Home / Estudos / Referência / A Divina Comédia de Dante Alighieri

A Divina Comédia de Dante Alighieri

A Divina Comedia de Dante Alighieri

A Divina Comédia de Dante Alighieri

Ao longo dos anos dedicados ao estudo da literatura que moldou a imaginação ocidental, poucas obras me provocaram uma inquietação tão duradoura quanto a Divina Comédia de Dante Alighieri.

Escrita durante o exílio do poeta florentino, entre 1304 e 1321, a obra não é um mero poema épico, mas uma viagem – e cada leitor que a percorre torna-se, ele próprio, um peregrino em busca de sentido. Do Inferno – o poema do desespero – e do Paraíso – o da contemplação –, ao Purgatório.

A genialidade de Dante reside em transformar uma cosmologia teológica numa experiência profundamente humana, onde o pecado, a expiação e a contemplação se tornam os degraus de uma escada que conduz do desespero à luz.

A investigação sobre esta obra-prima revelou-me que a Divina Comédia não começa com uma comédia, mas com uma descida aos abismos da alma – e que o poeta, guiado primeiro pela razão (Virgílio) e depois pelo amor (Beatriz), encontra um caminho de redenção que desafia as fronteiras entre o sagrado e o profano.

Confrontei as críticas que, ao longo dos séculos, filósofos e pensadores – de Galileu a T.S. Eliot – dirigiram a esta obra monumental, e percebi que a sua grandeza reside precisamente na ambiguidade: um poema teológico que não prescinde da política, uma visão mística que se alimenta da ciência da época.

Este artigo, fruto de uma pesquisa que percorreu os três reinos da Comédia e as interpretações dos seus mais lúcidos comentadores, convida o autor e o leitor a redescobrirem juntos a jornada dantesca – porque, no fundo, todos nós, como Dante, estamos perdidos numa selva escura, e todos nós, se tivermos coragem, podemos encontrar um guia que nos conduza, através dos abismos, em direção à luz que nunca deixou de brilhar.

Convido o leitor a percorrer os três reinos da Divina Comédia e a confrontar as críticas que, ao longo dos séculos, filósofos e pensadores dirigiram a esta obra monumental.

Designer (4)Você leu uma introdução!

O acesso integral à este artigo e demais páginas do MS MAÇOM é reservado a membros devidamente identificados. Solicitamos que realize o login para proceder. Privacidade e discrição são pilares de nossa comunidade, e seu cumprimento é essencial

 Siga as nossas redes sociais:

Facebook @maconsms Instagram @msmacom
X @msmacom MS Maçom
Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

Deixe uma resposta

A Maçonaria Regular

3
4
1
2

 

A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

MS Maçom


Nossas TAGs

Assine a Newsletter

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

Junte-se a 9.570 outros assinantes

Desclpa! Você não pode copiar conteúdo desta página.

Descubra mais sobre MS MAÇOM

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo