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A Bretanha insular e a Bretanha continental

A Bretanha insular e a Bretanha continental

A Bretanha insular e a Bretanha continental

Poucas palavras carregam tanta ambiguidade quanto "Bretanha".

O termo designa, ao mesmo tempo, a Grã-Bretanha — a ilha que hoje abriga Inglaterra, Escócia e País de Gales — e a Bretanha francesa, região no noroeste da França. A pesquisa aqui apresentada examina esta duplicidade e a sua origem comum no povo celta, recorrendo às fontes históricas, maçónicas e filosóficas.

Os celtas habitavam a ilha de Albion quando os romanos chegaram, no século I d.C.; após a queda do Império Romano, no século V, povos germânicos — anglos, saxões e jutos — invadiram a ilha, levando muitos bretões celtas a fugirem através do Canal da Mancha e a estabelecerem-se na Armórica, no noroeste da Gália, que batizaram de "Pequena Bretanha" em memória da sua terra de origem.

A investigação revela que esta migração não foi apenas um deslocamento geográfico, mas um fenómeno de preservação identitária: os bretões levaram consigo a língua, os costumes e a memória de uma terra perdida, criando uma nova pátria à imagem da antiga.

Os principais nomes associados à Bretanha insular dividem-se entre a lenda e a história, e o mais célebre é o do lendário Rei Artur, um guerreiro bretão que, segundo os contos, teria defendido a região contra os invasores saxões no século V ou VI.

Doutrinadores como Geoffrey de Monmouth, na Historia Regum Britanniae, e Chrétien de Troyes, nos romances arturianos, imortalizaram esta tradição, enquanto historiadores modernos, como Nora Chadwick, em The Celts, sublinham a continuidade cultural entre as duas Bretanhas.

Novas interpretações sugerem que a Bretanha insular e a continental são duas faces de uma mesma moeda — a memória de um povo que, ao cruzar o mar, não perdeu a sua alma. Este artigo convida o autor e o leitor a explorarem as profundezas desta história, para que a compreensão das origens ilumine a prática da memória e da identidade.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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