Nas pesquisas que tenho realizado sobre as ordens de cavalaria do sistema maçónico inglês, poucas me provocaram uma admiração tão profunda quanto a Ordem da Cruz Vermelha de Constantino.
A senda do conhecimento maçónico assemelha-se a uma imponente escadaria circular, e esta corporação, de inigualável apelo épico e espiritual, transporta o obreiro para as vésperas da Batalha da Ponte Mílvia, no ano 312 d.C., onde a visão de uma cruz luminosa e a promessa In Hoc Signo Vinces selaram a conversão do Imperador Constantino e o triunfo do Cristianismo.
Doutrinadores como Harold V. B. Voorhis, na sua obrafundamentalThe Order of the Red Cross of Constantine, e Keith B. Jackson, em Beyond the Craft, documentaram a sua história e os seus rituais.
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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).