e dirigiu o jornal Aurora Fluminense, em 1827, que se tornou um dos mais importantes veículos de defesa da Independência e da causa liberal.
Seus artigos e editoriais influenciaram a opinião pública e marcaram o debate político do período.
Carreira política:
Foi deputado geral pelo Rio de Janeiro, atuando em defesa das liberdades civis e da consolidação das instituições nacionais.
Participou ativamente dos debates parlamentares, sendo reconhecido como orador e defensor da causa liberal.
Literatura e poesia:
Escreveu poemas patrióticos, sendo autor da letra do Hino da Independência, musicado por D. Pedro I.
Falecimento: 12 de maio de 1837, no Rio de Janeiro, aos 37 anos.
Participação Maçônica
Iniciação: Evaristo da Veiga foi iniciado na Loja MaçônicaComércio e Artes, no Rio de Janeiro, uma das mais antigas e influentes do Brasil, fundada em 1815.
Sua vida maçônica esteve associada à difusão de ideias iluministas e republicanas.
A Maçonaria foi um espaço de articulação política e intelectual, fundamental para a organização dos movimentos de emancipação.
Evaristo da Veiga manteve vínculos com a Ordem durante sua carreira, sendo reconhecido como figura de prestígio dentro da instituição.
Legado
Evaristo da Veiga é lembrado como jornalista, poeta, político e maçom, cuja trajetória reflete a importância da imprensa e da Maçonaria na formação da consciência nacional. Sua ligação à Loja Comércio e Artes simboliza o papel da Ordem como espaço de encontro de líderes que moldaram o Brasil no século XIX.
Ele representa o perfil do intelectual-político e maçom, que uniu pensamento e ação para transformar o país, sendo lembrado principalmente por sua atuação na imprensa liberal e pela autoria do Hino da Independência.
Em síntese, Evaristo Ferreira da Veiga Barros foi jornalista, poeta, deputado e maçom ativo, cuja vida representa a união entre letras, política e ideais maçônicos que marcaram a história da Independência e da consolidação do Brasil.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).