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A Morte de São João Batista e a maçonaria: origem, simbolismo e interpretação histórica

A Morte de São João Batista e a maçonaria: origem, simbolismo e interpretação histórica

A morte de São João Batista, tradicionalmente representada por sua decapitação a mando de Herodes Antipas, constitui um episódio marcante da tradição cristã e da história da arte religiosa.

Na Maçonaria, São João Batista ocupa posição de destaque entre os santos tradicionalmente associados à fraternidade, especialmente nas comemorações de 24 de junho.

Entretanto, é fundamental distinguir a veneração simbólica desse personagem, sua presença na tradição histórica maçônica e a utilização ritualística de sua morte.

Embora a literatura maçônica desenvolva interpretações filosóficas sobre o martírio, a fidelidade aos princípios e a coragem diante do poder injusto, não há fundamento documental suficiente para afirmar que a decapitação de São João Batista constitua um elemento ritual universal dos três graus simbólicos ou de todos os ritos maçônicos.

A narrativa da morte do Batista encontra-se nos Evangelhos de Mateus e Marcos, nos quais sua execução decorre de uma trama envolvendo Herodes, Herodias e a filha desta. A Maçonaria, por sua vez, desenvolveu tradições próprias em torno dos dois santos joaninos, São João Batista e São João Evangelista, cuja associação histórica com as Lojas permanece objeto de investigação.

Para compreender corretamente o tema, é necessário separar a narrativa bíblica, o simbolismo do martírio, as cerimônias comemorativas de São João e a lenda maçônica de Hiram, cuja morte ocupa posição central em determinadas formas do ritual do grau de Mestre.

Essa distinção permite uma análise rigorosa, evitando atribuir aos ritos práticas que não estejam comprovadas por documentos oficiais ou fontes históricas confiáveis.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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